jul 08

Fico sempre muito feliz ao término de mais um JUCA, de mais um grupo de estudo, de mais uma gira ou mesmo depois de mais uma oportunidade de falar ou manifestar a Umbanda com todo seu valor e sentido religioso. Claro que a sensação de que ainda é pouco percorre todos os meus sentidos, o que, graças a Ogum, me inspira a novos desafios e ações.

Imagino que para muitos parece estranho esse meu caminhar um tanto ideológico, ativo e determinado, mas são tantas necessidades, são tantos espíritos em sofrimento profundo, são tantas almas carentes e sedentas de informações, respostas, cuidados, carinho, atenção e orientação… É tanta falta de amor envolvendo as pessoas e a religião que, dentro de meu raciocínio lógico, PARAR, NEGAR ou mesmo LIMITAR o agir do meu espírito seria a maior agressão que eu poderia proporcionar a mim e, principalmente, ao próximo.

São muitas pessoas que, talvez por falta de conhecimento, de estudo ou de cuidados, se encontram perdidas dentro de seus Terreiros, desistindo do seu desenvolver mediúnico ou da Umbanda, passando por situações constrangedoras e dolorosas, e ficar isenta nessas situações, de braços cruzados, só pensando e adiando uma atitude é ser, no mínimo, conivente ou até covarde. Entendo perfeitamente a necessidade do Agir, do Saber e do Bom Senso. Entendo o sentido da mediunidade e de todas suas possibilidades. Entendo e sei os deveres e obrigações que comprometem todos os médiuns.

Sei que tenho capacidade, assim como todos os médiuns têm. Sei que posso ajudar, assim como todos os médiuns podem. Sei que sou um canal, assim como todos os médiuns são… portanto, sei das minhas obrigações como médium, como espírito, como ser humano, como religiosa e como imagem e semelhança de Deus. No entanto a pergunta é: O que estamos fazendo com nossas capacidades e possibilidades? Ou melhor, o que estamos fazendo com o que temos, podemos e somos?

Entendo claramente que negar essas ações é o que propicia as piores dores e os maiores desequilíbrios em qualquer médium, afinal, é agredir o próprio espírito e toda sua capacidade. É uma prisão sem janelas, é se sentir sufocado, é a incapacidade e impossibilidade de enxergar a luz, sem saber se é dia ou noite, sem ter a oportunidade de falar, de se comunicar, de escolher… Aliás, quantas pessoas não estão se sentido assim agora? Talvez milhares.

Portanto, não dá para Parar, não dá para Negar ou Limitar. Sou um grão de areia em um grande oceano mas sei que sou espírito e meu espírito tem que agir em sua plenitude. Não dá para Parar, Negar ou Limitar meu trabalho religioso, meu estudo religioso, meu falar religioso e minha ação religiosa, pois sou a manifestação, a materialização e a representação do Divino, e isso quer dizer que:

Falo e falarei de Umbanda;
Faço e farei pela Umbanda;
Estudo e estudarei a Umbanda;
Pratico e praticarei a Umbanda;
Luto e lutarei pela Umbanda;
Amo e amarei a Umbanda.

Mesmo porque, Ela sou Eu e Eu sou Ela, por isso vivo em paz, com minha consciência tranquila, com muito trabalho e com muita alegria, com muitos desafios e muitas conquistas, fazendo diferente e a diferença.

E você, vai desistir de conquistar a sua plenitude? Vai deixar para depois?

Muito Axé e um feriado de muita reflexão a todos !

Escrito por Mãe Mônica Caraccio \\ tags: ,

27 comentários para “Não podemos parar, negar ou limitar…”

  1. Guilherme Barbosa disse:

    O depois sempre é depois, o ontem já foi ontem mas o agora sempre será agora. Quantos sinais, algumas vezes bastante explícitos, nos são fornecidos para que trabalhemos nosso espiritual? Se estamos na realidade Umbandista, entendemos que somos espírito e estamos encarnados pura e simplesmente para a evolução deste. Absolutamente nada mais coerente do que trabalhar o meu espírito, trabalhar minha vida em espírito e espiritual. Para isso, só com o trabalho consciente e coerente, buscando fazer sempre mais, poderemos alcançar a plenitude e um significado maior em nossa existência mortal.

    Agradeço muito a espiritualidade que me sustenta, me orienta e me ensina este caminho de constante melhora mas agradeço demais aos meus pais espirituais que me orientam, ensinam, dão exemplo e mostram o quanto sou responsável pela minha caminhada e pela caminhada do próximo.

    Muito Axé!

  2. Daniel disse:

    Há algum tempo atrás – por puro julgamento e ignorância – talvez considerasse o artigo como sendo algo vindo de um fanático. Hoje entendo, compreendo e posso dizer que batalho todos os dias para seguir o exemplo. Não existe fanatismo quando se tem coerência, responsabilidade, respeito, estudo e alegria.

    Li uma vez que quando passamos a sentir a dor do próximo como se fosse nossa própria dor não seríamos mais capazes de ficar indiferente. Na minha infinita teimosia prefiro entender que não precisamos agir pela dor. Somos energia, somos espírito e nenhuma das duas condições combinam com estagnação, indiferença ou passividade.

    Estudar, agir de forma consciente e responsável, praticar a caridade não é nada se comparado com a felicidade e plenitude que isso gera. Praticar o bem faz bem pra nós e pra todo mundo em nossa volta. Pra que ou porque lutar contra nossa própria natureza?

    Melhor exemplo é a atitude!

    Axé Irmãos!

  3. João Carlos disse:

    Axé Mãe Mônica, o sentimento que fica depois de mais um dia de trabalho, de mais um dia de aprendizado, de mais um dia de gira, e manifestar todo esse sentimento todo dia, seja em nossa casa, em nosso trabalho, em nossa coletividade parodiando uma propaganda televisiva ” não tem preço”. Não tem nada que nos de mais satisfação do que sentir a paz de espírito após termos feito algo pelo próximo, por nós mesmos. Termos conseguido ser um pouco melhores onde nos dias de hoje, tudo parece estar perdendo seus valores. Por isso temos que nos esforçar, procurar os caminhos que nos levam a uma evolução para melhor, conhecer, estudar e para isso temos e devemos participar, em todos os sentidos da vida, somos todos irmãos nesta grande caminhada, onde Deus nos fez sua imagem e semelhança, mas enquanto calarmos, nos omitirmos, nos acovardarmos perante tantas mazelas que o ser humano ainda mantém com sua visão tão estreita, tão egoísta onde ainda temos crianças morrendo de fome, pessoas caídas pelas ruas, ainda sinto muita vergonha de ser chamado de Ser Humano.

  4. Silvana disse:

    Seria tão prático e fácil se tivéssemos as respostas de todas as nossas dúvidas na ponta da língua. Mas, ainda bem que Deus não nos deu essa falsa facilidade. Ainda bem que temos que “suar” para descobrirmos o quanto estamos errados e também “suar” para encontrarmos as respostas certas que nos trarão a felicidade, a paz, o equilíbrio. E serão as diferentes vivências pelas quais vamos passando que nos trarão a certeza e as respostas que precisamos para a cada dia nos tornarmos melhores em todos os sentidos da vida. Axé a todos.

  5. Anna disse:

    Pois é mãe Mônica, se todos dirigentes de centros tivessem essa consciência a umbanda evoluiria muito e melhotaria muito os médiuns… pena que nem todos pensam assim.
    Gostaria de aproveitar e lhe agradecer de todo coração por todos os seus ensinamentos, por tudo que já nos ensinou e nos ensina sempre, eu posso dizer claramente não frequentei seus cursos infelizmente, mas felizmente aprendi tanta coisa contigo!
    Quantas dúvidas minhas foram tiradas por aqui, ou pelo juca…. dúvidas que me deixavam cada dia mais confusa e que ninguém até então tinha me dado respostas.
    Como novata ainda tenho dúvidas, e por um lado é bom porque me faz ir atrás de aprender… mas quantas respostas eu obtive contigo.
    De coração Mãe Mônica MUITO OBRIGADA!
    Me sinto muito bem com cada ensinamento novo que tenho a cada dia, com suas explicações sempre tão claras e tão importantes.
    Do fundo do coração OBRIGADA!!!!!!!!!!!!!!

  6. Maria Silvia Souza disse:

    Se sonhar não custa nada, vamos sonhar com um mundo melhor, com uma Umbanda melhor, com pessoas sabendo o que fazem e fazendo o melhor.
    Acredito que quanto mais aprendemos, mais queremos aprender e estamos em constante aprendizado todos os dias. Vamos aprender muito mais ainda e nos sentirmos parte integrante dessa comunidade que é a Umbanda. Vamos seguir em frente, nos perdoar pelos erros passados e também não os cometer mais.
    Força, determinação e boa vontade.
    Sejamos aquele pescador que recolhe a estrela da areia e a devolve para o mar, pois para aquela estrela, essa ação fará toda a diferença. Vamos fazer a diferença.
    Agradeço aos meus pais espirituais por me darem força para continuar com a minha caminhada rumo ao BEM e agradeço também toda a sabedoria passada a mim por meio de pura doação e amor.

  7. Edu disse:

    Olá,
    Com aprendizado continuado, entendimento, dedicação a “Religião”, que conseguimos viver com Amor e Paz em todos os sentidos da vida. Vivemos momentos em nossa sociedade que é notório a falta de Deus no coração e nas ações de muitos.
    Foi através dos estudos na Umbanda e desenvolvendo a mediunidade, que a vida proporcionou outro sabor. O amargo tornou-se agradável, o doce perdeu o vício!
    Tornar-se efetivamente um Umbandista, viver cada dia intensamente com Fé, determinação, amor e o milagre da presença de Orixás e Guias nos ensinando, intuindo em busca de um mundo melhor.
    Mãe Mônica; seu exemplo, ensinamentos, força, dedicação e seriedade, faz um neófito sentir uma energia tão edificante que os obstáculos deixam de existir; tudo passa a ser APRENDISADO, EVOLUÇÃO E AMOR….
    Que nosso Pai Olurum e Pai Oxalá nos iluminem para que nossa missão seja cumprida!

    Axé a todos….

    Obrigado Mãe Mônica!

  8. Teresinha disse:

    Mãe Mônica,
    como limitar se somos possibilidades ilimitadas, se somos um universo em expansão não é mesmo ?
    Descobrir-se como esse imenso universo que pulsa e pede que nos movimentemos para que o todo rume ao mais alto é um “DEVER” de todos nós, portanto não cabe parar, negar ou limitar, não cabe e não nos serve mais aplicar esses verbos. A nós, umbandistas, comprometidos e religiosos, cabe o verbo FAZER !
    Axé !!!

  9. Teodoro disse:

    Certamente o aprendizado é constante,não podemos parar , assim como a missão de cada um dentro do seu grau de conhecimento e evolução.Com amor com fé,humildade,dedicação e o nosso esforço teremos a luz para cumprir a nossa missão.
    Axé a todos
    Obrigado Mãe Mônica por proporcionar esta oportunidade de reflexão.

  10. Edna Melo disse:

    Mãe suas palavras tem tamanha profundidade que a primeira impressão é: Meu Deus como estou longe de ser assim, quanto tenho que arregaçar as mangas…
    a estrada é muito longa…!!!
    e quando acho que estou muito, mas muito distante desta realidade, olho pra trás e percebo o quanto estou distante de uma realidade vivida dois anos atrás!

    Isso me basta para acreditar ser possivel sim um dia viver a Umbanda de forma tão plena, como Você vive!
    Me conforta perceber que não vivo esta plenitude hoje, mas estou à caminho de.

    Mãe parabéns pela plenitude alcançada!

    que mais e mais pessoas possam um dia alcançar sua plenitude!

    Axé a todos
    Edna Melo

  11. Helena disse:

    Não dá para deixar para depois… a espiritualidade tem pressa e urgência em ajudar e amparar e para isso precisa de médiuns prontos para o trabalho, isso quer dizer, que os médiuns devem estar dispostos a trabalhar com amor e precisam para isso se fortalecer espiritualmente e mentalmente. Aqueles que conseguem entender com carinho essa missão impreterivelmente entenderão que sem a religiosidade não há equilíbrio pleno na vida material…

  12. João Paulo disse:

    Me sinto abençoado em ser médium, tenho certeza que a busca constante é o caminho. O estudo faz grande diferença para a caminhada, nos traz entendimento para nossa missão.
    Por ter meu Pai e minha Mãe de Santo, pessoas tão envolvidas com os trabalhos espirituais, além de estarem sempre preocupados com nosso caminhar como pessoas, dando toda orientação e estando sempre no comando, foi de extrema importância para eu entender e aceitar a beleza que é ser médium, e a maravilha que é fazer parte de um Terreiro, sempre buscando a evolução.
    Que o dia que eu desencarnar eu tenha o privilégio em ser recebido pelo meu Guia Chefe com um sorriso no rosto, e para isto trabalho para que aconteça!!!
    Axé

  13. Natália Almeida disse:

    Esse texto é demais, muito obrigada Mãe Monica!

  14. Ana Maria disse:

    Agradeço, agradeço e agradeço aos meus Pais e Mães Orixás que me sustentam e me protegem no meu agora, pois ele é o reflexo do meu ontem e a certeza que meu amanhã ainda poderá ser muito melhor. Portanto, o meu depois só será completo se eu não parar, não negar e não me limitar no meu caminhar espiritual.

    Agradeço, agradeço e agradeço ao Caboclo Guia Chefe do meu terreiro por me amparar com doçura e a ele devo o reconhecimento do sentido de não parar, não negar e não me limitar.

    Agradeço, agradeço e agradeço a minha Mãe Espiritual por falar, fazer, estudar, praticar e lutar com fé e amor a Sagrada Umbanda.

    Axé.

  15. Bruno disse:

    Hoje, aprendendo e entendendo um pouco mais, vejo que o equilíbrio entre material e espiritual é essencial, que temos a obrigação e podemos ajudar ao próximo, que não temos tantos problemas quanto imaginamos e o mais importante: que temos que trabalhar porque não dá mais para ser omisso!

    Axé.

  16. Solange disse:

    Sinto orgulho ao ler esse editorial, e poder absorver cada informação que está contido nele. Avaliando tudo que nos rodeia tenho a plena certeza de que somos muito privilegiados. Aprendemos, proporcionamos e compartilhamos com outras pessoas experiências e isso é muito bom!
    Estudar, aprender…. deveria ser a regra número um de todos os terreiros, não podemos e não devemos ficar de braços cruzados Umbanda é trabalho, é dedicação e disciplina. Sem conhecimento ficamos a mercê das pessoas manipuladoras, sem conhecimento nos sentimos perdidos e nos sentimos desamparados por estamos sem respostas para as nossas aflições.
    Eu não desistirei, estarei sempre pronta para trabalhar em prol de nossa religião e serei como um grãozinho de areia – Farei a minha parte.

  17. Julliana disse:

    Como parar, negar ou limitar algo que está gritando dentro de nós? É exatamente o contrário que deve ser feito: se dedicar, doar e trabalhar.
    Eu não vou deixar para depois!

  18. Cida Luz disse:

    O editorial reflete a garra, o esforço e a vontade para que todos percebam com clareza o grande trabalho da espiritualidade onde somos o veículo. É importante dizer que muitos ouvem, porém não escutam a mensagem, estão no automático e parecem alheios a esse grito.
    Feliz daquele que mesmo sem saber muito procura a Umbanda para seu conhecimento e crescimento espiritual.
    Axé.

  19. Luciane Santos disse:

    Viver em estagnação é ir contra todo o ciclo da espiritualidade, poderia dizer que é um grande desperdício de oportunidades…. de fazer a diferença e ser a diferença ao envolta.
    Como umbandista, ao ler esse texto sinto-me ainda mais inspirada a seguir por esse caminho, convicta de que todo e qualquer esforço é simplório diante da grandeza de nossa doutrina… arregaçar as mangas e trabalhar, é necessário para que cresçamos em espírito, pois longe se vai o tempo em que eramos somente um expectadores do futuro.

    Axé a todos…

  20. Emilio Nakama disse:

    Realmente não tem como ficar parado, isso é mais que ser conivente, é ser um tanto quanto, egoísta. Toda a espiritualidade precisando e querendo trabalhar e nosso mental parado por pura ignorância.
    Dá para ficar parado, sabendo que a espiritualidade nunca nos abandona? Que somos sempre amparados por ela? Acho que não, se vc começa a entender que nada é por acaso e que tudo tem um fundamento uma necessidade, um porquê, vc começa a enxergar os seu papel como espírito e umbandista. Umbanda tem fundamento, é ação, é agir, é estudar, é doar e doar-se, não tem como ficar parado ou estagnado.
    Depois que entendi que só amamos o que realmente conhecemos, percebi que preciso me mexer muito para conseguir dizer que AMO A UMBANDA!
    Portanto, vamos trabalhar, vamos estudar e sair do automático!
    Axé a todos!

  21. Reginaldo Fernandes disse:

    A ignorância do bem é a causa do mal.
    (Demócrito)
    Axé todo povo da Umbanda.
    Eu quis iniciar meu comentário com esta frase de Demócrito, pois achei que expressa em poucas palavras o que penso sobre o texto da Mãe Mônica. Digo isso porque acredito que nossa mãe só consegue ser este exemplo de garra e devoção à espiritualidade por ter certeza absoluta sobre o que está falando. E esta certeza somente existe porque ela buscou o conhecimento de uma forma muito profunda, ética, responsável e fiel aos seus ideais. Por isso quero acreditar que todos nós, espíritos encarnados e em evolução, se estivermos dispostos a nos dedicar e a buscar tão profundo conhecimento, chegaremos a pensar e agir da mesma forma, com a mesma paixão e com a mesma certeza.
    Sem o conhecimento estaremos causando o mal aos nossos irmãos encarnados e desencarnados e usaremos a desculpa da ignorância para nos proteger.
    Estaremos negando ajuda a nossa família espiritual. Estaremos jogando fora mais uma oportunidade de evoluir. Estaremos julgando como fanáticos aos que realmente acreditam.
    Vamos eliminar o escudo da ignorância para praticar a verdadeira umbanda.
    Axé
    Reginaldo Fernandes

  22. Valdemir Lima disse:

    Lendo e relendo este texto, que é um “beliscão” daqueles que nos faz acordar , que nos chacoalha , e coloca-nos todos em igual nível de capacidade e possibilidades .
    Só tenho a pedir as Sagrados Orixás que palavras e perguntas como estas estejam sempre claras e latentes em nossa mente e coração , principalmente naqueles momentos em que , conscientes ou não , “Paramos , Negamos e Limitamos” nossas capacidades e possibilidades nas encruzilhadas da vida …

    Muito Axé à todos .

  23. Kátia Afonso disse:

    Nossa que texto!!! Me faz refletir….
    Por que complicamos tanto as coisas? É só olharmos pra dentro de nós e perceberemos o quanto somos capazes de fazer diferente e fazer a diferença, o quanto somos capazes de realizar. Batas dar atenção a voz que grita dentro de nós. É só olharmos para nossas mãos e vermos o quanto podemos produzir…e está em nossas mãos decidi se vamos colocar as mãos na massa ou cruzar os braços, pois a espiritualidade esta sempre carinhosamente e pacientemente disposta a nos ajudar e amparar.
    Obrigada Mãe por abrir meus olhos mais uma vez.

  24. Vera Lucia disse:

    Li, gostei e refleti, essas palavras vieram em um momento em que, devido a alguns problemas, estava pensando em desistir, parar, porque talvez esse não seria o melhor caminho a seguir, mas por outro lado quando fazemos reflexão de nossa própria vida, quando se lê determinados textos, caímos na realidade e percebemos que não é fugindo que iremos resolver ou mesmo tirar a pedra que está em nosso caminho, se não puder dar voltas para deixá-la para trás o melhor jeito é escalar e seguir em frente, se eu já dei o primeiro passo que é fazer o estudo sobre a Umbanda, por que parar? O jeito é seguir essa escala até o fim, porque tenho certeza que se eu parar o tombo vai me fazer um estrago muito grande.
    Axé a todos.

  25. Rosangela Fonseca disse:

    Se somos instrumentos da Espiritualidade, não poderemos nunca negar nossas crenças, nossos conceitos, nossos caminhos. Temos nossas opções por comprometimento, por fé; por escolha de aprimorarmos-nos e sermos abençoados. Quando fazemos nossas opções somos canais para a mediunidade, e, abertos estes canais temos que a todo instante nos aprimorarmos e nos iluminarmos a fim de elevarmos a Umbanda como fonte geradora de amor, caridade, benevolência e luz. O amor a Umbanda dissolve todos os conceitos negativos que as pessoas possuem contra esta fonte de dádivas. Uma vez umbandista, sempre umbandista.!!!!!

    AXE!!!!!!!!

  26. Patrícia Trajano Gonçalves disse:

    Olá Mãe Mônica, saudade de suas aulas.
    Escrevo para dizer que adorei o artigo sobre os ciganos no Juca deste mês, estava sentindo falta de algum artigo cigano no jornal. Lindos textos!!
    Uma ressalva para quem se interessou como eu, que com relação ao nome dos ciganos, só a título de esclarecer, todo cigano foi um espírito que traz em si sua individualidade, por isso nem todos trazem as características apresentadas no texto com relação a vestimentas, cor de pele e outras.

    Abraços!!! Muito Axé!

  27. Jader Franco disse:

    Todos somos filhos de um PAI Soberano, Justo e Bom. Todos somos feitos à sua imagem e semelhança, portanto possuímos uma pequena centelha divina como uma herança de nosso Pai a qual deverá ser desenvolvida independentemente da religião que escolhemos ( pelo amor ou pela dor ).
    Por algum motivo sou Umbandista e será por esse caminho que busco alcançar e ser como nosso PAI MAIOR; exemplo de paz, amor caridade; e tenho certeza de que algum dia ELE, nosso PAI, terá argulho de me ter como seu filho.

    Abraços à todos os meus irmãos e irmãs de fé !

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