mai 15

Paz de Espírito não tem preço, não tem tempo e não tem dono. A Umbanda não é milagre, não se vende e é função do Sacerdote de Umbanda esclarecer e principalmente combater quem cultiva esses princípios.

Podemos começar esclarecendo que alguns sacerdotes estimulam nos consulentes a prática do ‘milagre’. Precisamos incutir aos consulentes a noção da Religiosidade na Umbanda. Que ele venha participar de nossa assistência por gostar, por comungar, por se sentir bem dentro daquela energia, que venha até nossa casa “somente” louvorpara cantar, tomar um passe e recarregar as baterias, sem pedir nada e sem necessidades específicas. Abrir os trabalhos em dias e horários irregulares estimula os consulentes a procurarem outros locais por mera curiosidade. Caso o Terreiro, por suas razões, esteja impossibilitado de abrir semanalmente a Gira para a caridade então que o Sacerdote realize cultos, doutrinações, orações e não a consulta propriamente dita onde induz, e pior, acostuma o consulente a só pedir.

Devemos COMBATER frases ditas por sacerdotes como “é só pedir, pedir com coração que Exu dá”, “a Umbanda tem que cobrar sim, é um trabalho e trabalho se cobra, a frase ‘dai de graça o que de graça recebestes’ quer dizer que a inteligência é o que recebemos de graça mas o trabalho deve ser cobrado”, “ consulta espiritual com hora marcada é normal dentro da Umbanda e é ainda muito mais eficaz”, e muitos outros absurdos que estão sendo ditos e até praticados por formadores de opiniões e de religião, atos estes extremamente errados que são contra a Lei de Deus e contra a Lei da Umbanda.

Sacerdotes de Umbanda, sejam, acima de tudo, bons e honestos com os Orixás, com vocês e com os médiuns que vêm Continuar lendo »

escrito por Mãe Mônica Caraccio \\ tags: ,