Sabemos que o homem busca socorro espiritual quando não encontra mais saída para os seus problemas. Procurar a espiritualidade por AMOR é raro, pois o homem tem tempo para tudo menos para aquilo que vem “depois”. E o que vem “depois”? O desencarne, obviamente. Se estamos na condição de encarnados e é nesse momento que devemos nos perguntar: Qual é minha missão nessa vida? Quem irá me amparar no meu desencarne? Será certo colocar em segundo plano a minha vida espiritual?
Será que minha missão junto à espiritualidade que me ampara e me mostra o caminho está cumprida? Enfim, “depois” é tarde, o plano já é outro e a oportunidade já passou.
E eu pergunto: Será que o ser humano tem que sofrer intensamente para ir à busca da espiritualidade? Quantos se erguem e caem por esquecer de seu equilíbrio (matéria + espírito), pois o equilíbrio é fundamental para que possamos viver em paz conosco, com aqueles que nos rodeiam, com nossos ancestrais e com toda a espiritualidade. Devemos pensar como ter um plano maior para o nosso espírito, que é a nossa eternidade. O planeta em que vivemos é o centro da consciência que nos permite escolher qual caminhada queremos fazer. A hora é esta e os caminhos são vários, pois temos o livre arbítrio e as bênçãos de DEUS. Ou seguimos a bondade, a caridade, o conhecimento, a fraternidade, a moral, a disciplina e o amor ou então a indiferença, a individualidade, o egoísmo, a avareza e a dúvida.
A consciência se faz necessária aos médiuns, pois sua responsabilidade é dobrada. Têm a obrigação de se dedicar com amor e responsabilidade a toda espiritualidade, pois ser médium não é fazer adivinhação nem brincar com o sentimento do próximo. Ser médium é respeitar com devoção nossas queridas e amadas entidades para que elas possam também ter a oportunidade de estar praticando todas as ações do bem. No final das contas ao encarnarmos nos foi confiado o dom mediúnico, dom este que imploramos para conseguir junto de nossos Guias e Mentores, nada é por acaso e Deus tem um plano para nós.
Por isso irmãos, temos que dispor alguns momentos de nossas vidas, para avaliar e pensar no “DEPOIS”, pois temos um instrumento poderoso ao nosso dispor que é a decisão, decisão essa que tem que ser acertada, pois após passarmos para o plano espiritual teremos que prestar contas de tudo e, conforme nossa conduta, começar tudo de novo e muitas vezes em piores condições.
Paz e Luz !










30 de outubro de 2009 at 12:49
Axé!
Essa decisão deve partir realmente do coração, e também da certeza da nossa missão nesta vida. A mediunidade, definitivamente, não nos foi concedida para ser banalizada e até mesmo piorar nossas dívidas kármicas, na verdade ela é a nossa grande ferramenta de evolução. Não porque simplesmente exercendo-a estaremos melhorando como espíritos, mas porque e através dela temos a chance da reforma íntima. Não podemos ser duas caras, uma pessoa quando estamos vestidos de branco e outra quando estamos fora do terreiro. Não dá para exercer atitudes violentas durante o dia e chegar ao terreiro e incorporar um preto velho, por exemplo, não há compatibilidade energética! Se pensarmos que nossos guias e guardiões dependem da nossa melhora, para que eles também possam exercer suas missões, talvez possamos ser um pouco menos egoístas…
Abraços
30 de outubro de 2009 at 13:43
Concordo plenamente com você, e acrescento ainda mais, esta necessidade de pensar no depois é urgente, pois vivemos num planeta de provas e expiações, que está passando por uma transformação e chegará um dia que passará a ser de regeneração.
Para esta mudança no planeta Jesus conta com seus irmãos aqui da terra e do plano espiritual, para trabalhar intensamente no bem, e quanto mais tempo ficarmos deixando para “DEPOIS” este trabalho, pode ser que um dia seja tarde de mais, depois não adianta chorar o leite derramado, porque outra oportunidade vai demorar, pelas noticias que temos a fila para encarnar está muito grande e quando chegar a próxima vez pode ser que a mudança já tenha ocorrido.
Temos que trabalhar o quanto antes, não vamos deixar para depois.
Mãos a obra, isto serve para todos os integrantes de uma casa, não somente para médiuns.
abraço
30 de outubro de 2009 at 15:23
Infelizmente é verdade que o homem só procura Deus na hora do desespero, para que Ele resolva seus problemas materiais. Venho repetindo isto ha anos
quando converso com nossos irmãos sobre Espiritualidade, mas parece que a CONSCIENTIZAÇÃO DO AMOR, esta cada vez mais distante de todos devido a não aplicarmos em NÓS mesmos este amor puro, limpo, verdadeiro, onde só entra paz interior e caridade para com todos os nossos irmãos, independente de raça, sexo, religião e etc.
Todos necessitamos de pensar no DEPOIS, porque iremos colher os frutos de acordo com a semente que plantamos e cuidamos. Será que é gratificante, após a nossa prestação de contas, termos de retornar a maioria das vezes em piores condições que as atuais e recomeçar ?
Acredito que NÃO, por isso, amados irmãos, pratiquemos a espiritualidade HOJE/AGORA e tenho absoluta certeza de que nossas vidas serão mais felizes, mais alegres, mais verdadeiras. QUE AS BENÇÃOS DE DEUS RECAIAM SOBRE TODOS NÓS.
30 de outubro de 2009 at 15:25
Ser médium é uma benção, mas deve ser tido com grande responsabilidade. Acredito sim, como foi no texto muito bem colocado, que nos foi confiado o dom mediúnico e somos responsáveis por equilibrar e afinar o instrumento, que neste caso, somos nós mesmos.
A oportunidade é esta, fomos abençoados em poder ter mais uma oportunidade de fazer diferente, de fazer melhor, pois somente assim poderemos um dia estar do outro lado e poder ver o sorriso do caboclo de satisfação. Essa é a minha busca do DEPOIS!!!
Parabéns Pai Marco pela mensagem,
Fazem muito bem lembretes como estes, que serão o eterno livro da nossa vida.
Axé
JP
30 de outubro de 2009 at 15:44
Axé Mãe Mônica e Pai Marco! Infelizmente nossa consciência às vezes nos trai, pois acabamos seduzidos pela matéria, esquecendo o lado espiritual, tudo nesta vida são escolhas, escolhas nossas, só que por talvez facilidades escolhemos muito a matéria, pois ela é palpável, vista, ao contrário do espiritual que é a força invisível que nos move, mas para isso precisamos estar bem conosco, com paz de espírito, ter Fé, mas como isso é sentimento e não material, às vezes negligenciamos esse lado em busca do mais fácil. Aí, quando tudo parece dar errado, quando começamos a sofrer por causa das frustrações materiais, vem o desequilíbrio, o sofrimento e novamente erramos em buscar ajuda espiritual para resolver coisas tão pequenas perto do quanto já perdemos de tempo que a espiritualidade estava nos mostrando e nós cegos de vaidades, egoísmos, facilidades, perdemos tempo. Tomara todos possam um dia viver uma plenitude Espiritual, pode parecer utopia, mas enquanto não mudarmos nosso modo de pensar, sentir e principalmente agir, tudo parece que não esteja ao nosso alcance. Que nosso Pai Oxalá e todos os Orixás, que nossos Guias, possam nos conduzir a caminhada de Luz, e que a missão confiada a nós intermediários, possamos cumpri-la com a maior devoção e amor, pois pedimos essa oportunidade e tiramos de outros estarem em nosso lugar.
Axé
João Carlos
30 de outubro de 2009 at 16:12
Depois de muito tempo posso afirmar que essa vida carnal não tem sentido nenhum se deixar o lado espiritual em segundo plano. Preso na carne, nosso mental pouco se lembra do que foi tratado e acordado do outro lado da vida.
Também não nos lembramos o que fomos, do que fizemos mas tenho certeza de duas coisas: se estamos vivendo no material é porque temos contas a acertar e uma missão a cumprir. A outra certeza é que esse acerto não é cobrir o cheque especial do banco e a missão não é salvar o mundo.
Acabei de ler um livro que diz que “é melhor servir e sofrer do que ser servido e causar a infelicidade dos outros.”. Minha Mãe diz que “quem vive em espírito não sofre”. As frases se completam de acordo com o nosso entendimento.
Acho que o equilíbrio espiritual não deixa ninguém rico materialmente falando mas traz uma felicidade duradoura, daquelas que te deixa feliz sempre, ao acordar, ao dormir, ou mesmo nos dias de chuva e por aí vai. Isso não tem preço.
E depois? Sei lá, mas fazendo o melhor um dia de cada vez tenho plena convicção que o outro lado será condizente com o que fizemos neste plano. Se não for também não tem problema, afinal somos 100% merecedores do que acontece.
Axé Irmãos!
30 de outubro de 2009 at 18:34
É verdade! Somente o trabalho continuado de melhorias em nossos pensamentos e atitudes, fazer hoje para Depois fazer novamente…
Mas fazer para receber não pode… tem que amar para fazer!
31 de outubro de 2009 at 9:27
FILHOS DA ESTRELAS.
NÃO É O AMOR, QUE IRÁ SUCUMBIR EM NOSSOS DIAS, MAS ISSO VIRA EM PEQUENOS DETALHES.
O apego as coisas materiais, as formas julgadas perfeitas, a busca pela perfeição dos corpos, não é se quer amor, mas sim desejo desenfreado que quando em repouso, apenas adormece no sentido, mas em estado latente, torna-se perigoso em todos os sentidos, criando a ilusão de que se esta vivendo uma vida plena, sorrindo em demasia, ignorando a existência do outro ser, muitas vezes julgando o que não compreende, e trazendo para si toda sorte de infortúnio, por estes motivos, em nossas vidas, não sera o amor, que irá sucumbir em nossos dias, porem isto vira em pequenos detalhes. Isto tudo, nos faz refletir, e voltando nossas lembranças a tempos já apagados de nossa memoria, como Atlântida, Lemúria, Pangeia, onde na atualidade, uma boa parte de estudiosos, confirmam terem existido, e que obedecendo as leis evolucionista, chegamos a nossa atual, realidade onde vivemos hoje, podemos destacar o que chamarei de FILHOS DAS ESTRELAS. Nos últimos cem anos, e com maior intensidade, nos últimos cinquenta anos, tem nascido entre nos, pessoas diferentes em todos os sentidos, eu os denominei de filhos das estrelas. São pessoas que estão no nosso meio familiar, e que trazem um amor incondicional, por carregarem uma bagagem de outras encarnações, abriram mão de uma vida, em uma dimensão mais elevada, para nos dar sustentação, e ensinarmos o verdadeiro amor, como mestre Jesus o fez. Em nosso seio familiar, nos da conforto, ora é o marido, ou a mãe reclamando uma postura firme, diante de um problema, ora é o filha (o), querendo carinho e atenção, ora é o vizinho querendo desabafar, ora é o irmão buscando um ombro amigo. Tudo isto acontece por quanto se pode, pois carregam a capacidade inesgotável do amor. Muitas vezes sentem-se sós a perguntar, que lugar é este, que família é esta, e sentem saudades do seu verdadeiro lugar. Por este pensamento, sentem vergonha e por isso na maioria das vezes, encontram-se a sós, envoltos nestes pensamentos, derrubando uma lagrima furtiva e secada as pressas, quando alguém se lhes aproxima. A estas pessoas, eu as chamo de filhos da estrelas, pois não estão preocupados com roupas novas, festas, novidades, culto ao corpo, apenas tem o que lhes forem necessário, para uma vida digna, com respeito, amor, alegria, e principalmente o amparo as dores humanas. Estes sim são missionários divinos, a eles meus agradecimentos por aqui estarem, os meus respeitos por existirem, pedindo a Deus que os abençoe sempre em sua jornada, por isso eu os chamo de FILHOS DAS ESTRELAS.
1 de novembro de 2009 at 23:59
Axé Pai Marco! Muito bom tema ! Muitas pessoas se sentem tão vazias mesmo tendo tudo à sua volta. Pobres espíritos que ainda não descobriram que a passagem aqui nesse Planeta vai muito além do acúmulo de bens materiais. Há também aqueles que viajam o mundo à busca de algo que os completem; mal sabem eles que essa busca começa a partir de dentro de cada um.
Que suas palavras sejam um despertar AGORA para o DEPOIS !!!
2 de novembro de 2009 at 0:40
Gostaria de saber, como vocês sabem que a mediunidade foi implorada. Trabalho na umbanda como médium tem 1 ano e tenho muitas duvidas.
2 de novembro de 2009 at 0:54
Simples, Jocelma! É somente através do ‘dom mediúnico’ que evoluímos espiritualmente e, como somos espíritos e não matéria, nada melhor e mais lógico que ter a oportunidade desse dom ativo e consciente em nossas vidas. Seria possível implorar outra coisa para se ter nessa vida???
2 de novembro de 2009 at 10:32
Fiquei muito emocionado ao ler esse texto. Gosto de observar as pessoas velhas, pois aprendemos muito com elas. É interessante notar que os velhos não espiritualizados tendem a reforçar seu apego à matéria, aos hábitos, às pequenas coisas do mundo carnal, às manias, ao poder ou influência que podem exercer sobre os outros. Nesses casos suas características negativas tornam-se mais evidentes.
Por outro lado, os velhos espiritualizados tornam-se sábios, desprendidos e nos acalmam com seus semblantes de serenidade paciência e acolhimento. Desencarnam com tranquilidade e normalmente estão bem acompanhados por aqueles que os amam tanto neste mundo quanto no “outro lado.”
Nossas encarnações são finitas e por isso não podemos desperdiça-las pois há milhões de espíritos que gostariam de ter a chance de encarnar na terra para evoluírem. Os velhos espiritualizados são o resultado da fé contínua e perseverante ao longo de uma vida inteira. Colhemos o que plantamos ao longo da vida e o momento do desencarne é o momento da colheita. Como nosso Pai querido bem coloca: “depois é tarde”.
Obrigado Pai Marco por mais esse texto inspirador.
Axé a todos.
4 de novembro de 2009 at 8:42
Somos espíritos e não matéria ! O que realmente importa nesta vida é o espiritual, afinal, o que nos restará após esta nossa passagem por esse mundo é somente o nosso espírito “carregado” com tudo o que ele pode absorver nesta vida, seja isso bom ou ruim.
Quando passamos a nos entender como espíritos e também a ver as pessoas que nos cercam como espíritos, todos nós em evolução, fica mais fácil compreender as pessoas, perdoar, amar, trabalhar, ter paciência, passar por dificuldades, entender as diferenças, enfim, fica mais fácil e mais bonito viver.
4 de novembro de 2009 at 13:04
Esta é a terceira vez que leio este texto e, em cada uma delas, ele me tocou de forma diferente mas cada vez mais profundo. Quão natural é dedicarmos pouquíssimo tempo para comungar com a espiritualidade e, mesmo nesse pouquíssimo tempo, esquecermos, aparecer outra coisa para fazer ou, geralmente, dormimos. Tenho certeza que Deus tem um plano muito claro para cada um de nós mas eu acho que o questionamento não é esse mas sim “qual será o meu plano para Deus??” Sem duvida é algo que temos (e eu não me excluo em nada) que pensar, e muito sobre isso.
Axé!
4 de novembro de 2009 at 13:29
O desequilíbrio do homem não está na ideia do futuro mas no presente que quer angariar bens e mais bens sem precedentes. O amanhã sempre fica para o depois e a fé, religião somente quando quase perde ou perde “algo” de estimado valor material ou emocional, tornando-se neste perder a mola propulsora da busca dos por quês e começando assim a acreditar que há uma Lei Maior em um “Ser” Divino que a tudo conduz.
Infelizmente, na maioria das vezes, é só no sofrimento e na dor que começamos a melhorar como seres humanos e espíritos galgando desta forma os degraus da religiosidade, do amor e da fé. O universo conspira sempre ao nosso favor precisamos parar, sentir e captar estas energias para não complicar o descomplicado, pois a vida continua em qualquer “lugar” hoje, amanhã e depois….Obrigada Pai por este artigo. Axé…..
4 de novembro de 2009 at 15:15
O texto realmente emociona mas, principalmente, nos chama à razão. Passei a vida, até pouco tempo atrás, não dando a devida importância a evolução espiritual. É verdade mesmo que sempre deixei para depois, por comodidade, falta de conhecimento e por dúvidas, muitas dúvidas. Fui a procura pela dor, como a maioria e sinto agora a importância e a responsabilidade que tenho.
Axé
4 de novembro de 2009 at 15:55
Esse texto é um presente!
Felizes são aqueles que, ainda que pela dor, conseguem encontrar o caminho da espiritualidade. O coração do Pai é imenso de generosidade, compaixão e misericórdia. Eu, que fui conduzida por esse belo caminho procuro sempre manter-me alerta, pois muitos são os desvios dessa vida. Tantas são as provas e bênçãos que recebo que me torno pequena diante do amor e paciência das Entidades de Luz. Minha busca é conscientizar-me cada vez mais que sou um ser espiritual e que tenho um grande compromisso com a Espiritualidade: Guias queridos que tanto me amparam e me mostram o caminho reto a seguir. Sei que como espírito, tenho a eternidade para aprender e evoluir dentro das leis divinas e sendo médium, esse compromisso é dobrado. Concordo com o texto: “…ao encarnarmos nos foi confiado o dom mediúnico, dom este que imploramos para conseguir junto de nossos Guias e Mentores, nada é por acaso e Deus tem um plano para nós.”
Isso é ter FÉ!
Axé!
5 de novembro de 2009 at 15:32
Assim que eu colocar um ponto final neste depoimento já estarei no depois. E este meu depois depende das minhas ações e pensamentos nas 24h do meu dia. Vale inclusive para minha matéria, pois se não me alimentar e não me higienizar ela apodrece.
Hoje me encontro na condição de um Espírito Encarnado e que assumiu compromissos com a Espiritualidade, portanto minha obrigação é cuidar também e principalmente do meu espírito, porque no final (o depois) é o que restará de mim.
Obrigada Pai Marco por estar sempre alerta e me fazendo rever meus conceitos, meus preconceitos, confiando e me amparando a fim de que eu nunca desista da bondade, da caridade, do conhecimento, da fraternidade, da moral, da disciplina e do amor.
Ser filha de Orixá dentro da Umbanda Carismática é ser um espírito escolhido pelo Plano Astral.
Patacuri Ogum!!! Agradeço, agradeço e agradeço por tanta permissão e proteção em minha caminhada espiritual.
Axé.
9 de novembro de 2009 at 12:36
Em face ao artigo de Pai Marco, observando as mudanças físicas e climáticas que estão ocorrendo no planeta e ainda, tendo informações que vários espíritos endurecidos no mal estão sendo “transferidos” para outro (s) mundo (s), fico esperançoso de que as religiões e, especialmente, a minha querida Umbanda, possam o quanto antes, através de seus “instrutores e orientadores” encarnados e espirituais, promover intensamente o esclarecimento de médiuns, consulentes e simpatizantes de forma que todos façam suas reformas intimas e pratiquem, natural e espontaneamente, tudo o que representa as 7 linhas da Umbanda e seus similares em outras religiões.
O planeta que ora habitamos está em processo de mudança de “status”, por isso, não percamos tempo.
Axé
9 de novembro de 2009 at 19:23
O texto abrange a conduta de grande parte da população do “Planeta”, não esquecendo que ainda existem povos que têm na prática de sua cultura a espiritualidade com a devida importância.
Ao encarnarmos após assumir nossa missão, seja ela qual for; chegamos num mundo predominantemente de muitas provas , constantes espiações e incansáveis lutas. Formar ou não uma família, prosperar financeiramente, uma cobrança pessoal, familiar ou até mesmo pela sociedade na obrigação do “MATERIAL” . Quando nessa busca esbarramos nas derrotas, nas próprias enfermidades ou de algum ente consanguíneo, as múltiplas faces da evolução espiritual cobra suas ações; pois ai chega a DOR, junto com ela finalmente a busca em DEUS.
O que são 60, 70,80 anos, para uma eternidade. Quantas reencarnações ainda serão necessárias para evolução? Passamos longos períodos da existência neste plano; que é breve, pois para muitos, torna-se exaustivo, pesado e dependendo de sua conduta ( livre arbítrio ), dolorido ao “Seu Limite”.
Testemunho uma condição que ao aceitarmos nossa missão com Fé, Amor, Trabalho, Devoção e Aprendizado (evolução), conseguem sentir as Forças Mágicas que nosso Pai Oxalá nos ofereceu e oferece presentes na NATUREZA com os Orixás,com a sabedoria milenar dos Guias; a certeza que só quem passa por essa provas pode e sente a grandeza do AMOR DIVINO UNIVERSAL, que está ao nosso alcance para chegarmos no DEPOIS, com a alegria da MISSÃO CUMPRIDA ( dessa etapa !! ).
Obrigado,
Pai Marco, Axé!
12 de novembro de 2009 at 18:01
Somos todos sabedores da existência espiritual, e pensando nesse contexto logo não há como negar a influência dos mesmos em nossa caminhada, não querer pensar no Depois é uma negação, e não aceitação que contradiz a esse entendimento.
Ser médium não é um peso ou fardo como muitos pensam e que com essa concepção, passam a negar qualquer abertura para exercerem tal faculdade. Fardo será o despertar tardio, onde essa negação se fará evidente, ante uma encarnação nada resgatadora, beneficiadora e até mesmo evolutiva; alias evolução todos temos, seja para o “alto” ou o “embaixo”, isso sim é uma questão de escolha; mas voltando….
Acima de nós existe uma família inteira trabalhando com muito amor e dedicação, assistindo nossos tombos e vitórias, sempre na esperança do despertar a espiritualidade…. esperando .. .esperando….. mas até quando ?!
Quem dera todos nós entendêssemos verdadeiramente o que é essa responsabilidade, e assim deixássemos de ser exclusivistas e pensássemos em chegar no certeiro Depois…. em boa companhia .
Não dá pra ficar pensando, né Pai ?!
Axé a todos