Axé a todos os Filhos de Pemba! Axé a todos os Filhos de Orixás! Axé a todos os Umbandistas que respeitam , amam e evocam os Orixás de forma digna, coerente e responsável. Lei de Pemba e Ação de Orixás a todos os umbandistas que desrespeitam, sujam, denigrem a natureza e a Umbanda.
Mês de dezembro tem festa na praia e comemoração a Yemanjá, mas no final nos deparamos com um saldo triste e lamentável de desrespeito dos próprios umbandistas com a Umbanda, com a sociedade e com
a natureza. É só andar pela praia na manhã seguinte de uma “festa” a Yemanjá que encontramos, junto à alegria e à beleza do nascer do sol, o reflexo feio e entristecedor que os “umbandistas” deixaram da Umbanda para a sociedade. São toneladas e toneladas de sujeiras nas areias das praias, algo incompreensível a qualquer um que tenha o mínimo bom senso, independente de religião. Afinal de contas, como aceitar objetos como vidros, madeiras com pregos, plásticos, comidas, fitas, pontas de cigarro, entre tantos materiais que sujam, machucam e matam sendo jogados ao mar? São objetos que algumas vezes são descarregados pela força da natureza nas areias das praias e em outras afundam no mar matando os animais marinhos sem dó ou piedade, portanto é muita incoerência aceitar que isso seja um ato religioso ou que faça parte de algo sagrado de uma religião.
Realmente, como umbandista, religiosa e Mãe, não vejo sentido, coerência e muito menos função nesses atos. Não consigo compreender essa ignorância cultural, ecológica, social e religiosa que os próprios umbandistas têm quando insistem em sujar descontroladamente a praia, o mar e a natureza como um todo.
Não consigo entender como Pais de Santo, Lideres religiosos, Sacerdotes, Babalaôs e Irmãos de Fé, em pleno século vinte e um, ainda acreditam e vivenciam a cultura de que Yemanjá atende aos pedidos que são colocados em barquinho de isopor e jogados ao mar; que Yemanjá, como Orixá vaidosa, gosta de pente de plástico, espelho e vidro de perfume e que, portanto, é preciso “dar” a Ela esses objetos como forma de presente. Será que ainda não entenderam que Yemanjá é VIDA e que isopor, plástico, vidro e ponta de cigarro MATAM?!? Somente sendo muito alienado para permitir que seus filhos e seu terreiro pratiquem tais atos que não são nada religiosos.
Não consigo aceitar que em meio a toda essa conscientização ecológica mundial ainda existam pessoas que se isentam de suas responsabilidades e acham que não há problema algum com a questão ecológica ou, pior ainda, que o problema é de responsabilidade somente do governo.
Se você ainda não consegue entender o sentido dessas palavras e contesta meu modo de pensar peço que, por alguns minutos, pense comigo: Imagine que você ou algum ente querido seu esteja brincando na praia, no mar, sob a energia vibrante do Sol e de repente perfure o pé em um prego enferrujado que está preso a uma madeira que fez parte de um barquinho jogado a Yemanjá. Neste momento você vai compreender o sentido religioso do prego e enxergar que esta dor e todo o transtorno causado por essa perfuração é algo sagrado? Depois deste episódio você vai aceitar a Umbanda como uma religião divina? Acredito que não! Acredito você irá reclamar, xingar e mal dizer a Umbanda e seus “desrespeitosos, ignorantes e porcos macumbeiros que se dizem religiosos e ainda têm a coragem de pregarem que a Umbanda só faz o bem”…
Acorde! Não dá para reclamar de discriminação e de intolerância religiosa se não há o mínimo de bom senso, cultura, tolerância e responsabilidade por parte dos umbandistas. Não há como lamentar que ninguém respeita a Umbanda se os próprios umbandistas não respeitam as pessoas, a sua religião e a natureza.
Sinceramente , amo Minha Umbanda, pratico-a e vivencio-a 24 horas por dia, mas quando vejo absurdos como esse onde os homens mascaram suas ignorâncias por trás da religião Umbanda tenho vergonha de dizer que sou umbandista. E é nesse momento que agradeço aos Orixás por MINHA UMBANDA ser tão diferente, ser tão responsável e respeitosa. É nesse momento que bato no peito e falo que a Minha Umbanda, a UMBANDA CARISMÁTICA, é praticada totalmente no sentido consciente e que é sentida e manifestada diariamente por seus praticantes, não apenas como religião, mas como religiosidade. É nesse momento que compreendo porque tantos perdem tanto tempo em mal dizer da Umbanda Carismática, afinal só se joga pedras em árvores que dão bons frutos. É nesse momento que rogo a Ogum e a Yemanjá para que tragam a Esperança e a Lei na vida de todos os umbandistas.
E se você ainda acredita que esse “simples” ato de sujar a praia e o mar não tem consequências para a natureza, veja essas imagens e conscientize-se:

Não seja conivente com esse crime! Confronte, discuta, opine, questione, faça diferente … Não deixe que esta prática odiosa continue sendo hábito. Faça você também a parte que lhe cabe!












15 de dezembro de 2009 at 23:18
Compartilho essa inconformação em gênero, número e grau. A desculpa nos guias e Orixás para os desequilíbrios dos homens está já enraizado no comportamento dos umbandistas: é a cervejinha que Ogum está pedindo, o cigarrinho para os compadres, o desrespeito com outras pessoas porque o “santo não bateu” – entre outros absurdos. Vemos, porém, nessa questão da sujeira nas festas de Yemanjá o triste Ápice da ignorância humana sob bandeira da Fé. Além de litros e mais litros de bebidas alcoólicas serem ingeridas por um único médium com a gira aberta, além da disputa entre terreiros pela maior tenda, maior número de médiuns e maior força dos guias, vemos tamanho desrespeito com a própria Umbanda, já que Umbanda é a própria manifestação da Natureza. Há beleza maior numa oferenda, com todo o Axé, de um pouco de champanhe (SEM DEIXAR A GARRAFA) e pétalas de rosa lançadas com carinho ao mar? Se quisermos caprichar mais para que Yemanjá se sinta mais homenageada ainda, vamos gastar todo o tempo e energia usados nos barquinhos e outros lixos para uma limpeza nas praias e divulgação de uma Umbanda Limpa.
Axé com muita consciência a todos!
15 de dezembro de 2009 at 23:48
Toda vez que vejo a sujeira deixada depois de festas ou oferendas nas praias, nas cachoeiras, nas matas, nos rios, nas estradas … não consigo acreditar que aquilo tenha sido feito por umbandistas. Não é possível que alguém cultue forças e pontos da natureza e depois deixe lá uma pilha de lixo que demorará anos para se decompor. É totalmente ilógico que uma pessoa pregue o amor, a fraternidade e a caridade e não se importe por estar provocando a agonia e a morte de seres vivos.Sinceramente não consigo entender pois tudo isso não faz sentido algum.
Sou Umbandista e tenho argumentos a favor da religião que amo para todos os questionamentos ou comparações que possam ser levantados por alguém. Bom, quase todos, pois infelizmente serei obrigada a concordar com aqueles que me disserem que não gostam da Umbanda pois é uma religião de gente porca e sem consciência ecológica.
Depois dizem que não sabem o porquê de tanta discriminação contra os umbandistas. Eu sei! A discriminação acontece por causa de gente que se diz umbandista, mas que no fundo nem imagina o que seja a Umbanda.
16 de dezembro de 2009 at 8:00
Senhoras,
Sabemos nós que os serviços públicos são para servir o publico. Toda casa que faz entrega na beira do mar paga á prefeitura local; tais tributos são pagos justamente para que na manhã seguinte à festa a praia esteja limpa para todos os banhistas.
Os terreiros fazem a sua parte, quando efetuam o pagamento. Estar no ponto de força é um direito das religiões de matriz africana assim como quem participa da MARCHA PARA JESUS aqui em São Paulo, evento que gera centenas de quilos de lixo, tem também seu direito de manifestação.
Vamos manter a auto estima, e garantir o direito de usar os espaços públicos.
NÃO QUEREMOS SER TOLERADOS E SIM RESPEITADOS
16 de dezembro de 2009 at 8:10
Axé Yara! Tenho certeza que no reino de Nossa querida Mãe e Senhora D’Água não entra serviço publico para fazer limpeza. Assim como tenho certeza que as ondas do mar não ficam esperando a prefeitura executar seu serviço para só depois se deixarem ser influenciadas pela força da Lua e do Sol e assim realizarem suas alterações de níveis, ou seja, a maré não pára e espera a prefeitura passar.
Veja só o exemplo do barco quebrado que está na foto acima. Ele foi encontrado, cheio de pregos expostos, na beira do mar no Parque Nacional da Jureia que é uma área de Reserva Ambiental e um dos últimos pontos de Mata Atlântica, o que nos faz concluir que esse barco não foi solto nessa região, mas foi parar lá. Portanto a prefeitura local não foi paga para recolher a sujeira e os destroços ficarão lá até que alguém tenha a boa vontade de retirá-los e jogá-los em local apropriado, coisa que, com certeza, não será feita por nenhum membro das religiões de matriz africana, estou errada???
E aí, o que fazemos quando vemos banhistas reclamando, apontando e inconformados com a cena? Falamos que é sagrado? Falamos que é culpa do governo? Falamos que na Marcha para Jesus eles também fazem a mesma coisa? É claro que NÃO! Mesmo porque na Marcha para Jesus não acontecem matanças marítimas, “acidentes” ecológicos e muito menos são gerados perigos à sociedade.
PORTANTO, É PRECISO RESPEITAR PARA SER RESPEITADO!
16 de dezembro de 2009 at 8:15
Penso que em primeiro lugar está CUIDAR DA NATUREZA, cuidar do que nos foi dado gratuitamente. Vemos que isso não está acontecendo e isso está sendo dito todos os dias em todos os meios de comunicação.
E nós UMBANDISTAS temos sim o direito de “usar” os pontos de força da natureza mas antes do direito vem a obrigação. E nossa OBRIGAÇÃO é cuidar de nosso ponto de força, senão daqui há alguns anos nem mais pontos de força teremos. Isso é tão óbvio !
Maltratar o planeta achando que “Prefeituras” virão limpar depois é COMODISMO demasiado , pagar taxas não significa que nossa responsabilidade fica limitada a isso. Pensamentos como esse significa não perceber as consequências de seus atos. Isso é incompatível com quem se diz pertencente a uma das diversas religiões de matrizes africanas.
Umbandista que ama e entende sua religião cuida da natureza porque é dela que vem toda sua força.
Cuidar e limpar sim das praias ! Cuidar e limpar sim das matas!
Dos rios, das ruas, das estradas, encruzilhadas, cemitérios !
16 de dezembro de 2009 at 8:20
Sinceramente não entendi! Quer dizer que pagamos à prefeitura para limpar o fundo do mar? Porque o lixo jogado na praia é carregado para o mar. E quando se trata de outros pontos de força, também pagamos à prefeitura para limpar as cachoeiras, entrar nas matas para retirar o lixo, mergulhar nos rios … ?
Convenhamos, né? Dizer que o fato de pagarmos impostos nos dá pleno direito de deixar tudo sujo e de jogar lixo em qualquer lugar porque a prefeitura é obrigada a limpar é o cumulo da falta de bom senso e responsabilidade.
Certamente a Umbanda não precisa ser tolerada, muito pelo contrário, nós Umbandistas queremos ser sim respeitados! E eu, particularmente, não tenho respeito algum por pessoas que, por exemplo, abrem o vidro do carro para jogar na rua uma lata de refrigerante. Como podemos exigir que as pessoas tenham respeito por um bando de gente que suja e polui um local que é bem comum? E o pior é que ainda têm a coragem de chamar este local, que elas mesmas sujam, de “sagrado”. Oras, na minha humilde opinião um local sagrado deve ser tratado realmente como sagrado, nada menos que isso.
16 de dezembro de 2009 at 10:24
Realmente, temos que evoluir, e não deixar que o materialismo tome conta de nossos trabalhos de umbanda, podemos muito bem oferecer à nossa querida Umbanda orações, preces aos nosso consulentes e quando for necessário até fazer as tão necessárias oferendas mas tomando cuidado para não transformar esse ato num ato de desrespeito com nossos semelhante e outros seres que habitam nosso planeta. Já passou da hora de mudar!
Parabéns, Mãe Mônica pela reflexão e que Oxalá ilumine os nossos irmão, que ainda vivem na ignorância.
16 de dezembro de 2009 at 10:30
É lamentável ver uma cena como essa, sujeiras na praia depois de uma linda festa à Yemanjá, barquinhos, garrafas, cigarros, enfim, temos que ter consciência de que, quem faz isso é o ser humano e quem leva a culpa é a religião, portanto se quer ser realmente umbandista, que tal começar com a limpeza e organização das festas e giras?? É desrespeito com todos os irmãos umbandistas e com todos as outras pessoas, é triste ir a praia no dia seguinte de uma festa para Yemanjá, e ver lixo jogado na areia e além disso os animais que confundem os “plásticos” com comida e que, podem chegar a MORTE. Chega de irresponsabilidade, se TODOS (não só os umbandistas) tivessem um pouco de ORGANIZAÇÃO, com a sua própria sujeira, garanto que não teria problemas com pessoas se machucando com “pregos” dos barquinhos, morte de animais marinhos e a triste cena de praia e mar sujos… PENSE E FAÇA COM CONSCIÊNCIA!
16 de dezembro de 2009 at 10:32
Pois é, sempre pensei que se não acho justo alguém entrar em minha casa e despejar seu lixo, como vou fazer isso na casa alheia e ainda mais nos pontos de força de um Orixá. Se cultuamos Orixás que são ligados à natureza é irracional que entremos nos pontos de força para nos beneficiarmos das energias e depois sair deixando sujeira. Evolução é ter consciência e preservar aquilo que Deus nos deu, oferendar é agradecer e não barganhar, ter consciência de que mais vale um coração limpo do que uma oferenda material.
Preservar a natureza é dever de todos, umbandistas ou não.
16 de dezembro de 2009 at 10:33
Eu também concordo com este artigo! Amo minha religião e isso foi um belo puxão de orelha, pois ainda vamos homenagear nossa mãe Yamanjá, e agora me sinto na obrigação de fazer com que meus irmãos e minha Mãe entendam que é hora de mudar esta homenagem, pois ha muito tempo já não deixamos restos na praia , como garrafas, mas temos que tomar ciência quanto às flores e outras comidas, evitar oferendar pentes e espelhos pois o perfume depositamos diretamente no mar, que também entendo não ser o correto. Mas assim vamos divulgar este entendimento acima no artigo aos demais terreiros, pois não vamos deixar limitar somente aqui.
Obrigada.
16 de dezembro de 2009 at 10:55
Axé Mãe Mônica! Parabéns por novamente abordar esse tema que infelizmente ainda temos que debater. Uma ideia de muitos anos na mente fica difícil de mudar, mas quando temos informação, provas, fotos que não mentem, acho que devemos começar a questionar se os meios que usamos estão certos ou errados. É maravilhoso oferendar nossos amados Orixás, mas como podemos querer mostrar nossa religião tão bela, onde seu Santuário é a Natureza, e nós mesmos ainda sujamos e denegrimos o nome da Umbanda com praticas que um dia foram, até por falta de uma compreensão maior, praticadas, mas hoje não pode ser mais possível tais aberrações. Talvez contrariando interesses, mas temos que mudar, respeitar nosso Templo, ou alguém já viu os católicos indo à igreja e jogando coisas no chão, os evangélicos em seus templos pichando paredes e destruindo coisas, ou qualquer outra forma de religião fazendo essas coisas que não condizem com o respeito e agradecimento por bençãos recebidas. Claro que não! Então porque nós umbandistas temos que ser assim, não vou ficar repetindo o que o TEXTO tão claro nos mostra, Graças a Oxalá pertenço a esta corrente e a essa nova visão da Umbanda, que tanto vem pregando uma nova postura, uma Umbanda de respeito por todos, mas antes de querermos o respeito, aprendi que temos que dar o exemplo primeiro.
Mais uma vez parabéns pela coragem de abordar temas tão polêmicos, mas que precisam ser debatidos e conceitos mudados, pois o dia que eu não puder mais rever, discutir, mudar, meus conceitos, acho que parei na evolução. Que meu Pai Obaluayê nunca permita minha estagnação.
Axé e um Feliz 2010 que a Luz de Oxalá brilhe em todos os corações e quem sabe com mais pessoas conscientes de seus atos e deveres.
João Carlos
16 de dezembro de 2009 at 11:14
Imagens falam mais que mil palavras!
Umbanda é respeito à natureza, mas sujar os pontos de força é desrespeito e irresponsabilidade. Que tristeza!
Os Umbandistas oferecem o coração, prestam contas e agradecem aos Orixás. Os Egoístas oferecem itens caros e poluentes, visando retorno rápido e assim jogam no mar, nas cachoeiras, nas matas, um pouco da sujeira que está de dentro de suas almas materialistas.
Materialistas dão de comer às supostas divindades, tentando comprá-la. Os umbandistas comungam com seus irmãos e com as entidades que lhes auxiliam.
Acho que esses irresponsáveis que se dizem umbandistas deveriam se perguntar a quem estão servindo quando fazem tanta sujeira! Mas é claro que a educação vem de dentro de casa, ou melhor de dentro do terreiro. Acho que quem não tem esse nível de educação e doutrinação em seu terreiro deveria pensar bem se realmente está no caminho certo.
Um Saravá Consciente para todos!
16 de dezembro de 2009 at 11:49
É, realmente isso acontece mesmo, e não é só nas praias.
Na tenda que frequento, os nosso guias sempre falam que “quem deixa rastro é bicho. O povo do Alto não deixa rastros por onde passa”.
E nós temo que dar exemplo.
Salve.
16 de dezembro de 2009 at 12:02
Antes de a minha fé ser fundamentada na Sagrada Umbanda, eu já achava abominável a atitude de quem, a título de demonstração de adoração e fé, já destruía a natureza por conta destes sentimentos, que ao contrário das atitudes, são nobres.
Hoje, após conhecer um pouco nossa Umbanda querida, juro que não consigo entender tamanho desrespeito para com aqueles que veneramos em nossos terreiros e giras, que são nossos Guias e sagrados Orixás. Como pode alguém conceber que Yemanjá ficará feliz se alguém sujar sua casa (se alguém suja minha casa eu odeio, imagine nossa Mãezinha) ou então Oxossi adorar que alguém deixe restos de oferendas jogadas pelas matas, destruindo, aos poucos, seu campo santo.
Caros Umbandistas, tenhamos consciência de nossos atos e vejamos, de fato, o que nossos Guias e Orixás querem que façamos para demonstrarmos, por menor que seja, nossa fé. Façamos isto sem agredir seus pontos de força e, pior ainda, sem destruirmos a Mãe Natureza, que já sofre tanto com nossa ignorância.
Que Oxalá nos abençoe a todos sempre.
16 de dezembro de 2009 at 12:07
Umbanda é natureza, é vida….como conceber tais atos? Isso resume uma frase conhecida por todos nós: “jogar contra o patrimônio”
Que a responsabilidade seja nosso primeiro ato diante do sagrado.
Axé
16 de dezembro de 2009 at 12:22
Oi Mãe Mônica adorei esse recado. O próprio umbandista suja a praia e isso é uma coisa que todos nós precisamos ter consciência, que sujando a praia estaremos matando muitos animas. A culpa é de todos nós, vamos ter respeito pelos animas e principalmente com o próprio ser humano.
Muito axé para todos da Umbanda Carismática!
FELIZ NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO
QUE OXALÁ ABENÇOE
16 de dezembro de 2009 at 13:22
Aprendi que ser umbandista é passar por uma grande “reforma íntima”, onde devemos reavaliar os nossos valores, pensamentos, ações e atitudes.
E porque não passar por uma “reforma” em nossa consciência ecológica? O agradecimento perde o sentido quando deixamos lixo no local, seria melhor ficar em casa do que ir agradecer dessa forma.
Tenho certeza que ser umbandista é muito mais que rezar cultuar e agradecer. Ser umbandista é respeitar a natureza sim! Chega de festa com barquinho de isopor (ou até mesmo de madeira como está na foto), garrafas e vidros. Vamos fazer a festa, recolher o lixo e depois RECICLAR!
Se todos que fazem festa na praia recolhessem o lixo, teríamos outra imagem perante a sociedade e não teríamos que ouvir como foi dito “desrespeitosos, ignorantes e porcos macumbeiros”.
Oro para que um dia todos os que se julgam UMBANDISTAS passem por essa reforma e entendam que consciência ecológica está ligada diretamente ao respeito aos Orixás.
Axé a todos!
16 de dezembro de 2009 at 13:23
Me entristece saber que ao mesmo tempo que tomamos todo o cuidado para não deixar vestígios de nenhuma natureza na praia – e podermos sair de lá com o espírito leve e a consciência limpa – outras pessoas são tão egoístas e não se preocupam com isso!
Parece que algumas pessoas se preocupam tanto em mostrar exteriormente a sua fé, através de oferendas caras, grandes e “bonitas”, que se esquecem que as principais oferendas somos nós mesmos: são os nossos sentimentos; a nossa fé; a nossa alegria e a nossa postura.
16 de dezembro de 2009 at 15:25
Mãe Mônica, muito Axé!! Concordo com tudo o que está contido neste artigo, pois é a realidade pura, e é doloroso ver a orla da praia toda suja com velas, pontas de cigarro, pratos descartáveis, garrafas e até um barco cheio de pregos na areia.
Acredito que a Nossa Mãe Yemanjá, Mãe Geradora, Mãe da Vida, deve ficar muito triste em ver seu ponto de força sendo profanado, e desrespeitado, por pessoas que se dizem umbandistas, sem um pingo de consideração ao meio ambiente (MEIO AMBIENTE: Aurélio: Conjunto de condições NATURAIS e de influências que ATUAM sobre os ORGANISMOS VIVOS e os SERES HUMANOS).
Podem falar o que for de Nossa Umbanda, mas tenho orgulho, de ser médium desta casa, pois uma das coisas que mais trabalhamos é a consciência ecológica, o respeito aos pontos de força dos nossos Sagrados Orixás, e como a senhora diz: Mãe Yemanjá, gosta do perfume e não do vidro que é lançado ao mar.
Uma pena, a ignorância daqueles a quem devemos chamar de irmãos de fé, não se importarem com a agressão que é realizada a nossa Mãe Natureza. É necessário trabalhar muito, para que o ser humano deixe seu egoismo de lado e tenha ciência de que faz parte de um todo e que o que afeta um, afeta a todos. Somos parte da natureza e a natureza faz parte de nós.
16 de dezembro de 2009 at 18:36
É uma pena que as pessoas não tem consciência do que estão fazendo com nosso planeta !!!
Se ao menos cada um no mínimo ajudasse teríamos um mundo bem melhor, aos poucos com muita esforço e paciência, vamos conseguir um mundo bem melhor.
Att.
Aleksandro
16 de dezembro de 2009 at 19:48
JOGAR LIXO EM LUGAR INAPROPRIADO DEVERIA DAR MULTA. A REINCIDÊNCIA DEVERIA DAR CADEIA!
Já imaginou a cena? Um bando de ignorantes lançando um barco cheio de porcaria no mar e quando voltasse pra areia … CADEIA!
Sei que ia aparecer um monte de gente dizendo que isso é contra a liberdade religiosa e etc, mas francamente…. lançar lixo na natureza não tem nada de religioso, sagrado e nem muito menos de gratidão.
Não precisa ser muito inteligente pra ver que Iemanjá e nenhum Orixá gosta de sujeira. O que você sentiria se você abrisse a porta da sua casa
e se deparasse com um monte de garrafas, pregos, pratos e copos plásticos e seu cachorro morto porque comeu isopor achando que era comida? E se no meio da porcalhada toda tivesse uma placa: “Muito Obrigado pelas bênçãos… assinado seu filho(a)”.
É PRECISO EVOLUIR. Não é possível que hoje a falta de educação, falta de consciência e ignorância seja vinculada a nenhuma religião, quanto mais a Umbanda que preza pelas forças da natureza.
EVOLUIR significa ter posicionamento, superar barreiras, se garantir. Pra se garantir tem que estudar, tem que pesquisar, discutir, ter mente aberta e isso por si só já desmotiva muita gente que prefere fazer por fazer porque sua avó ou bisavó fazia assim há 150 anos atrás. Evoluir dá trabalho e muita gente tem pavor disso.
Rezo e trabalho para que a próxima geração de Umbandistas possa se sentir livre de preconceito e discriminação. Que oferendas sejam oferendas ecologicamente corretas, que Exu não seja confundido com as maldades e crueldades do ser humano, que PombaGira não seja confundida com prostitutas e que bebidas e tabacarias sejam elementos magísticos e não sustentadores de vícios e egos.
Rezo e torço para que os umbandistas de amanhã não sejam alienados. Que eles saibam que estão vivendo num mundo globalizado onde o petróleo do pré-sal influencia a política de consumo mundial, que eles saibam o que está sendo debatido no COP15, que tecnologia e natureza podem coexistir e que qualquer ato ou gesto consciente ajuda a manutenção deste pequeno planeta criado especialmente por Olorum para a nossa evolução.
Neste momento só desejo mesmo que os “umbandistas” que emporcalham o mar saibam que as tartarugas respiram por pulmões como os seres humanos, porque seria pedir demais que eles soubessem que um desequilíbrio causado na cadeia alimentar (tartaruga) compromete todo um ecossistema.
É duro, biólogo e umbandista que trabalhou tanto tempo no mar e com tartarugas marinhas ter que ver uma cena dessas …
16 de dezembro de 2009 at 21:01
Como é maravilhoso saudar Mãe Yemanja !
Maravilhoso também é deixar a praia limpa sem nenhuma sujeira, nenhum resíduo, nem mesmo uma ponta de cigarro.
Umbanda Carismática.
Umbanda Consciente.
16 de dezembro de 2009 at 21:11
Absurdamente inaceitável um umbandista que acredita na força da natureza, nos Orixás, praticar sujeiras nas praias nas festas de Yemanjá. Imagino o guia olhando um ato como este, como seria a opinião dele sobre seu médium!!!
Que os Pais e Mães de santo se conscientizem e passem ensinamentos aos seus médiuns para assim podermos ter opiniões e atos como os descritos no texto. Ter preocupação com a ordem, a limpeza e organização é ter total consciência e crença da existência dos Orixás, forças da natureza.
Que Yemanjá possa ter orgulho dos seus filhos, que ao fazermos uma visita à Sua casa, a praia, nós tenhamos total respeito com sua morada, dando o que é de puro dentro de nós para termos merecimento em receber o axé dessa grande Mãe.
Salve a Calunga grande
Salve a Umbanda que ama Yemanjá
Salve a Lei de Ogum
Salve a Umbanda Carismática!!!
16 de dezembro de 2009 at 22:11
Que imagens mais tristes! Infelizmente isso é uma das coisas que realmente queimam a imagem da religião!
Isso é um grande desrespeito com a natureza! Apóio a ideia do texto: para homenagear Yemanjá não é preciso sujar todo o mar!
16 de dezembro de 2009 at 23:29
Vergonha alheia….
é o que sinto toda vez que passo numa encruzilhada, mata, praça, cachoeira, cemitério, praia….e vejo o rastro deixado por um ser inconsequente e sem o menor entendimento da sua religião.
Já tive que me calar ao ouvir um rapaz dizer que compreendia todas as formas de amor a Deus, menos aquela que deixou uma imensa sujeira em frente a praça que seus filhos brincam.
Vivemos uma inversão de valores e sentidos religiosos, o verdadeiro Umbandista ama a morada de seus pais, protege, luta pela sua preservação. Como nos dias de hoje é possível aceitar tanto descuido e desrespeito ao que nos é tão sagrado? … Como mostrar às pessoas que cultuamos a natureza, onde o que mais encontramos é o descaso? … É preciso recobrar a sanidade, ou que esses não-religiosos passem a fazer suas festas a beira do Tietê…. assim não correremos o risco da Lei voltar-se contra nosso culto.
Sujar o mar é como sujar a porta de entrada da morada dos nosso ancestrais, dá pra imaginar isso ?
É triste, muito triste…
16 de dezembro de 2009 at 23:36
Axé a todos os irmãos de fé.
Nem sei bem como dimensionar o tamanho da minha tristeza quando me deparo com todo esse lixo fétido e perigoso nas areias das praias que horas antes acolheram carinhosamente centenas de pés umbandistas. Umbandistas estes que estiveram ali recebendo o amor da Mãe das Mães, da nossa Mãe Yemanjá.
Chegar até o campo de força da geração da vida é uma benção, ou temos umbandistas que duvidam disso? Cantamos, dançamos, batemos cabeça, juramos amor, entregamos nosso coração e nosso espírito à nossa Sagrada Mãe. Será que fazemos isso mesmo? Ou aproveitamos dessa ocasião para, em nome dos Orixás e das Entidades, beber, fumar e comer até cair, escondidos atrás das nossas máscaras de médiuns incorporados?
Deem uma olhada nesta pequena mostra fotográfica… Onde está você umbandista que deixou as garrafas de bebida, as embalagens plásticas de perfume, os espelhos de plástico ou de vidro, os pedaços de madeira com pregos ou mesmo o isopor que horas antes era um barco, com a “intenção” de agradecer e homenagear Yemanjá? Será todo esse lixo o “grande lamento” de Yemanjá implorando a todos nós que paremos de brincar de médiuns? Umbanda é Natureza !!! Umbanda é Ar, Terra, ÁGUA !!! Como podemos delapidar de maneira tão grosseira e primitiva nossos Pais e Mães? Qual a diferença entre um homem que atira para matar seus pais carnais do homem-umbandista que “agradece” seus pais espirituais com TANTO LIXO?
Mãe Mônica, obrigada por ter trazido aos umbandistas esta matéria. Graças, graças infinitas a minha Mãe Yemanjá por eu ser uma umbandista consciente e sem medo ou vergonha de dizer que a sujeira é dos fracos de mente e de espírito. E para estes clamo que a justiça de Xangô seja executada por Ogum, e assim quem sabe ainda nesta encarnação eu possa ver, um dia após a festa para Yemanjá, suas lágrimas de pura emoção e alegria nas areais limpas das praias.
Peço agô a Yemanjá por todo umbandista que ainda não conhece a “grandeza” da nossa religião, muito menos da religiosidade que deveria habitar nossos corações.
17 de dezembro de 2009 at 1:58
Axé Mãe Mônica Caraccio!
Parabéns pela coragem de divulgar e manifestar sua indignação!!!
Concordo em número, gênero e grau…Nós Umbandista temos o DEVER de respeitar a Natureza.
Faltar com respeito a Natureza é faltar com respeito aos ORIXÁS.
Eu também me envergonho de ser umbandista quando vejo tudo isso! Mas, saber que não faço parte desta Umbanda, que não compactuo com esse desrespeito à Natureza e aos ORIXÁS, me faz sentir ORGULHO em ser Umbandista, SIM!!!
É lamentável!!! É doloroso!!! É inacreditável!!!
Como assim?!?! Pago taxa e ponto?? Ogum, meu Pai!!
Éh! O sonho de ver estampado na primeira página do JUCA: FESTA À IEMANJÁ=ZERO SUJEIRA — MILHARES DE RELIGIOSOS MANIFESTAM AMOR DEVOÇÃO E RESPEITO AOS ORIXÁS, APÓS FESTA A PRAIA SE MANTEM LIMPA…está muito longe de se tornar realidade!!!
Mãe,
continue semeando suas sementes. Cada uma delas há de dar bons frutos!
SOU CONSCIENTE, Graças a sua semeadura! e como Eu, tenho certeza que muitos fizeram a lição de casa… praticaram uma Umbanda limpa, consciente e respeitando a Natureza e nossa Querida Mãe Iemanjá!
Me conforta saber que ainda que falhe hoje, tem alguém disposta a ensinar como ser melhor amanhã!!!
Muito AXÉ…
Edna
17 de dezembro de 2009 at 9:02
Axé a Todos,
Não acredito que as pessoas precisam enxergar mais do que essas imagens e sentir pelas tempestades e inundações que estamos destruindo a natureza com tanta ignorância e passividade. Como já foi dito por muitos irmãos, quem cultua os Orixás tem responsabilidade moral de cuidar dos pontos de Forças… Eu abraço essa causa, pelo respeito ás Forças Divinas, pela responsabilidade que tenho como Umbandista e por aqueles que ainda encarnarão nesse plano!
17 de dezembro de 2009 at 9:32
Olá,
É inaceitável sem qualquer justificativa plausível alguém em seu juízo perfeito venha agredir a natureza de qualquer forma. Sou Umbandista, pratico a Umbanda, faço minhas oferendas, porém, sujar nossas praias é uma questão de cultura, educação e civilidade.
No dia seguinte bem cedo, fui visitar a praia onde realizamos nossa inesquecível comemoração a Mãe Yemanja, fiquei extremamente feliz em fazer a ultima verificação, se havia algum tipo de vestígio deixado involuntariamente por algum de nossos irmãos. Tudo estava conforme nossa Mãe Natureza assim deseja LIMPO!!!!!!!!!!!
A Umbanda já tem discriminações e pré-conceitos suficientes. Dá para imaginar o tamanho das agressões aos animais marinhos, sem contar com as garrafas quebradas que podem decepar o pé de uma criança que inocentemente vai brincar onde não é impossível enxergar a ignorância de irresponsáveis Umbandistas?
Fui criado e eduquei meus filhos com a consciência de que LIXO É NO LIXO, em qualquer lugar. Visito praias uma vida inteira; é triste, porém notório que alem das festas religiosas, esquecem os transtornos que o lixo está causando nas grandes capitais, principalmente em São Paulo.
Nas praias os canudinhos ,latas, garrafas, papeis, cacas de coco, alimentos , espetinhos,sacos plásticos, enfim Lixo é no Lixo,
Esperar a consciência de todos é pedir muito, mas, esperar que pessoas que têm ao menos uma formação religiosa, deveria não esquecer do PRÓXIMO, a NATUREZA AGRADECE!
Axé a todos…
17 de dezembro de 2009 at 10:32
A conciência ecológica é despertada no ser independente do seu segmento religioso . Cada um tem sua porcentagem de culpa perante tudo que está acontecendo e virá a acontecer neste âmbito .
Pagamos pelo tratamento e sistema de esgoto, mas vai da consciência de cada um o que é despejado ralo abaixo , se reaproveitamos o óleo de cozinha usado ou não . Pagamos pela limpeza das ruas e pela coleta de lixo , mas vai da consciência de cada um jogar lixo na rua , reciclar o lixo . Pagamos pela sacolinha do supermercado , mas vai da consciêcia de cada um usá-la ou não . Pagamos pelo conmbustível do nosso carro … Pagamos pela energia elétrica … Pagamos pela água … E pagar por tudo isso não nos insenta da responsabilidade para com o meio ambiente .
O “futuro” está aí , pensemos (um pouco que seja) nas futuras gerações . Um bom exemplo aos Paulistanos é o que foi e o que é hoje o Rio Tietê . Alguém aqui toma banho ou oferenda à Oxum as margens do Rio Tietê , na parte que corta a Capital ? E porque não ??
Consciêcia ecológica é algo pessoal , que procuro passar aos mais próximos ,e aos não tão próximos , através das minhas atitudes e aprendizados .É uma SEMENTINHA que se planta para reverter uma situação que já é GIGANTE.
Sabemos que nossa Religião é em vários aspectos tradicionalista , portanto cheia de tradições . Pais de Santo , Babalaôs , Dirigentes , Sarcerdotes têm papel fundamental para ajudar a despestar a conciência ecológica naqueles que esta consciência AINDA nao despertou , e quebrar com certas tradições ignorantes e inaceitáveis … este é um lado da moeda … o outro lado é o triste resultado mostrado aqui através das fotos , onde muitos não estão “nem aí” pra isso tudo.
Que Yemanjá gere em todos nós , Umbandistas ou não , esta CONSCIÊNCIA .
Muito Axé a todos .
17 de dezembro de 2009 at 10:35
Orixá nao deseja que seu filho colabore para que a natureza seja destruida, mas sim que seu filho permita que a natureza continue pura, bela, limpa para que a sua força energetica fortaleça a toda humanidade. Que os verdadeiros filhos e filhas de santo cultuem sim a força restauradora da Mãe Natureza. AXE!, LUZ! AMOR! RESPEITO! SOLIDARIEDADE!
17 de dezembro de 2009 at 11:28
Axé a todos
Além dos escrito anteriores vou um pouco mais longe as federações deveriam entimar os pais de santo para ficarem para o dia seguinte e ver que tudo o que ele despachou voltou para a praia .
E mudando de local mas não de asunto , as entregas e desperdicio que são colocadas nas ruas da cidade , isso é necessario?
Será que os amados Orixas pedem isso , sujar as ruas , matas , cachoeiras e etc , só para nos termos algum beneficio , será que estamos pensando , nas natureza, nos Orixas ou em nós mesmos?
17 de dezembro de 2009 at 12:54
Sim, temos direito de manifestar nossa fé e utilizarmos os pontos de força, para saudar, agradecer, oferendar nossos Sagrados Orixás, isso é líquido e certo perante a Constituição, agora sobre o comentário de que ao recolher taxas para a prefeitura local, a mesma deve retirar o lixo, é se colocar numa posição bastante cômoda. Já que tem alguém que faz….Não quero nem saber…. Creio que os terreiros poderiam fazer mais. Da hora do encerramento dos trabalhos religiosos até as equipes de limpeza entrarem em ação muito lixo já foi lançado na orla da praia e a população acaba presenciando toda a sujeira deixada por aqueles que dizem respeitar a natureza.
O que falta é ter ATITUDE, digo ATITUDE DE CIDADANIA, não é porque pagamos tributos que lavamos as mãos, fechamos nossos olhos e ouvidos e não nos importamos com o que está ao nosso redor, ainda existem pessoas que não acreditam que somos parte integrante desse grande organismo vivo que é a Mãe Terra.
Isso já não é um assunto somente de ordem religiosa é uma questão de educação, e consciência.
17 de dezembro de 2009 at 14:22
Infelizmente tem muita gente ignorante se achando Umbandista. Que Umbandista é esse que agride a natureza, e acha que está sendo religioso?
Será que em suas casas ao ascender uma vela, ao final deixa o resto da vela em qualquer lugar? E ao fazer um banho de ervas, o que restou fica espalhado pela casa? Ao defumar sua casa, o resto do carvão fica espalhado pelo chão ou sobre sua mesa ou cama? Acredito que não né! Todos querem suas casas limpas….
Então que tipo de pessoa suja e desrespeita a casa de nossa mãe Yemanjá, e ainda se diz MANIFESTAÇÃO DE RELIGIOSIDADE! ABSURDO!
Tem que respeitar, ter consciência e bom senso e ASSIM GARANTIR O DIREITO DE USAR OS ESPAÇOS PÚBLICOS.
Que OGUM esteja em ronda…….
17 de dezembro de 2009 at 16:00
Essa vai para a Mãe Mônica Caraccio, peço as vossas bençãos e deixo as minhas bençãos. Querida Mãe Mônica, eu entendo o ponto de vista expresso por vós quando respondeu para a nossa irmã Yara. Sei que a resposta foi pensando na imagem umbandista e nos pontos vitais da umbanda “A natureza” onde o cerne da religião está presente. Porém olhando pelo ponto de vista da nossa irmã Yara, ela também não deixa de ter razão… Não pela sujeira e degradação ambiental deixada pelas pessoas, mas pelo fato do pagamento cobrado em nome da “assistência dada pelo ORGÃO MUNICIPAL”, achei a sua retórica explicando que a “marcha para Jesus” não causa danos a vida urbana, porém, ha que se lembrar e divulgar que as enchentes na capital se deve 80 % ao lixo jogado nas vias publicas, o qual com certeza a “marcha para Jesus” a “parada gay” e outras manifestações publicas deixam profundas sequelas a sociedade como um todo.
Minha Opinião: Não serei mal educado, porque meu vizinho, chefe ou parente é mal educado. Muita Paz sobe o manto de nosso Divino Pai Oxalá Iê.
17 de dezembro de 2009 at 16:05
A consciência ecológica de um ser deveria ser exercitada e praticada desde sua criação pois faz parte da cultura, da educação e da responsabilidade, mas vivemos num mundo onde quase todos acham que a natureza superará ou que alguém fará, este é o pensamento enraizado.
Nós umbandistas que cultuamos as forças da natureza deveríamos ter dentro de nós latente além do amor, o respeito por estas forças darmos o exemplo aos outros que a protegemos, amamos tudo que Olorum nos proporcionou. O valor é inestimável quando vemos um amanhecer ou um entardecer numa praia, numa cachoeira ou numa mata limpa, preservada a energia é esfuziante. São sensações abençoadas que representam a própria materialização do Sagrado.
Gostaria que todos os umbandistas seguissem o bom senso e enxergassem o quanto profanam estes campos sagrados e estigmatizam nossa querida Umbanda como “porcaria, porcos, sujos” e dessem o exemplo para os mesmos que nossa religião é a única que reverencia a natureza da forma mais cristalina, respeitando a tudo e a todos. Espero realmente que se conscientizem e comecem a praticar o respeito e o amor por um todo, para “limparmos” definitivamente o nosso “Sagrado”.
17 de dezembro de 2009 at 16:55
Bom dia a todos os irmãos de fé!
Realmente há algo incoerente em dizermos ser a Umbanda uma religião espiritualista, que cultua as forças da Natureza e ao mesmo tempo, praticarmos tantos rituais que emporcalham estas mesmas forças da Natureza… há algo incompatível nisto…
Eu acho lindas as manifestações de fé que praticamos na praia, não pude ir no dia 05 de dezembro passado prestigiá-las a noite, mas no dia 06 de manhã, fui levar meu filho andar na praia, próximo donde haviam ocorrido os trabalhos.
De alguns centros, víamos só os riscos na areia, demarcando o terreiro, mas de outros… velas, flores, garrafas, copos, pontos e símbolos riscados, comida, pratos, fitas, ou seja, sujeira, sujeira e mais sujeira.
Acho que realmente esta na hora de revermos nossos conceitos sobre como cultuar a Natureza. Podemos praticar nossos rituais sim, mas devemos nos lembrar que estamos em um espaço público e do mesmo modo que não iremos deixar nossos terreiros cheios de entregas (=sujeiras materiais) ou despachos (=sujeiras materiais), não devemos deixar estas coisas em áreas públicas. Não é sinal de fé e nem é bonito!
Quiçá um dia possamos ser considerados uma religião exemplar e admirada, pois se até hoje somos tachados por outras religiões, por causa de nossos próprios atos e manifestações, cabe a nós mesmos mudarmos esta situação, ao invés de ficarmos reclamando ou justificando que fazemos porque as outras também fazem.
Não custa nada levarmos alguns sacos de lixo e no final dos trabalhos recolhermos tudo, é nosso dever, é nossa obrigação, não só com a sociedade, mas com nossa crença, nossos Orixás, nosso culto a Natureza.
E talvez até a taxa da prefeitura não diminui…
E o barco para Yemanjá, não precisa ir para o mar, esta Orixá já está recebendo nossos pensamentos e intenções (antes de sairmos de nossas casas), mesmo o barco ficando o tempo todo na areia, que até onde sei, também é sua casa. Umbanda é espírito, é energia, matéria é supérfluo, ou pelo menos, deveria ser…
Pensemos! Axé e Luz a todos!
17 de dezembro de 2009 at 17:38
Fico pasma, como muita gente polui o ambiente que vivemos, e o ambiente dos sagrados. Acho que está na hora de muitos se conscientizarem da sujeira que produzem.
Peço desculpa aos demais, mas minha opinião é a seguinte: sou contra até a ser colocados nas aguas, em época de festa, barquinhos oferecidos para Yemanjá (sua festa geralmente é no final do ano, certo?!). Pois se andarmos na beira da praia, mais ou menos no mês de abril, maio, encontra-se ainda restos de isopor e caules de flores.
Acho que se acendermos uma simples vela na beira da praia, concientemente, os Sagrados, verão que estão sendo feitos pedidos e agradecimentos. Como digo, simplesmente eu acho – posso não estar certa, mas vejo o lado de se conservar lugares Sagrados, para que não deixem de existir um dia. Assim serve, para as matas, as cachoeiras, os rios, as pedreiras, o mangue, o lodo, e todo espaço mantido como FORÇA DE ORIXÁS E ENTIDADES.
Obrigada e Axé a todos.
17 de dezembro de 2009 at 19:50
Sempre leio os comentários dos artigos porque dá oportunidade de conhecer diferentes visões e pontos de vista. Me faz pensar e refletir. Normalmente os comentários por si só encaminham as idéias divergentes e por isso mesmo não existe a necessidade de réplicas ou tréplicas infinitas. Isso só acontece em blogs de qualidade, tanto dos artigos quanto dos visitantes.
Mas lendo um comentário lá em cima fiquei surpreso com a tacanha forma de pensamento e escrevo só para ver se estou lendo errado ou se é isso mesmo.
Pelo que foi escrito…
… pagamos taxa para poder sujar a praia. É isso mesmo? Se for não sei o que é mais bisonho:
1) achar que a sujeira lançada no mar volta ao mesmo ponto (???) – tipo a maré, ventos e ondas não existem. Isso que é conhecer as forças de Iemanjá!
2) achar que pagar para a prefeitura limpar é exercer cidadania ou fazer a nossa parte – Não existem garis mergulhadores assim como não existem caminhões de lixo no formato de embarcação ou submarinos.
Acho que vale o esclarecimento: taxas ambientais quando pagas devem ser revertidas em ações ambientais de preservação, o que vai muito além de recolher lixo. Exercer parte da cidadania não é pagar para estragar, é fiscalizar e cobrar ações dos órgão competentes porque é mais fácil acreditar em Papai Noel do que crer que a prefeitura vai fazer sua parte.
Com esse pensamento pra lá de esdrúxulo teremos daqui a pouco gente achando que dá para fazer festas de Oxossi derrubando árvores, fazendo queimadas e poluindo o solo, porque basta pagar para poder estragar.
“… se a MARCHA PARA JESUS pode sujar as ruas na sua manifestação religiosa porque não podemos sujar a praia? ”
Não sei o que é pior, achar que alguém fica feliz em emporcalhar o ambiente ou então se igualar a uma coisa que é notadamente ruim. É o típico pensamento: se o outro pode porque eu não posso? Se um rouba porque eu não posso roubar? Se um mata porque eu não posso matar? Se outra religião suja porque eu não posso sujar?
Garanto que ninguém olha a sujeira produzida pela Marcha de Jesus e pensa “Que lindo!, quanta sujeira! Jesus não se importa, eles pagaram então beleza!” Estúpido isso não?
A parte que cabe a cada ser religioso do planeta é amar a tudo e a todos como Alguém já tentou ensinar e foi execrado. É amar a natureza e tudo que faz parte dela, é amar o semelhante, o próximo mesmo que esse próximo ainda nem tenha nascido.
Para AMAR é preciso conhecer.
Para conhecer é preciso estudar.
Estudar dá trabalho e requer disciplina.
AMAR sem atitude e postura não vale NADA!
Se só a palavra trabalho já causa horrores imagina quando se fala em Trabalho, Estudo e Disciplina??? Entendo porque tem gente que acha que é melhor pagar para ser respeitado.
Axé irmãos, muito trabalho, estudo e disciplina pra todos nós!
17 de dezembro de 2009 at 22:05
Se acessarmos jornais ou qualquer meio de comunicação sério, veremos notícias sobre as calamidades que estão acontecendo como resposta da Natureza aos nossos atos inconsequentes: enchentes, terremotos, aquecimento global, previsão de desaparecimento de países-ilhas a curto prazo e outras calamidades.
Num passado recente, olhávamos essas manchetes dando graças a Deus por tudo acontecer do outro lado do mundo… hoje sabemos que vivemos num mundo globalizado onde as ações que fazemos aqui ou do outro lado do planeta têm resultado imediato na Natureza – não dá pra deixar a responsabilidade pro outro, temos que fazer JÁ, AQUI, AGORA E URGENTEMENTE.
Trazendo isso pra nossa realidade umbandista, é inadmissível esperarmos que a prefeitura local limpe toda a sujeira deixada pelos “umbandistas-inconscientes” na noite anterior, isso é negar a responsabilidade de um ser social, ou seja, de pessoas que vivem em sociedade.
Parabéns pelo excelente texto, que é um alerta e um convite para tomarmos uma nova atitude.
Savará irmaõs de Fé!
17 de dezembro de 2009 at 22:10
Existem muitos preconceitos com respeito à religião Umbanda. Quando se veem despachos nas esquinas das ruas se atribuem todos a “Umbanda” ou “Candomblé”,sem distinção…e as pessoas que não se interessam em se aprofundar, em conhecer…pensam que Umbanda é uma religião que se baseia só em rituais de Crendices e Superstições. Se existe Ignorância a respeito da religião Umbanda desde fora, a Ignorância continua …do lado de dentro.
Desta forma, os Rituais ricos em Espiritualidade e Beleza podem deixar resíduos que agridem o meio Ambiente e cria uma péssima impressão naqueles que não conhecem na sua Essência a nossa religião Umbanda criando nos Umbandistas um sentimento de Pesar e tristeza e em outros…indignação. Vamos dar o Exemplo e mostrar para o mundo Afora que Nossa Umbanda tem FUNDAMENTO. Vamos continuar com nossos Rituais, respeitando a todos e a nós mesmos. E tomar muito cuidado para não repetir erros que provocam situações como as que mostram as fotos do Blog.
Parabéns!!! Pelo apelo e desde já convidemos a todos os simpatizantes da Umbanda a estudar , aprofundar os conhecimentos a respeito da nossa religião. Assim poderemos ser um pouco melhor amanhã do que hoje. Que nosso Grande Pai Olorum nos proteja e guarde…muito Axé para todos nós.
17 de dezembro de 2009 at 23:36
Não da para acreditar que esta moeda tenha dois lados, não faz sentido…deveria ter um lado só, afinal o maior comentário na mídia hoje é sobre o aquecimento global, onde temos grande parcela de culpa. Aprendi uma frase que encaixa muito bem: é muito mais fácil culpar os outros, e mais, é muito difícil bater no peito e dizer É MINHA CULPA!
Parabéns por esse trabalho de conscientização, não só umbandista, mas humana!
Axé
Andréa Vieira.
17 de dezembro de 2009 at 23:46
Parabéns mãe Mônica e aos demais irmãos Umbandistas que apoiam a causa levantada de que Umbandistas não devem degradar a natureza.
Esta semana ouvi o presidente de uma grande empresa dizer “nosso compromisso não é deixar um mundo melhor para nossos filhos mas sim filhos melhores para o nosso planeta” e esta frase se encaixa perfeitamente no contexto desta discussão. Temos que ser melhores seres humanos, cidadãos e Umbandistas, e temos portanto a obrigação de alertar e orientar nossos irmãos quanto a esta prática abusiva, desrespeitosa e mal educada de deixar lixo, seja ele “sagrado” ou não, as margens da natureza.
Para mim oferendar e não recolher, para deixar a natureza igual a que encontramos, é falta de educação, falta de cultura, falta de respeito aos Orixás e muita pobreza de espírito.
Trabalhemos então para deixar e forma melhores Umbandistas para nosso planeta, pois ele realmente é o maior presente sagrado de Olorum a toda as espécies viventes. ESTE É UMA OBRIGAÇÃO DE TODOS NOS UMBANDISTAS.
Saravá, Reginaldo
18 de dezembro de 2009 at 7:49
AXÉ MÃE MÔNICA E A TODOS OS UMBANDISTAS CONSCIENTES,
ESTE ANO NÃO PUDE ESTAR PRESENTE NA FESTA DE NOSSA MÃE YEMANJÁ NA PRAIA. ACOMPANHEI MINHA MÃE EM SUA INTERNAÇÃO NO HOSPITAL E, COMO FAÇO SEMPRE, LEVO JUNTO A IMAGEM DE YEMANJÁ ( DA QUAL MINHA MÃE TEM GRANDE HONRA EM SER SUA FILHA) PARA PROTEGÊ-LA.
NA SEGUNDA-FEIRA ENTROU NO QUARTO UMA ENFERMEIRA E SE ENCANTOU AO VER A IMAGEM E DISSE QUE TINHA IDO ÁS FESTIVIDADES NA PRAIA JUNTAMENTE COM O TERREIRO QUE ELA FREQUENTA. FALOU DA BELEZA DAS FESTIVIDADES, DA ENERGIA MARAVILHOSA QUE LÁ REINAVA MAS, FALOU TAMBÉM DA SUJEIRA, DA IMUNDÍCIE QUE DEIXARAM TAMBÉM COMO “PRESENTE Á NOSSA SAGRADA MÃE”.
NÃO COMPREENDO COMO PODEMOS LOUVAR, NOS REVERENCIAR PERANTE O PONTO DE FORÇA DE NOSSA MÃE YEMANJÁ, TORNANDO-O UMA “LATA DE LIXO”. O PIOR É VERMOS OUTROS UMBANDISTAS DEFENDEREM ESSE ATO E JUSTIFICANDO QUE OS EVANGÉLICOS SUJAM AS RUAS E POR ISSO TAMBÉM PODEMOS FAZER A MESMA COISA!!!!! ISSO ME LEMBRA A LEI DO “OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE” A QUAL, PERMITE QUE RESPONDAMOS COM A MESMA AÇÃO O QUE OS OUTROS FAZEM… REALMENTE LAMENTÁVEL ESSE PONTO DE VISTA.
ODOCIÁ MINHA MÃE, ODOCIÁ POR EU TER EM MINHA VIDA MÃE E PAI DE SANTO CONSCIENTES E RESPONSÁVEIS.
ODOCIÁ POR EU TER COMO RELIGIÃO A “SAGRADA UMBANDA CARISMÁTICA”
AXÉ A TODOS,
TERESA
18 de dezembro de 2009 at 9:02
TEMOS SIM O DIREITO DE ESTAR NOS PONTOS DE FORÇAS, MAS NÃO O DIREITO DE SUJAR EMPORCALHAR ESSE MESMO PONTO DE FORÇAS,PARA FAZER-MOS AS NOSSAS OFERENDAS EXISTE OS SANTUARIOS COMO O DE SANTO ANDRÉ E NAZARÉ PAULISTA, LUGAR APROPIADO PARA ISSO, NA PRAIA QUE É UM LUGAR PUBLICO DEVEMOS APENAS CONTEMPLAR A NOSSA TÃO AMADA MÃE IEMANJA E RECEBER A VOSSA BENÇÃO
18 de dezembro de 2009 at 9:43
Axé Mãe Mônica,
Para mim, o ato de sujar a natureza é inaceitável, independente de religião.
Mas como a Umbanda é a própria natureza, todos os Umbandistas têm que ter consciência de que temos que zelar SIM, pela natureza, não espalhando, não só lixo, mas não fazer algo que possa prejudicar o que a nós foi dado de graça; e lembrar sempre que após realizar a festa de Yemanjá, não esperar que o serviço público, seja lá de onde, venham limpar a sujeira que ficar, caso contrário, é sinal de que ainda não tem consciência do que é ser Umbandista.
Axé a todos
Regina
Sou Umbandista praticante.
18 de dezembro de 2009 at 17:24
Acredito que o que fazemos é muito pouco. Não temos educação ecológica. Não temos consciência para fazermos mais. De uns anos para cá é que estamos sendo alertados para os riscos de não fazermos nada. Estamos começando a nos preocupar com o que vai acarretar o deixar oferendas na praia. Até que enfim as pessoas estão falando o que vai acontecer com uma simples bituca de cigarro que deixamos na areia. Faço muito pouco, mas estou cada vez mais tentando ajudar, levando garrafas e outras coisas para reciclar e a cada dia procuro mais no que posso ajudar mesmo que seja pouco.
18 de dezembro de 2009 at 19:51
Olá
Muito bom este post! Bom para reflexão, estive na praia uma semana atrás e vi absurdos, mas é muito complicado uns pagam pelos outros e a imagem da nossa querida umbanda fica mais complicada, por isso devemos dar exemplo de boa conduta.
20 de dezembro de 2009 at 16:27
Mãe Mônica se todos tivermos a consciência de que para oferendarmos aos Orixás não é necessário destruirmos a natureza pois ela é nosso grande campo de força, o campo que nos dá tanta energia que precisamos para vivermos melhor, acho que eles compreenderiam o que a Mãe quer falar e nem iriam discutir sobre levar barquinhos de isopor, vidro de colonia e as rosas que por diversas vezes vão cheias de espinhos, se estiver errada Mãe me corrija por favor pois sei que tenho muito a aprender, mas quando vou presentear a alguem ou Orixá que considero que tenho que ter muito mas muito respeito, levo em primeiro lugar meu peito carregado de amor e agradecimento em segundo lugar algo que para ele é muito prazeiroso portanto se o campo de força é o mar como posso destruir sua casa? Acho que o correto é simplesmente oferendar só o perfume e levar o vidro embora pois ele não perfuma destrói, as rosas sem espinhos para não ferir a quem é oferendado e nem aos usuários do local e o barquinho vamos apenas imaginá-lo na hora de nosa oferenda que acredito que nossa mãe Iemanjá irá recebe-lo da mesma maneira, basta que coloquemos em nosso pensamento toda a nossa melhor intenção. Assim as pessoas já não terão tantos comentários maldosos para falar à respeito dos umbandistas.
Pois a Umbanda é AMOR e CARIDADE.
Axé a todos
21 de dezembro de 2009 at 9:06
Depois de ler um texto como esse, se deparando com fotos deprimentes como essas expostas, só mesmo um infeliz para continuar a promover festas porcas como as que ocorrem ano após ano. Cade a evolução do Homem? Sera que paramos no tempo e esquecemos que a vida continua no dia seguinte após a festa?
Sera que não pensamos um segundo nas consequências que isso causa à natureza e a nós mesmos?!
Acho que está mais do que na hora da Evolução na Umbanda, de mostrarmos que podemos e que fazemos o BEM sem ver a quem.
Axé !
22 de dezembro de 2009 at 10:44
Olá,
Muita LUZ a todos!!!
A sujeira na praia após as festividades a Iemanjá, se é que se pode dizer festividades, pois acredito que Ela deve ficar muito triste com o que vê.
Infelizmente aprendemos da forma mais dificil em nossa vida. O Planeta Terra está pedindo socorro e as pessoas não se dão conta de que elas são as causadoras de tanto transtorno, enchentes, furacões, terremotos, excesso de chuva em várias regiôes, etc… somos nós que precisamos do PLANETA para nossa evolução…
Ao meu ver, precisamos mudar radicalmente nosso modo de vida, além das praias sujas também a lata de refrigerante ou cerveja que se joga pela janela do carro, a ponta do cigarro, o papel de bala e outras coisas mais que são jogadas diariamente nas ruas.
Penso que desde o nascimento e educação de base é preciso iniciar o processo de conscientização e humanização do SER, É PRECISO AMAR NOSSO PLANETA PARA MELHOR CUIDAR.
Ainda não tive a oportunidade de participar de uma festa dedicada a Iemanjá, mas já fui à praia após a festa e realmente é muito desagradável ver toda sujeira que fica espalhada e saber das consequências no futuro.
Espero que no dia 1º DE JANEIRO comemoração do NOVO ANO principalmente nas praias elas fiquem mais limpas após um debate deste. NÃO ADIANTA PAGAR TAXA PARA LIMPEZA É PRECISO FAZER NOSSA PARTE.
AXÉ A TODOS.
19 de janeiro de 2010 at 20:20
Eu em primeiro lugar penso que devo cuidar da natureza por ser um umbandista, mas também ofereço a minha oferenda á Iemanjá!
Mas em vez de barcos de isopor ou de madeira eu uso cestas vegetais, despejo todos os líquidos e guardo as embalagens,ao invés de jogar no mar!
Não ofereço nada de vidro e nem de metal, joias feitas com sementes e linha de costura! As flores são naturais e sem qualquer fita ou plástico…
Coloco (não jogo) tudo lá no fundo e deixo afundar!!!
Assim eu posso homenagear Iemanjá de uma maneira menos poluente para os banhistas e animais!!!
Saravá!!!
10 de fevereiro de 2010 at 15:37
Na minha opinião, quem ainda acha que Iemanjá, um ser superior, uma força espiritual, necessite de coisas materiais como barquinhos lotados de quinquilharias e bebidas alcóolicas para atender aos nossos pedidos, com certeza nem sabe o que significa RESPEITO à natureza e ao próximo. Imagine que vc é uma divindade cultuada pelos peixinhos do mar, e eles, para agradar você, porque acreditam e têm fé em você, te oferecem um prato cheio de minhocas, milhos podres, enfim, tudo o que peixe gosta de comer, já que é o melhor que eles possuem. Isso teria algum sentido pra você? Você comeria isso? Enfim, Orixá é força, é luz, não necessitam das nossas coisas materiais para nos ajudar, a única coisa que eles querem de nós é a nossa FÉ! Acorda meu povo! Parem de sujar as praias e, principalmente, de acreditar em certos absurdos praticados pelos que se dizem umbandistas, e que continuam ensinando o errado para que outros continuem errando como eles.