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Paz de Espírito e Ética Sacerdotal

Paz de Espírito não tem preço, não tem tempo e não tem dono. A Umbanda não é milagre, não se vende e é função do Sacerdote de Umbanda esclarecer e principalmente combater quem cultiva esses princípios.

Podemos começar esclarecendo que alguns sacerdotes estimulam nos consulentes a prática do ‘milagre’. Precisamos incutir aos consulentes a noção da Religiosidade na Umbanda. Que ele venha participar de nossa assistência por gostar, por comungar, por se sentir bem dentro daquela energia, que venha até nossa casa “somente” para cantar, tomar um passe e recarregar as baterias, sem pedir nada e sem necessidades específicas. Abrir os trabalhos em dias e horários irregulares estimula os consulentes a procurarem outros locais por mera curiosidade. Caso o Terreiro, por suas razões, esteja impossibilitado de abrir semanalmente a Gira para a caridade então que o Sacerdote realize cultos, doutrinações, orações e não a consulta propriamente dita onde induz, e pior, acostuma o consulente a só pedir.

Devemos COMBATER frases ditas por sacerdotes como “é só pedir, pedir com coração que Exu dá”, “a Umbanda tem que cobrar sim, é um trabalho e trabalho se cobra, a frase ‘dai de graça o que de graça recebestes’ quer dizer que a inteligência é o que recebemos de graça mas o trabalho deve ser cobrado”, “ consulta espiritual com hora marcada é normal dentro da Umbanda e é ainda muito mais eficaz”, e muitos outros absurdos que estão sendo ditos e até praticados por formadores de opiniões e de religião, atos estes extremamente errados que são contra a Lei de Deus e contra a Lei da Umbanda.

Sacerdotes de Umbanda, sejam, acima de tudo, bons e honestos com os Orixás, com vocês e com os médiuns que vêm lhes pedir ajuda. Não mintam, não enganem, não prometam coisas que a Umbanda não pode oferecer. Cuidem de seus médiuns como seus filhos espirituais, ampare-os, oriente-os, trate-os espiritualmente, é seu dever e sua missão. Ame a Umbanda e não o Poder ou Você. Cuidado com a vaidade e com o ego. Cuidado com as bajulações que fazem a você e principalmente com as bajulações que você faz ao Poder. Saiba: a Umbanda não está à venda e não aceita oportunistas e vigaristas.

Sacerdote de Umbanda, será que você tem Paz de Espírito?

Que benção é Ser Umbanda de corpo, alma e mente,
Que benção é Ser Umbanda e me colocar perante o Caboclo como o Dono de minha Vida.
Que benção é Ser Umbanda no passado, no presente e no futuro.
Que benção é Ser Umbanda comungando, amando e se reverenciando com as Forças Divinas.
Que benção é poder dar sem receber.
Amar sem cobrar.
Fazer sem reclamar.
Ser e não estar.
Que benção é Ser Umbanda,
Que benção é Ser Sacerdote,
Que benção é Ter Paz de espírito,
Que benção é Ter a missão cumprida.
Que Oxalá me abençoe e me ampare na sua Fé,
Que Ogum me guarde e me conduza na sua Lei,
Que Oxossi me dê à sustentação mental e Oxum a emocional,
Que Exu segure a minha porteira com vigor e Lei,
Que Olorum olhe pela minha querida Umbanda hoje e sempre. Salve a Umbanda.

Axé a todos e um ótimo final de semana !

  1. PAULA OLIVEIRA disse:

    COMO CONTA A HISTÓRIA……

    “Caridade é atender aos filhos ou irmãos sem cobrar um centavo por saber que Caridade não se cobra. Dê de graça o que de graça, recebemos!

    Jesus é Mestre Supremo e segundo suas pegadas, veremos que este foi é o exemplo a ser seguido.

    Vê-se que em suas caminhadas na Terra nada era cobrado. Levava o Evangelho e as palavras de Deus sem cobrar nada a ninguém. Curava, ouvia os seus seguidores, perdoava, mostrava o caminho, não separava seus irmãos nem lhes apontava os defeitos.

    Via em todos o caminho para a casa do Pai. Alimentava-se em casa de irmãos ou pessoas nem sempre de boa conduta. Recebia abrigo e na manhã seguinte seguia nova jornada. Nunca houve pagamento em troca. É por este caminho ou lei que seguiremos na Umbanda.

    Eu sou a Caridade; sim, a verdadeira Caridade. Em nada me pareço com a caridade cujas práticas seguis. Aquela que entre vós usurpou o meu nome é fantasista, caprichosa, exclusiva, orgulhosa; venho vos premunir contra os defeitos que, aos olhos de Deus, empanam o mérito e o brilho de suas boas ações. Sede dóceis às lições que o Espírito de Verdade vos dá por minha voz. Segui-me, meus fiéis: eu sou a Caridade.”

    É isso ai irmãos de FÉ, vamos mostrar o que é realmente a nossa Umbanda.
    Parabéns Mãe Mônica, a verdade tem que ser dita.
    Axé irmãos de FÉ

  2. João Carlos Ventura disse:

    Axé Mãe Mônica, o que dizer de tão grande coragem de falar abertamente o que está no coração, somente tendo a convicção, a paz de espirito e a certeza de estar trilhando o caminho certo do entendimento desta religião tão abençoada e realizadora, não de milagres como muitos só pensam e correm atrás , onde sempre haverá os espertalhões da dor alheia, mas uma Umbanda de Fé, Amor, Doutrina e acima de tudo, agradecimento por estar sendo acolhido e amparado dentro dela, mas também com a certeza de que todos teem que fazer a sua parte pois sem isso como podemos querer receber algo como se os Orixás, Guias fossem os FAZ TUDO e RESOLVEM TUDO, graças a Olorum tenho a visão e a percepção de estar dentro da Umbanda agradecendo e como a Mãe diz recarregando as energias para enfrentar todas as bençãos, dificuldade e caminhos que nossos Amados Orixás e Guias nos colocam para nosso crescimento e evolução, onde as coisas vão acontecendo e ai sim está o grande milagre, nos percebemos o quanto somos fortes e capazes, e ao voltarmos a um terreiro de Umbanda, ai sim encontrar a verdadeira Paz de Espirito que nosso amados Orixás estão a nos oferecer toda hora.
    Axé que Ogum esteja em ronda e que Exu segure nossa porteira com vigor e Lei
    João Carlos

  3. Samira disse:

    Boa tarde, minha mãe! Este assunto é muito polêmico e veio, pelo menos para mim, num momento que guardo muitas dúvidas a respeito do sacerdócio. Nós umbandistas firmamos e confirmamos um compromisso muito sério (antes de vir para cá) no astral, obviamente cada um com sua missão, e por mais que fujamos “inconscientemente” chega a hora inevitável de enfrentarmos a nossa verdade, levantarmos as mangas e trabalharmos com amor, dedicação e buscando sempre o conhecimento real. Li um livro umbandístico que traçava bem o paralelo entre sacerdócio umbandístico e a Ilha de Avalon (Rei Artur) onde descrevia que o sacerdócio seria como aquele iniciado que era conduzido por um condutor (somente ele sabia o caminho) num barco pela neblina, o iniciado atravessava ansioso sem saber o que esperava do outro lado, mas tinha a certeza que era o caminho certo a seguir. Acredito que o sacerdote é como este iniciado, pois sabe do seu compromisso e que tem que ir, o condutor é o nosso protetor que nos leva pela mão até chegar no ponto onde devemos estar, a neblina é todos obstáculos que devemos vencer para conquistar a “ilha” que nada mais é o nosso compromisso no Astral, portanto é muito sério e requer muita responsabilidade. E assim mãe, está de parabéns por que sabemos que sua luta é árdua é incansável para propagar a verdadeira Luz de Aruanda, a nossa querida Umbanda, é firmada, é fundamentada, é verdadeira e o amor com que conduz tudo isto nos contagia imensamente, mesmo com toda a “neblina ” que lhe envolve, as vezes, continua lutando com a força de Ogum, somente tendo como arma a certeza que surgirá o outro lado da margem e que o condutor estará sempre ao seu lado. Saravá, minha querida mãe….Que Oxalá, abençoe sempre!

  4. Ana Maria disse:

    Parabéns, Mãe. O Astral está em PAZ em relação a Sacerdotisa Mãe Mônica Caraccio.

    Esta sua filha lhe agradece por todos estes ensinamentos.

    Agradeço ainda por toda essa coragem, colocando neste veículo de comunicação global, a sua verdade. A verdade que pratica no seu dia a dia, no seu terreiro, com seus filhos espirituais e com a sua assistência.

    Que ainda chama à atenção para que Pais e Mães Sacerdotes parem e reflitam sobre a “Síndrome do Poder”. Mal que acomete o ser humano num simples piscar de olhos. Estes sim estão precisando de um terreiro de Umbanda sério, onde irão encontrar palavras de direcionamento espiritual e emocional e que, se realmente quiserem um milagre, vão conseguir através da reforma íntima de cada um.

    Mãe Mônica não vende gato por lebre.

    Axé a todos os irmãos que comungam uma Umbanda limpa de vaidades.

  5. Daniel disse:

    Vivo encontrando médius e outros ditos zeladores e pais/mães de santo que vão até a casa de um ou de outro pra chamar os guias e fazer uma consulta, um passe ou mesmo outro tipo de trabalho. Pode ser qualquer dia, ou qualquer hora ou até mesmo em situações emergencias. Os guias estão à disposição da gente? Que tipo de instrumento somos? Que tipo de sentimento esse ato estimula naqueles que vêm pedindo auxílio?
    A solução não está nos guias, nos Orixás. Eles orientam, encaminham, nos mostram o caminho, mas quem tem que executar é a gente, sempre com disciplina, consciência, persistência, fé e escolhas. Sim, porque ao escolher, escolhemos também as consequências.
    Acho que sacerdotes que trabalham o íntimo, o instinto e sentimentos humanos, mostrando que precisamos sim dos Orixás e forças espirituais mas que devemos fazer nossa parte sem esperar nada em troca, sem vícios, sem dependência, sem pedidos estão mais próximos da realidade do que outros mercadores que tenho visto por aí.
    Parabéns pelo artigo e axé a todos os irmãos.

  6. Helena disse:

    Axé a Todos,

    É isso mesmo Mãe! Esse assunto deve ser esclarecido, sim. Tenho conversado com muitas pessoas que freqüentam “Centros Umbandistas”, que no início estimulam a fé do consulente, até terem a certeza de que eles estão prontos para a segunda parte. E assim, engatam um “trabalhinho”, que no começo são R$ 50 para cada descarrego e aí no final são R$ 150 para um trabalhinho mais “caprichado” para “cura”. Vamos parar com isso! Cadê a seriedade desse Centro? Onde está a doutrina e reforma íntima desses médiuns?
    Não estamos vendendo nada e não temos que barganhar nada com a Espiritualidade, principalmente com os Exús! Afinal de contas quem conhece as nossas necessidades e o nosso íntimo são os Guias e os Orixás. E se não temos as nossas vontades realizadas é porque não temos merecimento… É a Lei Divina e dessa ninguém escapa!

    Abraços

  7. Erica disse:

    Axé Mãe,

    Ética… Pois é, a falta de ética, respeito, educação está cada vez mais presente em todas as áreas de nossas vidas.
    Seja em nosso trabalho, no trânsito, na mídia, dentro da própria família carnal principalmente e, como não poderia deixar de ser, infelizmente, na religião.

    É óbvio que para nós Umbandistas, o que nos dói, é verificar tudo isto dentro da nossa querida Umbanda. A Umbanda que vem de nossos avós, pais…

    Se já não bastasse todo o preconceito de pessoas de outras religiões, o que nos faz defender a Umbanda a todo instante, ainda precisamos contar com a falta de respeito de nossos próprios irmãos.

    É muito, muito tempo perdido mesmo!

    Ao invés de vermos doutrina, educação, cooperação, comunhão, alegria, vê-se ataques cada vez mais frequentes entre nossos irmãos, desrespeito às opiniões, “guerrinhas”, etc.

    Como também se não nos bastasse os ataques de quiumbas e eguns, temos que contar com a participação negativa destes encarnados.

    Onde todos devem obrigação perante a espiritualidade, de se amar, de comungar dentro da religião, vê-se a discórdia, “o quem pode mais”, “o quem sabe mais”.

    Nem parece que os sacerdotes e líderes espirituais pregam tantas coisas boas quanto à humildade e a caridade. Enquanto, nos bastidores, ficam a falar, comentar, julgar, criticar os próprios irmãos.

    É uma vergonha mesmo!

    Sorte saber, que dentre tantos, sempre aparece, Graças à Espiritualidade, aquele que acredita e, que tem a esperança em que somos fortes e podemos ainda “converter” os nossos irmãos que saíram do caminho, para a nossa Umbanda querida.

    E, para estes que saíram do caminho, que possam ter a dignidade e a INTELIGÊNCIA de retornarem aos braços de nossos Sagrados Orixás.

    Axé com muita Luz e Amor!!!

    Erica

  8. Saravá Mãe Mônica!

    Parabenizo-a pelo excelente texto. A Umbanda é amor, respeito, caridade, ética e nós Sacerdotisas devemos sempre ser transparentes quanto ao trabalho digno e honesto que a Umbanda faz, mostrando sempre a todos os filhos, simpatizantes e irmãos da assistência que devemos sim! Viver a Umbanda e nunca da Umbanda ou para a Umbanda. E que nossas Casa não são balcão de negócios e nem tampouco tendas de milagres. Mas, sim um espaço onde os amados e queridos Orixás vêm nos ensinar a Religiosidade.
    Como já dissera o Caboclo Mirim: Umbanda é Coisa Séria, para Gente Séria”!
    Que a caridade na força de Pai Oxoce cada vez mais se faça e se expanda. Okê Bamba!
    Oxalá a abençoe cada vez mais!

  9. Julliana Rodrigues disse:

    É fundamental a discussão deste assunto uma vez que a ética, a moral e o bom senso estão cada vez mais sendo deixados de lado.
    Não acredito que dirigentes que cobram consultas, que abusam do poder, que levantam forças para realização de “trabalhos”ou que realizam atendimentos com hora marcada achando que a espiritualidade está ao seu dispor, possam deitar em seus travesseiros e dormirem tranquilos, sem peso na consciência. Não é possível que pessoas que se propuseram a cuidar de outras, a trabalhar com a espiritualidade e a serem instrumentos de Deus, possam praticar atos abusivos e conseguirem ter Paz de Espírito. Não acredito que possam olhar nos olhos dos seus filhos e terem a consciência tranquila.
    Provavelmente estes ditos “dirigentes” nem saibam o que realmente é ter Paz de Espírito, pois nunca puderam vivenciar isso. Talvez nem saibam o que é se sentir Pai ou Mãe, responsável pelo sucesso ou fracasso de pessoas.
    É uma pena e, verdadeiramente, muito triste !

  10. André Santos disse:

    “A pratica da caridade no sentido do amor fraterno será a característica principal deste culto”

    “É preciso haver sinceridade, honestidade e eu previno sempre aos companheiros de muitos anos: a vil moeda vai prejudicar a Umbanda; médiuns que irão se vender e que serão, mais tarde, expulsos, como Jesus expulsou os vendilhões do templo.”

    Estas foram as palavras do Senhor Caboclo das Sete Encruzilhadas, em dois momentos diferentes, um quando da fundação da Umbanda e a outra alguns anos mais tarde, onde ele condena a paga por qualquer ajuda dada através da Umbanda.

    Infelizmente, vemos muitos ditos sacerdotes ou médiuns cobrando trabalhos espirituais como se tivessem direito de vender um dom que lhes foi dado de graça e que não os pertencem!

    Estão comercializando os dons divinos, como se fossem propriedade particular!

    O dom da mediunidade, o dom de ser um instrumento da espiritualidade nos é emprestado por Deus, não temos o direito de vendê-los.

    Vende-se as palavras de um Preto Velho, como se fossem anúncios de um jornal!

    Cobra-se hoje para socorrer os desesperançados e os que nada têm para dar!

    CONCORDO plenamente com esse artigo e acredito que o único caminho para nossa Umbanda é aquela praticada por sacerdotes comprometidos com a religiosidade, com a louvação aos sagrados Orixás, com o respeito à Justiça Divina e a Lei Maior.

    RETIDÃO, DISCIPLINA e REFORMA ÍNTIMA é o que nossa Umbanda pede!
    Muito axé

  11. solange disse:

    A religião contribui para o fortalecimento da fé e exercer a religiosidade na vida das pessoas, por isso a função do sacerdote é muito importante.
    Através de seus conhecimentos, experiência e bom senso consegue direcionar, doutrinar o “ser” que está em busca das coisas do espírito. Sendo importante o seu comprometimento com o plano espiritual, com a assistência que frequenta seu terreiro e também com sua corrente. Ter essa consciência significa o quanto seu trabalho é sério e importante na vida de cada indivíduo que o procura.
    Também concordo que Umbanda não faz milagres, creio que os milagres e as melhoras partem de nossas mudanças internas que devem ser trabalhadas dia após dia.

  12. Cristina Sant'Anna disse:

    Infelizmente há momentos na vida que no desespero, seja por ignorância ou por afinidade, entramos em certas casas ‘espirituais’ ou encontramos pessoas que se intitulam poderosas em suas magias e pagamos valores exorbitantes pela satisfação de nossos desejos desconhecendo a atuação da Lei Maior em nossas vidas; desconhecendo que a espiritualidade não está 24 h ao nosso dispor e não interfere no carma individual do ser humano. Triste é saber que a Umbanda é tão mal vista em virtude dessas ações absurdas.
    Que cada vez mais a fé seja estimulada em nossa religião e que a força de cada Orixá reine dentro de nós e ative a determinação, a superação e conseqüente evolução em nossas vidas.
    Axé aos filhos de Fé!

  13. Luciane disse:

    É vergonhoso ver irmãos fazerem de sua mediunidade uma fonte de renda onde o problema ou dor do próximo é avaliado em cifras….
    Onde o ego reina acima das leis divinas….
    Onde barganha vale mais que um ato de caridade….
    Onde se põem a espiritualidade como escrava de suas vontades…..
    Onde preto velho tem agenda lotada, vai a tv, rádio e até internet dar consulta !

    Infelizmente hoje em dia, falar de boa conduta, pensamentos elevados, louvação, amor ao próximo, reforma intima, e principalmente estudo não é aceito por muitos Sacerdotes … dá trabalho… e mais fácil estimular incorporações, fazer “trabalhos”, dar receita pronta e ter a casa cheia…. afinal casa cheia é casa “boa”.

    Aos que os procuram, saibam que não existe milagres ou soluções prontas para seus “problemas”…. mas que cabe a vc procurar se conhecer, aceitar e batalhar por melhora. Estude e saiba que ninguem tem o direto ou dever de mudar as situações por você, e que existe uma força muito maior que te assiste e põem provas em teu caminho para sua melhora e evolução espiritual.

    Enfim, Ogum olhe por todos nós…. e que sejamos guiados por tuas forças.

    Axé a todos

  14. Renato Nunes disse:

    É importante que sacerdotes que são fiéis a (Umbanda) e não fiéis ao (Ego) compartilhem de informações tão importantes para nós que estudamos e estamos focados ao aprendizado correto da religião.Claro que depois de corrermos atrás de informação fica facil detectar falsos sacerdotes, que usam da nossa igênuidade pra arrancar dinheiro e se beneficiar as custas de nós que depositamos a nossa (Fé) para solução de nossos problemas.Espero que mais sacerdotes como você compartilhem de informações para que os Umbandistas de coração sejam beneficiados.E que façam da Umbanda uma religião unica e não uma religião desagregada.

  15. Guilherme Barbosa disse:

    Eu chego a ficar até espantado como em pleno século XXI, com seus índices de educação e cultura “elevados” e tantas outras nesse sentido, o número das “MÃES DE POSTE” esteja tão grande….vemos absurdos como “amarração 100% garantida”, “pagamento após resultado”, “maior pai de santo do Brasil” e tudo isso em nome de Oxalá! De quem é a culpa desse absurdo? É NOSSA! Como Umbandistas que dizemos ser, o MÍNIMO que devemos fazer é não compactuar de forma alguma com isso e o que vemos por aí? As frases colocadas nesse post como “É só pedir com Fé que Exu dá”….O fato de eu ser Umbandista, pressupõe que tenho uma religião; se minha religião só serve para pedir “com fé” era melhor que tivesse uma varinha mágica ou um gênio da lâmpada. Será que é tão incoerente se servir da religião apenas para trabalhar sua Fé, seu Amor, sua Caridade? Será que é tão difícil aceitar que os nossos queridos Guias vem em terra somente para transmitir o Amor de Olorum e trabalhar com a evolução e não para dar carros, namorados, empregos, prejudicar terceiros e tantos outros ABSURDOS MESQUINHOS? Vamos usar nosso dom mediúnico somente como instrumento de Deus e não de nossos interesses!

    Axé!

  16. Christian disse:

    Sabe Mãe Mônica,

    Acho que essa missão de ordenar a Umbanda é muito sagrada! Nós sentimos força dos orixás, dos guias. A espiritualidade é harmônica e equilibrada, mas essa mistificação toda, essa ignorância, essa falta de disciplina confundem a gente. Afinal, habitamos o nível zero de escala evolutiva e não temos uma noção completa do que é a espiritualidade. Por isso essa sua missão é tão fundamental! Imagino como deve ser desafiador o trabalho de ordenação de uma religião tão democrática, tão universalista como é a nossa Umbanda!

    Mãe Mônica, Pai Marco e toda a corrente mediúnica,

    Obrigado por me fazer sentir seguro dentro da estrutura de vocês!

    Saravá e muito Axé!

  17. Kaobi Xapanã Buruku disse:

    Saravá a todos.

    Penso que como Sacerdotes, temos que analizar de forma mais profunda outras casas que trabalhem de forma diferente. Devemos estar alertas quanto ao perigo de acabarmos nos tornando uma cópia mal feita dos ignorantes , que não tem a visão mais abrangente de toda uma tajetória da nossa Sagrada Umbanda. Quanto a quem está certo ou errado, bem isso me parece mais uma
    guerra se fim , que aconteçe em todos os seguimentos, não só religiosos ou sociais, portanto devemos orientar nossos filhos a terem uma postura ética e centrada nos ideais Umbandistas.
    A postura de critico é sempre muito confortável, embora seja uma postura que muito pouco tenha a contribuir de fato com algo de valor.
    Conhecemos muito o caminho e os seres encarnados ou não que estão transitando, por essa via, sbemos que o ego humano é o maior combustivel para que algo seja feito.
    Portanto com muita Paz e Coêrencia, entre os Sacerdotes, nossos filhos serão fomados em uma verdade, firmada na inteligencia, educação,ética,respeito as diferenças, afinal o homem de bem respeita nos outros todas as conviccções sinceras e nõ lança anátema aos que como ele não pensam.
    Precisamos sim educar nossos filhos espirituais e não cometerem tais deslizes , e assim seguindo adiante , em frente, levantando a bandeira de Oxalá a todos os cantos do Mundo.
    A cada orí, uma sentença. Esta escrito nas táboas da lei da Umbanda.

    Minhas orações a todos e equilibrio , paz, sabedoria, em qualquer hora ou momento, são ingredientes perfeitos para qe não nos tornemos carrascos de nós mesmos.

    Pai Kaobi Xapanã Buruku
    Filho de Pai Dessimi d Oxossi
    Neto de Pai Simbá

    Colofé do Zambi.

  18. Sandive Santana disse:

    PREZADOS

    Pelo título ” PAZ DE ESPÍRITO E ÉTICA SACERDOTAL”, muito pode ser sugerido aos leitores, em especial nestes dias em que se defende a liberdade religiosa e dizem “NÃO” á INTOLERÂNCIA neste contexto, qual seja, o religioso, que , aliás, proponente de uma visão renovada, com vista a conquista e manutenção da PAZ SOCIAL, sugere, que Sacerdotes e Sacerdotizas, repensem suas relações com sua denominação religiosa, seus filhos e filhas, sua linha e metodologia de educação e formação de médiuns, e suas relações sócio – políticas e sócio ambientais. Hoje não cabe mais sacerdotes e sacerdotizas, indiferentes as várias relações que se estabelecem nos universos em que particiapam: Precisam participar interferindo sempre á luz da LEI e do respeito a dignidade humana incondicionalmente

    Que Deus os ilumine, hoje e sempre.

    Sandive Santana / RJ

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