Axé a todos!
Gostaria de chamar atenção esse mês para as matérias sobre o “Mito do Centésimo Macaco” e a “Experiência com macacos” que estão publicadas na página 08. Observem como essas matérias, muitas vezes, se encaixam direitinho em nossa vida, às vezes não passamos de “macacos” agindo por repetição, sem saber o porquê e a real essência e necessidade do ato, fazemos por fazer, em uma rotina sistemática e limitante ou pior, muitas vezes pensamos,
determinamos e pensamos de novo e de novo e no entanto, NADA FAZEMOS.
Posso dar muitos exemplos, principalmente dentro do contexto religioso umbandista, pois percebo que a maioria das pessoas não faz a menor idéia ‘do que é’ ou ‘o que representa’, por exemplo, fazer o sinal da cruz, ficar descalço dentro do congá, cruzar o chão, bater cabeça, bater palmas, entre outros atos, fazendo apenas por repetição, perdendo assim, o sentido e a essência do ato, limitando até mesmo o benefício que esses atos religiosos trazem ao seu praticante. O que é, sem dúvida, uma pena.
Claro que isso é falta de conhecimento real, que gera a repetição e a idéia de fazer “por que sempre foi assim…”. Percebemos o quanto a falta de estudo, muitas vezes, limita o Ser, o torna preconceituoso, inclusive o distancia da essência e das bênçãos Divinas. Pode parecer estranho fazer essa ligação: benção Divina com estudo, mas se não existir algo fundamentando as ações religiosas não se cria um laço resistente entre o Ser e a Religião. Santo Agostinho, um dos teólogos mais importantes Continuar lendo »
escrito por Mãe Mônica Caraccio
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