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Todos nós umbandistas…

Axééé pessoal! Todos nós umbandistas “batemos a cabeça” em frente ao altar logo que chegamos ao terreiro, não é mesmo? Pois bem, será que já paramos para pensar na grandeza e no Sagrado desse ato???

Nós, umbandistas, herdamos dos povos africanos a representação do solo como a morada dos antepassados. Para eles, os orixás são antepassados divinizados, ou seja, pessoas e anciões que imergiram na terra e se tornaram Orixás, portanto, para cultura africana o Sagrado está na terra e não no céu como prega a cultura européia. Além disso, sabemos que em determinado momento da vida escravocrata, os negros enterraram os otás e os elementos simbólicos de seus orixás para que não fossem descobertos pelos senhores das fazendas, os quais tentavam de todas as maneiras destruir e descaracterizar a cultura, a crença e as relações humanas desse povo.  Com esse saber, fica fácil compreender que quando “batemos cabeça” estamos entrando em contato com esses ancestrais e antepassados, consequentemente, com todo o conhecimento e a sabedoria que esse passado guarda.

Não podemos deixar de lado também, o poder transformador do elemento terra, portanto, ao bater cabeça com os pensamentos firmados na ação e nas forças divinas, naturalmente conseguimos descarregar todos os pensamentos negativos e atuações negativas, que por ventura esteja envolvendo nosso mental. Melhor ainda acontece quando temos a oportunidade de deitar no chão ao bater cabeça, nessa ocasião, a descarga acontece também no sentido emocional e em todos os nossos chacras, afinal eles também entram em contato com a terra.

E vale ressaltar:

Quando batemos o lado direito, entregamos nossa coroa para as Entidades Espirituais da Direita, quando batemos o lado esquerdo, a entrega é para as Entidades Espirituais da Esquerda, já a testa representa entrega total, a entrega de nossa coroa a todas as forças assentadas e representadas no altar. É nesse momento que essas Entidades, de forma muito pontual, sutil e grandiosa,  cruzam nossas costas firmando-nos e protegendo-nos que qualquer mal, dando toda a sustentação para os trabalhos espirituais.

Também sabemos que em muitos terreiros são usados outros elementos para que esse ritual aconteça com supremacia, a exemplo, posso falar da Toalha, que representa, entre tantas outras coisas, a proteção de Oxalá, o acolhimento e a pureza. Outras vezes o pai de santo risca um ponto para que o ritual aconteça com uma específica ação  magística realizadora e religiosa. Há também aqueles que firmam a corrente com um canto representativo e emocionante, estimulando o lado emocional e vibracional da corrente. Nossa, me arrepio só em pensar!

Não tem como negar, a Umbanda é um encanto, está cheia de fundamentos, significados, tradição e axé. Aliás, Umbanda é AXÉÉÉ…

Boa gira para quem é da gira e bom final de semana a todos.

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  1. celso disse:

    Acho que faltou falar sobre a posição de nossas mãos no instante do bater cabeça. Como elas são nossas antenas fluídicas , é recomendável que a palma das mãos estejam viradas para cima, com em sinal de respeito e Agô, para receber as bençãos do Povo de Aruanda e de Zamby.

  2. Mãe Mônica Caraccio disse:

    Axé Celso, obrigada pela lembrança e participação, fico muito feliz quando tenho a certeza que posso contar com a participação de vocês nessa busca pelo saber, pela evolução do espírito e por uma Umbanda mais coesa, verdadeira e simples.
    É isso mesmo, não podemos deixar de afirmar que as mãos são importantíssimas para os trabalhos espirituais, pois além de servirem como antenas fluídicas como foi comentado, elas também permitem a projeção de diversas energias durante os atendimentos espirituais. Portanto, é importante sim que elas estejam com as palmas viradas para cima na hora do bater cabeça. No entanto, devemos ter ciência da importância de descarregá-las na terra antes mesmo de espalmá-las, e esse movimento acontece quando, mesmo sem percebemos, usamos as mãos para sustentar nosso corpo ao abaixarmos a cabeça. Vale prestar atenção nesse gesto ainda tão automático e compreender sua importância e grandeza, aliás, vale bater as palmas das mãos três vezes no chão com a intenção consciente de descarregá-la antes de virá-la em direção ao Alto. Com essa consciência e gesto, creio que vocês sentirão o quanto é bom saber e o quanto é bom ser umbandista. Axééé…

  3. Viviane Xavier disse:

    Ao ler o texto acima pude relembrar e sentir no íntimo do meu ser toda a energia por ti descrita. É fabuloso como você é capaz de transpor em palavras essa energia que sentimos no ato de bater cabeça. Meus parabéns!

  4. cida luz disse:

    Axé a todos,

    As informações só vem agregar maior conhecimento. A Umbanda explica cada ritual, cada ato. Afinal tem fundamento para tudo!!!
    Mãe a Umbanda com sua simplicidade nos leva as origens.
    Ótima gira a todos!!!

  5. Edméa Costa disse:

    Axé Mãe!

    O “bater cabeça” é um momento mágico mesmo.
    Essa entrega além de emocionante é confortadora.
    A UMBANDA Mãe, com todos seus fundamentos, nos traz vida, alegria, esperança!

    Axé a todos e vamos à Gira!

  6. Guilherme Barbosa disse:

    Salve o bater cabeça!!

    Não há maior entrada no sagrado que este ato que é, ao mesmo tempo, simples e grandioso. É nessa hora que conseguimos ter uma conversa mais ativa com a Espiritualidade, é possível sentir a bênção de ser cruzado e a ação potencializada. É nessa hora que a entrega acontece, que os problemas são afastados e que o trabalho simbolicamente se inicia.

    Melhor que bater cabeça, só fazer isso consciente e refletindo cada detalhe explicado nesse texto, é isso! Nada de automático e muito fundamento!

    Muito Axé!

  7. Renata Espindula disse:

    Axééé Mãe!!!

    Nossaaa…que grandioso poder bater cabeça diante de toda divindade e da ancestralidade!!!
    Realmente, é um momento de entrega…Conforme a senhora descreveu no texto, os guias chegando pontualmente, e firmando em nossa costas toda proteção e amparo para os trabalhos…fiquei imaginando essa cena…que bondade dos guias, e das divindades!
    A umbanda nos presenteia até nos “simples” gestos…Com certeza é um privilegio fazer parte dessa banda!

    Muito obrigada Mãe, por realizar tantas mudanças na nossa caminhada, nos mostrando fundamentos, e compartilhando conhecimento!

    axé a todos!

  8. Donizette F. Brito disse:

    Graças a Oxalá por nos dar o prazer de ter uma pessoa como a senhora para ensinar e ao mesmo tempo trabalhar pela evolução de todos os filhos, a cada ensinamento que é postado acredito que a umbanda se enriquece e tira da ignorancia não só os mediuns mas também os adptos que compartilham das maravilhas de nossos guias, realmente bater a cabeça é sagrado.

  9. Diógenes disse:

    Mãe Monica, Axé!
    Devo bater cabeça logo ao adentrar o terreiro, com toda a movimentação dos filhos, que ali está havendo, ou devo aguardar um momento mais calmo, logo antes do inicio da gira? Devo bater cabeça também na tronqueira, ou o gesto de bater cabeça do lado esquerda , em frente ao conga, já é o suficiente?
    Obrigado e muito Axé!

  10. Mãe Mônica Caraccio disse:

    Axé Diógenes
    Aguarde um momento mais calmo sim. Aliás, é importante esclarecer que em algumas casas esse ritual acontece no início da gira com a ‘jurema aberta’, portanto não se bate cabeça logo que se chega ao terreiro como afirmei no texto, deve-se esperar o comando do pai de santo e o movimento conjunto da corrente mediúnica, potencializando assim, a ação e o efeito.
    O movimento de bater a cabeça do lado esquerdo já é um excelente ato de reverência e saudação, portanto não há necessidade de bater cabeça para tronqueira.
    Espero ter ajudado.

  11. Ana Luiza disse:

    Nossa, como é importante pra todo mundo entender os fundamentos de bater a cabeça! Realmente, da forma como foi escrito, dá pra sentir toda a energia do momento, desde o ato de sentar, descarregando as mãos, dando aquele alívio, até o ato de encostar a cabeça no chão, agradecendo a proteção, o amparo, o acolhimento e o axé, recarregando nossas forças, nos entregando à espiritualidade, nos concentrando para o trabalho e deixando todos os “problemas” pra lá, pra depois e muitas vezes pra nunca mais!
    Bom trabalho pra todos nós!
    Axé!

  12. Renata Sucupira disse:

    Axé Mãe,
    Me sinto totalmente abraçada pelas energias no ato de bater cabeça, da uma vontade de ficar ali um tempão. Agora da para entender o porque é tão gostoso e tão mágico ficar deitada diante o altar.
    Até daqui a poucoooo!!!

  13. Marli disse:

    A Umbanda é magistica e nos faz seres encantadores, pois somos aquilo que os Orixás e Espiritos Superiores quer que sejamos, desde que nos entreguemos de corpo e alma….esse é para mim o significado de deitar-me defronte do altar, bater a cabeça….entrega total e muito axé….

  14. João Carlos disse:

    Axé Mãe Mônica, ao batemos nossa cabeça diante de uma altar agradecendo e pedindo proteção dos Orixás sentimos a leveza depois de um dia, uma semana longe do Congá. E a hora que nós médiuns podemos entrar em sintonia com as forças tão divinas presentes na nossa Casa, é de arrepiar, e por falar em arrepiar hoje é sexta feira, dia de gira, de bater a cabeça e agradecer todo amparo e proteção.

    “Quem é filho de fé bate cabeça neste congá, para papai Oxalá ê ê…

  15. Julio Cesar disse:

    Axé Minha Mãe

    Como é importante saber como fazer o bate cabeça e suas fusões, como é rica nossa Umbanda.
    Realmente em atos tão simples mas Sagrados nos liga ao sagrado ao ancestralismo a sabedoria nossa e muito rico este ato.
    É nóis Mãe…..

    E vamos bate-cabeça hoje e sempre entramos em nosso solo sagrado…hoje e sexta-feira dia de Sarava …

    Axé a todos

  16. katia santos disse:

    Momento único o bater cabeça! Eu me arrepio todas às vezes. É sentir um religar, um encontro, uma entrega, um agradecimento profundo. É se sentir totalmente abençoada por fazer parte desta terra, desta história, deste encontro.
    Melhor de tudo é saber que esse momento mágico acontece porque a espiritualidade te recebe de braços abertos para te energizar, te proteger, te cruzar…
    É muuuuito axé!

  17. Ana Maria disse:

    Sim, esse momento é mágico!!! É mágico e sagrado. É o momento em que, humildemente, agradeço a oportunidade de estar ali, diante dos meus Pais e Mães Orixás, das entidades de luz da direita e da esquerda que trabalham no terreiro e também das que me acompanham. E todas as vezes sinto como oportunidade única, verdadeira, acalentadora, vilatlizadora, acolhedora. É saber, crer, que toda a minha ancestralidade está ali presente me energizando, me fortalecendo, me inspirando.
    Lendo este texto e agora escrevendo sobre ele sinto meu corpo arrepiar… bom demaissssss saber e crer que sou filha de pemba. Saber e poder realizar a Umbanda com todos os seus fundamentos e sabedoria. E hoje tem gira, por isso

    Qem é filho de pemba
    Bate cabeça neste conga
    Pra Papai Oxalá
    Pra Papai Oxalá.

    AXE!!!

  18. solange disse:

    Axé Mãe Mônica,

    ” Importante não esquecermos que todo conhecimento e sabedoria vem da terra onde moram nossos ancestrais”.

    É muito bonito o ato de bater cabeça, é um ato sagrado um momento de entrega e respeito aos guias da direita e da esquerda. É um momento muito íntimo em que podemos conversar e agradecer por todo amparo e proteção que recebemos diariamente.
    De forma clara, a senhora consegue nos fazer compreender cada ato ritualistico praticado na Umbada e nos mostra o fundamento e sua razão de ser. Obrigada!!!!

  19. Teresinha BM disse:

    Esse momento, de fato, é momento de encontro.
    Encontro com a ancestralidade, encontro com os Orixás, encontro com nossa história – passado, presente e futuro – , com nosso dever, obrigação e sem dúvida nenhuma, com muitas bençãos.

    Mãe, seu texto é, mais uma vez, delicioso em todos os sentidos da palavra! Axé e muito grata!

  20. Roberta disse:

    Axé Mãe,

    Que esclarecedor! Muito importante saber que em nossa religião o sagrado está na terra e que ao batermos cabeça estamos reverenciando a ancestralidade e os Orixás.
    De fato é um momento mágico e a maneira como escreveu o texto me fez lembrar e sentir todo o axé desse momento e do meu chão.

    Boa gira!

    Axéééééé

  21. Carlos Eduardo disse:

    Olá,
    Ao ler o texto, fui imaginando a ação e a emoção que envolve o ato de bater cabeça.E quando ocorre com o canto de um ponto? ai então; ufa!!! Isso mesmo Mãe, dá arrepios; principalmente agora sabendo um pouco mais o que acontecesse no Astral, lindo!
    É entrar na morada dos ancestrais; cumprimentar à todos que incessantemente trabalham em prol dos irmãos encarnados e desencarnados.

    Axé a todos os irmãos de Fé.

  22. Daniela Moraes disse:

    Olá,

    Estamos sem terreiro a algum tempo e lendo seu texto, percebi o quanto está nos fazendo falta a gira a cada 15 dias. Fazemos de vez em quando, quando algum filho precisa de uma corrente maior, mais sem duvida o olo Sagrado do Terreiro é insubistituível.
    Estamos trabalhando para loglo, logo tenhamos nosso chão, e espero que não demore.

    Até mais!!

  23. Axé!
    O Ato de bater cabeça, além de tudo que a Mãe explicou eu penso que também é um momento de termos dentro de nossos aprendizados e evoluções, o mínimo da verdadeira humildade, é um momento de ligar com todos os ancestrais, Entidades, Divindades… Mas também de ligar a si próprio, de buscar o que temos dentro de nós a Essência Divina, de introspecção, de receber as bençãos para poder realizar um bom trabalho dentro do terreiro.

    Abraços!

  24. Waldira disse:

    A hora de bater cabeça é divino! Me sinto amparada pelos Orixás e entidades.É muito axé!!!

    Bate cabeça filhos de Umbanda!
    Sarava o terreiro e a sua banda!

    Obrigada por este texto abençoado!!
    Amo tudo isto. Amo a UMBANDA!!!!

  25. Alfredo disse:

    Axé Mãe, é tão bom entender o porquê de nossos atos, fica com outro tempero a ação, intensifica a atitude….Bater cabeça julgo ser um dos momentos mais sublimes de nossa religião, pedir força para os Orixás é a entrega total para mais um dia de trabalho, é a certeza e confiança , momento de abraçar e ser abraçado por seus Pais e Mães, além de todo fundamento explicado no texto…Obrigado pelo ensinamentooo

  26. Paulo disse:

    Boa noite Mãe Mônica,

    Tenho que parabeniza-la pela singeleza, profundidade e pertinência de suas palavras. É com muito carinho que nós Umbandistas devemos exercer nossa espiritualidade. Ao ler esta postagem lebrei-me do trecho de um ponto “Bate cabeça, filho de Umbanda… Bate cabeça para o povo de Aruanda…” e como a senhora mesmo diz, arrepia. O ato de reverência é muito importante, pois nele “reconhecemos”, “reencontramos” e nos “reconectamos” com os nossos mentores, guias e Orixás e desta forma nos recarregamos para trilhar nossos caminhos neste plano terreno.

    Conheci a Umbanda a aproximadamente 10 anos e neste tempo alcancei muitas graças, por isso acredito que o reconhecimento, a gratidão e o carinho são indispensáveis.

    Muito axé a todos e uma semana iluminada !

  27. Bruno disse:

    Quem é filho de Fé bate cabeça! Quantos fundamentos há nesse ato … quanta representação. É o momento em que você se entrega, ganha a proteção e a motivação que são essenciais para a realização de um bom trabalho.

    Axé

  28. Silvana disse:

    Nossa religião é feita de vários rituais e são esses rituais que nos proporcionam o encontro com o Sagrado. Uma atitude que parece tão simples como o bater a cabeça em frente ao altar, tem o poder de elevar nosso espírito, fazendo com que por alguns minutos, nos conectemos ao Astral Superior e tudo aquilo que passamos nesta vida terrena é superado, nos dando forças para continuarmos e agradecendo por mais um novo dia.
    Axé a todos.

  29. Vaner Pereira disse:

    Axé Mãe
    Que momento Sagrado o “bate cabeça”, momento de pura entrega, fé e acreditar que as forças Divinas estão nos cruzando e abençoando – Lindo

    Axé a todos

  30. Reginaldo disse:

    É muito bom entender toda importância e força que representa o bater cabeça.
    Para mim além de todas estas coisas, o bater cabeça é o momento de desconexão com mundo lá fora e a conexão com trabalho que será realizado naquela noite.

  31. Kátia Afonso disse:

    Um ato ¨simples¨ mas que realiza tanto, que faz grande diferença.
    Nos liga aos Orixás aos guias da direita e da esquerda e a toda sabedoria dos ancestrais, além de nos descarregar e nos reenergizar.
    Um momento de pura entrega
    Obrigada mãe por nos mostrar o quanto esse ¨simples ¨ato é mágico.

  32. gisele disse:

    oi,entrei no seu blog hoje e gostei muito da sua posição a respeito sobre o bater cabeça ,sou de um centro aqui de sorocaba .Muitos dos centros não esplicam seus rituais ,e quem é médium iniciante acaba por ficar sem entendimento na gira ,acontece comigo,eu faço o dever mas não sei o que significa ,a sua postagem foi ótima ,virei fã do seu blog.
    Muito obrigada por esclarecer essas dúvidas .muito axé …

  33. Teresa disse:

    Axé a todos,
    A UMBANDA é maravilhosa sim, cheia de fundamentos divinos, rituais, que aprendidos, tornam pequenos atos em uma VERDADEIRA GIRA. Vejam só: quando batemos cabeça no altar, estamos sendo descarregados de energias negativas, estamos entregando nosssas coroas às divindades tanto da direita como da esquerda e ainda estamos sendo cruzados para que nenhum mal nos atinga… é ou não é uma gira completa? Depois do bate cabeça, FEITO COM FÉ E COMPREENSÃO, na verdade, nem precisaríamos de gira não é mesmo?
    Salve o bater cabeça!!!!!!

  34. regina lucia disse:

    Axé a todos !

    Umbanda, que além de rica, encanta, porque nos mostra que através de um simples ato, nos aproximamos de nossos ancestrais, nossos antepassados, tornando um momento sagrado, nos beneficiando de tanta riqueza.

    Mãe Mônica, obrigada ! mais um grande aprendizado !

    Um grande abraço !

  35. Ediane disse:

    Adorei o texto !!! Muito esclarecedor …muito obrigada por mais esse aprendizado . Que você Mãe Mõnica , junto com as pessoas que te ajudam e auxiliam, tanto aqui na matéria, como do lado espiritual , sejam cada vez mais inspirados e iluminados, cheios de força , para que possam continuar esse lindo trabalho de luz e concientização. Um grande abraço a todos !!!

  36. Vitor Lopes disse:

    Axé Mãe Monica,

    Compreender os fundamentos da Umbanda é o caminho mais correto para decifrar a linguagem dos Orixás.
    Umbanda sem fundamento é ato sem sentimento.

  37. Rosemary disse:

    Axê ,mãe Monica ,a senhora talvez nem imagine o quanto foi importante para mim a explicação sobre o ato de bater cabeça,pois não tinha esse esclarecimento todo ,e a senhora me tirou várias dúvidas.
    Se possível,fale sobre os fios de conta,como devemos guarda-los,etc…
    Obrigada ! Muito Axé!

  38. axé disse:

    Gostei muito deste saite…..

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