Neste final de semana tivemos o dia de Cosme e Damião e muitos Terreiros fizeram a tão esperada festa para as crianças. Então, nada melhor do que falarmos hoje sobre essa maravilhosa linha de trabalho da nossa Umbanda, não é mesmo?
As Forças Superiores que se manifestam na Linha das Crianças, Linha de Yori ou Linha de Ibêji costumam ter nomes típicos de crianças brasileiras, como Rosinha, Mariazinha, Ritinha, Pedrinho, Paulinho, Vítor, Cosminho, como também recebem nomes ligados ao Orixá regente do médium como, por exemplo, Pipocão e Formigão, para os filhos de Obaluaiê; Pingo Verde e Folhinha Verde, para os de Oxóssi; Rosinha, para os de Oxum; Conchinha Dourada para um de Iemanjá. Estas crian
ças possuem as características do elemento em que atuam. Se trabalham sobre a influência do ar, são alegres e expansivas; sendo da linha do elemento fogo, são irritáveis facilmente; sendo da terra, são caladas. Sendo da linha de Yemanjá ou Oxum, são carinhosas e melodiosas no falar.
Essa Linha de trabalho que se manifesta alegremente dentro de nossa Umbanda distribuindo sorrisos, balas e esperança é uma das poucas Linhas que consegue dominar a Magia na sua essência natural e muitas vezes de forma extremamente imperceptível. Isso fica claro quando observamos que as formas, um tanto quanto peculiares, de suas incorporações nada mais são que ações mágicas capazes de Continuar lendo »


ho com rosas brancas é eficaz contra alergias de pele e coceiras. Colocadas nos ambientes atuam contra as energias maléficas e acalmam as pessoas que estão ao seu redor. A rosa branca esta ligada a Yemanjá e a Oxalá.
oportunidade de anular situações cármicas, ou pelo menos aliviá-las. Mas o que se vê é exatamente o contrário: médiuns aumentando seus carmas dentro dos próprios terreiros de Umbanda. Isso acontece devido ao abuso perante a espiritualidade, onde ‘médiuns’ aproveitam as incorporações para discutirem relações pessoais ou para dizerem aquilo que não têm coragem de fazer pessoalmente. Isso acontece devido à priorização de interesses pessoais pois observamos que muitos médiuns estão vestidos de branco realizando um “trabalho de caridade” mas esperando algo em troca, algo como um emprego melhor, um namorado ou quem sabe até a solução de seu casamento. Acontece também, talvez devido à falta de interesse do ‘médium’ pelo Plano Astral ou até descaso, de ouvirmos que “ é o Guia quem trabalha, não eu, por isso não tenho a obrigação nem a necessidade de saber nada”. Outra coisa que cansamos de ver é aquele médium que enche a boca para falar que “sexta-feira é dia de trabalho no Centro, é minha obrigação estar lá”. Quer dizer que entrar para o lado Sagrado da Espiritualidade é OBRIGAÇÃO? Definitivamente não!
a”, e é através dele que as irradiações verticais das Divindades – DO ALTO – descerão até o altar e se espalharão na horizontal ocupando todo o espaço destinado às praticas religiosas. Os fundamentos específicos de um altar só podem ser explicados por quem o fez, mas o Fundamento Divino de sua existência em um templo é que quando nos colocamos respeitosamente diante dele, estaremos bem próximos de Deus e de Suas Sagradas Divindades.
ção de erros e vícios, com a reforma íntima, com a disciplina e o respeito … tudo isso entre uma porção de regras, deveres e muito trabalho.
literatura principal e a mais recomendada para os umbandistas que tentam suprir suas necessidades culturais.








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