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	<title>Minha Umbanda &#187; Editoriais</title>
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	<description>Blog sobre Umbanda</description>
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		<title>Não podemos parar, negar ou limitar&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 12:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial Juca]]></category>
		<category><![CDATA[Juca]]></category>

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		<description><![CDATA[Fico sempre muito feliz ao término de mais um JUCA, de mais um grupo de estudo, de mais uma gira ou mesmo depois de mais uma oportunidade de falar ou manifestar a Umbanda com todo seu valor e sentido religioso. Claro que a sensação de que ainda é pouco percorre todos os meus sentidos, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fico sempre muito feliz ao término de mais um JUCA, de mais um grupo de estudo, de mais uma gi<img class=" size-full wp-image-1964" title="Juca 47" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/07/capajuca47.jpg" alt="" width="235" height="270" align="right" />ra ou mesmo depois de mais uma oportunidade de falar ou manifestar a Umbanda com todo seu valor e sentido religioso. Claro que a sensação de que ainda é pouco percorre todos os meus sentidos, o que, graças a Ogum, me inspira a novos desafios e ações.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagino que para muitos parece estranho esse meu caminhar um tanto ideológico, ativo e determinado, mas são tantas necessidades, são tantos espíritos em sofrimento profundo, são tantas almas carentes e sedentas de informações, respostas, cuidados, carinho, atenção e orientação&#8230; É tanta falta de amor envolvendo as pessoas e a religião que,<span id="more-1961"></span> dentro de meu raciocínio lógico, PARAR, NEGAR ou mesmo LIMITAR o agir do meu espírito seria a maior agressão que eu poderia proporcionar a mim e, principalmente, ao próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">São muitas pessoas que, talvez por falta de conhecimento, de estudo ou de cuidados, se encontram perdidas dentro de seus Terreiros, desistindo do seu desenvolver mediúnico ou da Umbanda, passando por situações constrangedoras e dolorosas, e ficar isenta nessas situações, de braços cruzados, só pensando e adiando uma atitude é ser, no mínimo, conivente ou até covarde. Entendo perfeitamente a necessidade do Agir, do Saber e do Bom Senso. Entendo o sentido da mediunidade e de todas suas possibilidades. Entendo e sei os deveres e obrigações que comprometem todos os médiuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que tenho capacidade, assim como todos os médiuns têm. Sei que posso ajudar, assim como todos os médiuns podem. Sei que sou um canal, assim como todos os médiuns são&#8230; portanto, sei das minhas obrigações como médium, como espírito, como ser humano, como religiosa e como imagem e semelhança de Deus. No entanto a pergunta é: O que estamos fazendo com nossas capacidades e possibilidades? Ou melhor, o que estamos fazendo com o que temos, podemos e somos?</p>
<p style="text-align: justify;">Entendo claramente que negar essas ações é o que propicia as piores dores e os maiores desequilíbrios em qualquer médium, afinal, é agredir o próprio espírito e toda sua capacidade. É uma prisão sem janelas, é se sentir sufocado, é a incapacidade e impossibilidade de enxergar a luz, sem saber se é dia ou noite, sem ter a oportunidade de falar, de se comunicar, de escolher&#8230; Aliás, quantas pessoas não estão se sentido assim agora? Talvez milhares.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, não dá para Parar, não dá para Negar ou Limitar. Sou um grão de areia em um grande oceano mas sei que sou espírito e meu espírito tem que agir em sua plenitude. Não dá para Parar, Negar ou Limitar meu trabalho religioso, meu estudo religioso, meu falar religioso e minha ação religiosa, pois sou a manifestação, a materialização e a representação do Divino, e isso quer dizer que:</p>
<p style="text-align: justify;">Falo e falarei de Umbanda;<br />
Faço e farei pela Umbanda;<br />
Estudo e estudarei a Umbanda;<br />
Pratico e praticarei a Umbanda;<br />
Luto e lutarei pela Umbanda;<br />
Amo e amarei a Umbanda.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo porque, Ela sou Eu e Eu sou Ela, por isso vivo em paz, com minha consciência tranquila, com muito trabalho e com muita alegria, com muitos desafios e muitas conquistas, fazendo diferente e a diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, vai desistir de conquistar a sua plenitude? Vai deixar para depois?</p>
<p style="text-align: justify;">Muito Axé e um feriado de muita reflexão a todos !</p>
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		<title>Quem tem as respostas?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 19:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[estudo religioso]]></category>

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		<description><![CDATA[Penso o quanto é importante olhar para o interno e não apenas para o externo ou para o outro. Olhar para os valores, os direitos, para a criatividade, a tenacidade, a dignidade e a capacidade de emancipação e liberdade. Sei que para isso é preciso acreditar em um talento real, é preciso esforço e, principalmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Penso o quanto é importante olhar para o interno e não apenas para o externo ou para o outro<img class=" size-full wp-image-1799" title="Juca 46" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/capajuca46.jpg" alt="" width="278" height="318" align="right" />. Olhar para os valores, os direitos, para a criatividade, a tenacidade, a dignidade e a capacidade de emancipação e liberdade. Sei que para isso é preciso acreditar em um talento real, é preciso esforço e, principalmente, é preciso tomar cuidado com aqueles que querem dominar e manter o ser dependente, alienado e amedrontado. No entanto, como discernir? Como saber? Como fazer?</p>
<p style="text-align: justify;">Temos ou não temos capacidade? Somos ou não somos possibilidades? Podemos ou não podemos realizar?  São tantas perguntas. Aliás, a vida nos põe sempre de frente com perguntas, envolvidos em eternas reflexões e necessitando de contínua busca. É fato que a vida está constantemente exigindo escolhas, portanto,<span id="more-1797"></span> temos que estar sempre aptos a decidir e quando isso não acontece perdemos o controle sobre as coisas e sobre a própria vida e quase sempre caminhamos para um futuro frio e escuro, dentro de um quarto vazio e fechado.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter respostas é fundamental para a existência humana, é essencial para pertencer a uma tribo, para que se crie o sentido de pertença. Saber o que é certo ou errado, o que devemos ou o que não devemos, o que é bom e o que é ruim&#8230; É fundamental ao ser, é provar que está vivo e que está em evolução. A vida é uma eterna pergunta, está cheia de questionamentos e reflexões.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, imagine ser capaz de saber as respostas, imagine saber o que é certo, o que se deve fazer, o que representam determinadas coisas. Imagine a vida sem medo, dúvidas ou perturbações&#8230; Muito bom, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, é o estudo que possibilita essa capacidade do Saber, é o estudo que possibilita a capacidade de capacitar, é com estudo que saímos da condição de dominado, de alienado e de amedrontado.</p>
<p style="text-align: justify;">Johann Gottlieb Fichte, filósofo alemão do século XVIII,  diz que o ser humano está em permanente elaboração e em permanente escolha, diz que há seres humanos de “consciência autônoma” e seres humanos de “consciência dispersa”. A consciência autônoma age a partir de si mesma, é independente. Essa consciência preserva a identidade original da pessoa e afirma-se como centro de decisão. Já a consciência dispersa é dependente dos outros, é reflexo do outro e não permite que o ser humano se realize em si e por si.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essas colocações, vale a pena mais uma pergunta para fazer parte daquele amontoado de perguntas: Qual é a sua consciência? E vale a pena estimular mais uma reflexão e escolha para sua vida: De quem ou do que você é dependente? É só escolher: Ser sujeito Em Aprendizagem ou Ser sujeito de Incapacidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudar é uma decisão, é muitas vezes renunciar, deixando para depois a família, passeios, amigos. É quase um ato solitário, e isso justifica a pequena quantidade de pessoas interessadas e predispostas a estudar, pois muitas pessoas ainda estão apegadas às necessidades sociais e esquecem-se da necessidade do Saber, do Compreender e de Evoluir.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que muitas vezes não é fácil, principalmente quando falamos em estudar uma religião, e é assim mesmo que deve ser. A espiritualidade não quer proporcionar capacidades para quem não é capaz, mesmo porque estudar não é inspiração, é transpiração! Estudar é trabalho, é disciplina, é determinação e conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudar Umbanda então envolve muitas questões, envolve vida, moral e essência. Envolve religiosidade e não somente religião, envolve a vida muito mais que o Terreiro, envolve o espírito muito mais que a matéria. Estudar Umbanda é importante pois é através da consciência e do saber religioso que nos tornamos mais fortes e mais fiéis a respeito de nossas escolhas. Tem a ver com o sentido existencial da vida, portanto, é essencial a qualquer um que pretenda ser considerado um religioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudar, discernir, escolher, responder é o principio da evolução. É nosso dever como religiosos e como seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá mais para se contentar com “o Guia sabe tudo”; não dá para se acomodar e aceitar respostas do tipo “é melhor aceitar o que Deus quer”, mesmo porque se pensarmos assim sabemos que o que Deus mais quer é nos ver felizes, realizados e prósperos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, Vamos Estudar!!!  Axé a todos !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Só com o Exemplo e o Saber&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 22:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que todos os umbandistas querem fazer algo especial pela Umbanda, fazer algo que a valorize e que mostre a toda sociedade o quanto a Umbanda é realizadora e divina, o quanto deve ser respeitada,  e que não tem nada a ver com trabalhos feitos, milagres vendidos ou magias negras. Baseada nessa minha crença, penso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acredito que todos os umbandistas querem fazer algo especial pela Umbanda, fazer algo que a valorize e que mostre a <a href="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/capajuca45.jpg"><img class=" size-full wp-image-1722" title="capa" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/capajuca45.jpg" alt="" width="254" height="289" align="left" /></a>toda sociedade o quanto a Umbanda é realizadora e divina, o quanto deve ser respeitada,  e que não tem nada a ver com trabalhos feitos, milagres vendidos ou magias negras. Baseada nessa minha crença, penso continuamente como fazer isso, como proporcionar esse tipo de estímulo e de conduta aos umbandistas para que todos possam, de forma homogênea e clara, falar da Umbanda para uma sociedade já com idéias tão preestabelecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Percebo inclusive que falar de Umbanda é algo difícil para muitos umbandistas, na maioria das vezes a fala contém uma incisiva conotação defensiva e justificada, é<span id="more-1713"></span> quase automático esclarecer o porquê da escolha dessa religião salientando sempre que na Umbanda não se faz matança e assim por diante. É fato que muitas vezes esperamos uma reação negativa ou irônica daquele que desconhece a Umbanda assim como todos seus fundamentos e poder de realização. Chego à conclusão que só existem duas formas de criar essa valorização religiosa tão necessária para a Umbanda: primeiro pelo EXEMPLO e segundo pelo SABER.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso mesmo! Acredito que um único exemplo vale mais do que mil palavras! Portanto se queremos mostrar que nossa religião é boa precisamos mostrar que somos bons. Se quisermos falar que a Umbanda é coerente temos que mostrar nossa coerência. Se quisermos que respeitem nossa religião temos que respeitar as outras religiões, afinal, a religião, entre tantas funções, tem também a de formar a moral e a índole de seus fiéis.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito ser incoerente o médium umbandista dizer que a Umbanda não faz magia negra se seus pensamentos e atos  desejam e fazem o mal ao próximo ou se seus desejos são tão importantes que estão acima de qualquer coisa e de qualquer pessoa. Não dá para o umbandista falar que a Umbanda não faz e não é milagre se o próprio “pede” continuamente soluções aos Guias Espirituais se isentando de qualquer responsabilidade. Pedir é Pedir em qualquer situação. Como dizer que a Umbanda não pratica matança se tanto lixo é jogado nas ruas, praias, matas e cachoeiras? Afinal lixo mata! Inclusive o ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito também que o Saber é fundamental para qualquer coisa que se queira valorizar. Se não sabemos o que é a Umbanda como falar da Umbanda? Se não sabemos diferenciar um Guia de um Orixá, se não sabemos de nossas obrigações e deveres como médiuns umbandistas, se não sabemos responder as perguntas pertinentes sobre a nossa religião como querer que o outro compreenda-a?</p>
<p style="text-align: justify;">Estudar é fundamental e dar exemplos é essencial para vivenciar plenamente a Umbanda sem medo e sem constrangimento. Também é importante seguir uma tradição religiosa, respeitar as hierarquias e a ancestralidade, afinal são pontos fundamentais de nossa Umbanda e devem ser compreendidos e praticados com valor e respeito.  Pensar em Umbanda é pensar em disciplina e postura. É compreender que o médium é a peça mais importante para a manifestação da religião.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a visão que as pessoas terão sobre a Umbanda será o reflexo das atitudes dos médiuns umbandistas, dentro e fora de uma gira de atendimento. Somos nós, médiuns umbandistas, que precisamos fazer algo diferente e significativo pela Umbanda. Somos nós que temos que dar exemplo de sua ação em nossa vida e somos nós que temos que responder as perguntas da sociedade, mesmo porque quando perguntarem algo sobre a Umbanda não poderemos incorporar o Preto Velho para dar a resposta em nosso lugar, não é mesmo?!?</p>
<p style="text-align: justify;">Axé a todos!</p>
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		<title>Só temos fé naquilo que amamos!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 10:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Axé Pessoal! Fico muito feliz a cada nova edição do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática &#8211; e nesse mês, em especial, estamos com matérias especiais como Pontos Riscados na Umbanda; Exu &#38; Bombonjira; Ser Ogã é Ser Responsável; O Prazer de Servir; Ogum; entre outras. Acredito que com esse tipo de material nossas percepções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Axé Pessoal! Fico muito feliz a cada nova edição do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática &#8211; e ne<a href="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/04/capa_juca44.jpg"><img class=" size-medium wp-image-1502" title="JUCA 44" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/04/capa_juca44-263x300.jpg" alt="" width="249" height="285" align="right" /></a>sse mês, em especial, estamos com matérias especiais como Pontos Riscados na Umbanda; Exu &amp; Bombonjira; Ser Ogã é Ser Responsável; O Prazer de Servir; Ogum; entre outras. Acredito que com esse tipo de material nossas percepções se expandem e saímos da incerteza, do automático, da inconsciência e, porque não dizer, do comodismo. Isso mesmo, do comodismo!</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa Umbanda é tão rica, tem tantos simbolismos e fundamentos, tudo é tão claro e evidente, que não devemos deixar passar despercebido, como acontece continuamente. Não devemos acomodar nosso raciocínio e nosso sentido de lógica. Mesmo porque, nossa fé vai até onde<span id="more-1498"></span> nossa mente permite, vai até onde obtemos respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito ser evidente a todos que quando não sabemos ou não entendemos algo, não acreditamos, portanto fica impossível vivenciar ou compartilhar o seu sentido correto e sincero. Isso é ser prisioneiro de si mesmo, é ser escravo do comodismo e da preguiça. Temos que sair das nossas próprias Senzalas, parar de nos curvar às imposições dos Senhores da Irresponsabilidade que existem dentro de nós e viver, vivenciar a Umbanda na sua plenitude. Conscientes de cada ato, de cada movimento e de cada fundamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que poucas pessoas sabem o que acontece no astral e qual ponto específico está sendo ativado quando um Guia estala os dedos. Acredito que poucos sabem porque um Guia manca ou porque eventualmente é solicitado ao consulente acender uma vela na igreja. Acredito que poucos médiuns sabem porque batemos palmas ou porque batemos a cabeça em nossos rituais.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente é uma pena!</p>
<p>Por isso que o estudo é importante, ele traz lógica para as coisas e quando sabemos o que estamos fazendo fica tudo mais fácil, fica tudo mais claro e simples, afinal, temos medo do desconhecido e isso faz parte de nosso instinto, de nosso ser. Toda mudança, toda dúvida, toda falta de resposta causa insegurança, medo e enfraquece nossas ações conscientes e inconscientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho certeza que quando o médium souber que ao estalar os dedos o Guia está ativando o Monte de Vênus (região da palma da mão próxima ao polegar) que está ligado ao Chacra Frontal trazendo melhor racionalidade e controle sobre as emoções, propiciando uma poderosa descarga etérica, algo parecido com bombas astrais que desimpregnam a aura do consulente, tudo ficará diferente, o sentido mudará, a fé se fortalecerá e os trabalhos espirituais melhorarão muito.</p>
<p>E isso não é invenção minha, isso é LÓGICA. Clara, real e verdadeira. Assim como nossa UMBANDA É, basta buscar sua lógica.</p>
<p style="text-align: justify;">E para que vocês não fiquem sem respostas, seguem pequenas explicações para os “porquês” mencionados acima. Mas esclareço: só irei apontar alguns itens aqui, é importante que estudem, que se esforcem e que se dediquem à Umbanda, afinal só amamos aquilo que conhecemos, só temos fé naquilo que acreditamos e só acreditamos naquilo que conhecemos, portanto só temos fé naquilo que amamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque um Guia manca – assim como as palmas das mãos e as orelhas, nossos pés se comunicam com todas as partes do nosso corpo, neles estão terminais nervosos que se comunicam com nossos chacras e com nosso sistema nervoso, portanto quando o Guia manca ou bate o pé no chão ele está ativando pontos energéticos específicos, está ativando chacras, mandando mensagem para nosso sistema nervoso, além é claro, de ativar a energia da terra para descarregar o próprio médium. O mancar do Guia nada tem a ver com uma deficiência física, mesmo porque Ele não tem corpo físico.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque acender vela na igreja – as Entidades que fazem parte da estrutura religiosa umbandista conseguem atingir, atuar e trabalhar em todas as outras religiões, doutrinas e cultos, portanto quando um Preto Velho, por exemplo, pede para um consulente ir à igreja acender velas para almas, ele está enxergando um espírito que, possivelmente, está incomodando o consulente e que necessita de um direcionamento dentro de sua realidade religiosa, que não é a Umbanda. Assim sendo, esse espírito é “levado” para sua realidade espiritual, nesse caso, para a realidade católica. Não adianta querer doutriná-lo, direcioná-lo ou forçá-lo dentro da Umbanda, ele não entende, não se afiniza e, muitas vezes, não quer essa ajuda e quando ele recebe o amparo dentro de sua realidade, com a reza ou com o auxilio da igreja, com certeza o respeito e o livre arbítrio são exercidos sobre esse espírito.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque batemos palma &#8211; nossas mãos possuem uma quantidade enorme de terminais nervosos, que se comunicam com cada um dos chacras de nosso corpo: Dedo Polegar: Chacra Esplênico (região do baço); Indicador: Cardíaco (coração); Anular: Genésico ou Básico (base da espinha); Médio: Coronal (alto da cabeça); Mínimo: Laríngeo (garganta); na região quase central da mão: Chacra Solar (estômago); próximo ao monte de Vênus: Chacra Frontal (testa), portanto quando batemos palmas ativamos todos esses chacras, portanto ativamos nossa energia interna, nossa capacidade de doar e receber energia, também criamos ondas de energias vibrantes e estimulantes que envolvem todos que estão à nossa volta. Depois de uma sequência de palmas estamos com maior facilidade de percepção espiritual, incorporamos, percebemos e sentimos mais facilmente o plano espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque batemos a cabeça – batemos a cabeça por três motivos: primeiro porque na terra é que foram enterrados os assentamentos dos Orixás quando os negros ainda se encontravam na condição de escravos, tradição essa que continua até nos dias de hoje, ou seja, é na terra que estão assentadas as maiores Forças de um Terreiro, portanto quando batemos a cabeça, estamos sobre os assentamentos, batendo cabeça às tradições, aos Orixás, nos reverenciando e entregando nossa Coroa, nosso coração, nosso corpo e nosso espírito aos nossos ancestrais e aos Orixás; segundo: o elemento terra transmuta, cura e energiza, ou seja, quando batemos cabeça transmutamos nossos pensamentos, curamos nosso emocional e energizamos nosso espírito; terceiro: é na terra que estão enterrados nossos ancestrais e toda a sabedoria de nossos anciãos, portanto ao batermos nossa cabeça todo o conhecimento e sabedoria que ‘mora’ na terra tende a envolver nosso espírito.</p>
<p style="text-align: justify;">Simplesmente Fascinante, Encantador e Divino!</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, CHEGA DE COMODISMO! Estude e mude sua vida. Transforme sua Fé em algo grandioso como é Nossa Umbanda.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Iniciaremos em maio o “Grupo de Estudo Religioso Umbandista”, com aulas presenciais e pela internet (ao vivo) para aqueles que não moram em São Paulo. Com certeza será um divisor de águas pois proporcionará uma maravilhosa mudança de vida, um imensurável fortalecimento de fé. </span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Informem-se estudo@umbandacarismatica.org.br</span></h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Quem está preparado para a Ingratidão?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 21:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial Juca]]></category>
		<category><![CDATA[Ingratidão]]></category>
		<category><![CDATA[Pais Espirituais]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia desses, li uma frase que chamou muito minha atenção. Essa frase, se bem me lembro, estava no mural de um Terreiro e dizia: “se você quer trabalhar fazendo a caridade então você precisa estar preparado para lidar com a ingratidão.” Pois é, no primeiro momento que li essa frase foi como se eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dia desses, li uma frase que chamou muito minha atenção. Essa frase, se bem me lembro, estava no mural de um Terreiro e dizia:<em> “se você quer trabalhar fazendo a caridade então você precisa estar preparado para lidar com a ingratidão.”</em> Pois é, no primeiro momento que li essa frase foi como se eu levasse um soco no estômago, depois de minutos percebi a grandeza e a verdade dessas palavras.<a href="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/02/juca42.jpg"><img class=" size-full wp-image-1272" title="juca42" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/02/juca42.jpg" alt="" width="277" height="313" align="right" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quem tem sob sua responsabilidade outras vidas, ou seja, o Sacerdote, Pai espiritual, Madrinha, Dirigente, sabe muito bem o que essa frase representa, sabe muito bem o que é sentir e vivenciar a ingratidão, afinal, o respeito, o carinho, o amor e a admiração duram até o pronunciamento do primeiro NÃO. Simples, não?!? É só dizer NÃO que se perde o valor, a admiração e o Pai de Santo ‘já não presta mais’, aliás esse é um excelente teste de respeito e amor que pode ser feito em qualquer situação: no convívio familiar, no trabalho, antes de formar uma sociedade, no relacionamento amoroso etc, é só dizer NÃO à uma pessoa ou situação<span id="more-1265"></span> e aguardar o resultado. Ah, mas não se preocupe pois o resultado é quase que imediato! O mimo, o vitimismo, o egocentrismo, a prepotência e, porque não dizer, a infantilidade, estão tão enraizados no íntimo de alguns seres humanos que o reflexo ao NÃO é quase que imediato mesmo que ainda inconsciente ou sutil. Mas o pior é que esse reflexo muitas vezes é tão agressivo, é tão evidente e tão expressivo que acaba contaminando pessoas próximas, acarretando a ‘saída’ em massa de médiuns de um Terreiro. É a ingratidão coletiva! É triste ver isso acontecer! Mais triste ainda é ver todo um trabalho espiritual, toda uma ação divina que estava atuando na vida do médium e dos médiuns ser agressivamente rompida pelo egocentrismo humano.</p>
<p style="text-align: justify;">É saber que o Pai de Santo só presta enquanto abaixa a cabeça e concorda com tudo, como que se ele não tivesse direito de comandar seus médiuns e mandar em seu terreiro, como que se ele e todos seus anos de preparo e experiência não representassem nada perto do “médium sabichão”. É índio querendo ser cacique. É ver lobo em pele de carneiro fazendo e desfazendo aquilo que bem quer como se ninguém estivesse vendo, como se não houvesse uma Força Superior que tudo vê, tudo sabe e tudo sente.</p>
<p style="text-align: justify;">É perceber a tristeza das Entidades Espirituais que acompanham aqueles médiuns quando tomam uma atitude dessa. Afinal, nós temos o livre arbítrio, nós podemos ir e vir, mas muitas Entidades não. Muitas vezes elas ficam entregues aos caprichos dos médiuns, pois têm como missão acompanhá-los por todas suas passagens nesse plano. E ai? Será que é muito difícil para os médiuns pensarem nas Entidades que o acompanham nesse momento? Será que é muito difícil pensar em algo maior, em algo que vai além do próprio umbigo?</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso sair do egocentrismo e saber que uma atitude pode influenciar muitas coisas, pessoas e espíritos. É importante pensar em um TODO, pensar na capacidade e não no desejo pessoal. E é alicerçado nesse pensamento que<br />
muitas vezes um Pai (e aí pode ser pai de santo, pai carnal ou pai espiritual) diz NÃO a um filho. Pena que esse filho está ainda tão acostumado com mimos e ainda tão preocupado com seu desejo pessoal que acaba perdendo a grande oportunidade de sua vida de aprender, crescer e provar que já é capaz de pensar no TODO.</p>
<p style="text-align: justify;">E aproveitando a inspiração que me causam algumas frases, existem duas que sintetizam muito bem o que estou falando, uma é de um autor francês do século XVIII, Charles Pinot Duclos, que diz: <em>“A ingratidão consiste em esquecer, desconhecer ou reconhecer mal os benefícios, e se origina da insensibilidade, do orgulho ou do interesse.” </em>A outra é minha e me inspira diariamente: <em>“Só nos é permitida a evolução quando nos tornamos capacitados e responsáveis pelos nossos atos.”</em> Portanto, saber OUVIR NÃO é uma grande oportunidade de provar respeito, carinho, amor, e, principalmente, provar que cresceu como ser humano e como ser espiritual, que consegue pensar em todos, em possibilidades, em determinação, em persistência e humildade.</p>
<p style="text-align: justify;">Aceitar “NÃO” é sair do desejo pessoal e entrar no mais importante estágio de evolução. Tenho certeza que os grandes líderes só se tornaram “grandes” e “líderes” depois de terem ouvido muitos NÃOS.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ótimo final de semana a todos e que, a partir de agora, os nãos que surgirem em nossas vidas sejam interpretados de forma diferente !! Muito Axé !!</p>
<p style="text-align: justify;">
<h5 style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">**A foto de capa do Juca chame-se &#8220;Misticismo&#8221; do fotógrafo Paulo Pinto, retirada do site www.olhares.com**</span></h5>
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		<title>Só podemos exigir atitudes se delas formos exemplo!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 12:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Axé a todos!
2010 chega e trás com ele a necessidade de muitas reflexões. É um ano em que reinará Yemanjá, a Mãe Geradora, fato esse que, por si só, já nos levará a uma grande necessidade de reavaliação de Vida. Precisamos parar e pensar no que estamos gerando, no que estamos alimentando e no que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Axé a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">2010 chega e trás com ele a necessidade de muitas reflexões. É um ano em que reinará Yemanjá, a Mãe Geradora, fato esse que, por si só, já nos levará a uma grande necessidade de reavaliação de Vida. Precisamos parar e pensar no que estamos gerando, no que estamos alimentando e no que estamos criando. Precisamos pensar em nossa responsabilidade como religiosos, como espiritualistas, como médiuns, como seres humanos e como propiciadores de <img class=" size-medium wp-image-1162" title="juca" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/01/juca-272x300.jpg" alt="juca" width="225" height="249" align="left" />“futuros”. Precisamos olhar em nosso envolta e perceber que existem pessoas, espíritos, animais e a própria natureza dependendo de nós. Mais do que isso teremos eleições em 2010, fato que, infelizmente, faz com que esse ano prometa muitas manipulações, especulações, calunias e intrigas, o que reforça a necessidade de bom senso, de conhecimento e de uma boa conduta perante a VIDA como um Todo. Sei que política não se discute e nem é essa a minha intenção, no entanto, é sempre necessário dialogar e conhecer outros pontos de vista para que se amplie a visão e para que se tome boas decisões sobre esse assunto tão delicado e importante. É por esse motivo que quero aproveitar esse pequeno espaço para manifestar o meu ponto de vista como Líder religiosa.<span id="more-1156"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Entendo que um Sacerdote, um Pai de Santo ou um Líder religioso tem a grande função de auxiliar seus fieis em suas mudanças internas esgotando o sentido do Poder e da Posse tão enraizado no íntimo das pessoas.  Entendo também que a visão, a ação e a conduta de um Líder religioso devem ser direcionadas e trabalhadas no sentido amplo da vida e no sentido do coletivo para toda a humanidade. O que quer dizer que quando a política se manifesta estimulando o Poder e a Posse individual, gerando manipulações e intrigas, ela está, então, atuando em mão contrária ao sentido religioso do Ser e nessa direção acredito que política e liderança religiosa não devem se misturar. Aliás, acredito que a política manifestada no sentido individualista não se mistura com o sentido religioso de qualquer doutrina. E quando falamos em lideranças religiosas como candidatos a políticos precisamos ficar mais alerta e observar com mais atenção, principalmente e primeiramente, suas condutas religiosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não acredito que um Caboclo estimule seu filho a se candidatar com frases do  tipo: <em>“Vai meu filho, se candidate que eu te ajudo a vencer as eleições, e quando você estiver lá no plenário ‘nós’ trabalharemos mais pela Umbanda”</em>, mesmo porque não é no plenário que se trabalha pela Umbanda, além disso, é um ato interesseiro e individualista, nada parecido com as ações de nossos queridos Caboclos. Da mesma forma não acredito que um Preto Velho prefira acompanhar seu médium em um evento político deixando de lado seu trabalho e compromisso espiritual e religioso, mesmo porque tem muitos espíritos à espera daquela energia e das bênçãos daquele Preto Velho.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, penso que antes de votar em um sacerdote-candidato é importante prestarmos  primeiramente atenção em sua conduta religiosa, e devemos observar se esse sacerdote e candidato tem um discurso preocupado somente com sua comunidade esquecendo a sociedade em si, ou melhor, esquecendo o sentido do coletivo para toda a humanidade. Devemos observar se ele está invertendo valores, promovendo festas profanas ou até mesmo manipulando festas religiosas onde o importante é aparecer seu lado político, ou então, deixando de lado seus compromissos espirituais, adiando giras, colocando outras pessoas em seu lugar ou diminuindo a intensidade de seus trabalhos religiosos. Pensemos: se ele não consegue cumprir o seu compromisso com o Sagrado quem dirá com o Ser humano! Acredito que precisamos pensar, discutir e conhecer melhor os candidatos políticos, precisamos analisar suas condutas como seres humanos, como homens e como família, para depois vermos suas obras. Precisamos tentar conhecer o passado dessas pessoas que querem ‘fazer’ o nosso futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Também entendo que um Líder religioso se isentar dessa realidade é irresponsabilidade social, religiosa e falta de cidadania, pois ele deve sim ter preocupação social, política e econômica em todas as suas atividades, caso contrário, estará longe da realidade de seus fiéis. É importante que um Líder religioso trabalhe o senso político em sua comunidade com sabedoria e discernimento, é importante que ele auxilie seus fiéis no esclarecimento da boa conduta, da verdade, do bem comum e não do bem próprio e individual. É importante que o Líder esclareça e doutrine seus fiéis, que mostre a eles que política faz parte da vida de qualquer ser humano e está sendo praticada em todos os lugares: no escritório, no colégio, entre família&#8230; Se não somos honestos politicamente falando, e isso quer dizer fazer política pensando em um bem comum e não no bem próprio, não podemos reclamar dos políticos que governam nosso pais. Se não somos honestos na hora de dar um troco, de cobrar, de vender, de comprar um produto, se fazemos “caixa dois” em nossa casa, se pegamos papel do escritório sem ninguém saber, se ensinamos nossos filhos a tirar vantagem em tudo e ainda ficamos felizes e nos vangloriamos por esses atos, como reclamar do governo e como querer votar bem?</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião essa é a função do Líder religioso quando se fala em política: ele tem que orientar, fazer valer os direitos sociais e políticos em beneficio de toda a humanidade e não somente da sua comunidade. Caso contrário ele não se diferenciará daquela pessoa que quer levar vantagem em tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente sendo honestos, transparentes e verdadeiros é que poderemos exigir isso do próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito Axé e um ótimo final de semana a todos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Troque as deduções por diálogo!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 12:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Juca]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando li o texto acima fiquei impressionada com a maravilhosa capacidade de nosso cérebro e com a clareza que é <img class=" size-full wp-image-1054" title="dialogo" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dialogo.jpg" alt="dialogo" width="283" height="213" align="left" />mostrada a nossa habilidade de manipular, criar, deduzir e de formar situações. É exposto de forma simples e óbvia o quanto somos limitados e manipulados, quanto uma primeira imagem nos leva a deduções e à incapacidade de ver cada coisa ou situação em sua essência íntima e verdadeira. Claro que essas habilidades estão ligadas ao nosso emocional e não ao nosso cérebro. Acredito que isso está acontecendo diariamente em nossas vidas e em todos os sentidos; quantos pré-conceitos e conceitos são criados em nosso íntimo e que, consequentemente, influenciam não apenas minha vida, mas a de todos que estão ao meu entorno. Percebemos isso claramente no referido texto e fica óbvio o nosso poder de dedução e de criação. A mente, nesse momento, somente obedece a estímulos emocionais, torna-se preguiçosa e limita a visão real e <span id="more-1052"></span>íntima do fato. Pontos importantes que não podemos deixar passar sem uma boa reflexão. Afinal, vemos tantas pessoas sofrendo compulsivamente por deduções e criações.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando se fala em dedução e sofrimento percebemos uma simbiose sutil, mas agressiva. O sofrimento, ou melhor, a dor do sofrimento surge quando não se consegue compreender, aceitar e distinguir o ‘Real’ do ‘Irreal’, o que propicia a ausência da realidade, e é nesse momento que entra a dedução dos fatos. Falar na capacidade de criar e relacioná-la ao sofrimento é falar em frustrações. Criamos, imaginamos e desejamos coisas que nem sempre são possíveis ou permitidas e assim vivenciamos a dor amarga da frustração. É Importante vivenciar o real e evitar expectativas. É importante saber que a dor, seja ela qual for, deve propiciar um diálogo concreto com a perspectiva de obter respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso mesmo! Sofre-se porque não se tem REPOSTAS. E onde encontrar as ‘respostas’? Muitos escritores, filósofos e antropólogos falam que uma das funções da religião é dar respostas, e que assim o ser apazigua seu íntimo tranquilizando seu lado emocional e se sente esperançoso e até perdoado. Concordo plenamente com esse conceito mas, como umbandista, tento ir um pouco mais longe nessa concepção, trazendo-a para minha realidade religiosa, acredito que não é estar dentro das igrejas e das religiões que encontramos respostas. Essas instituições além de vivenciarem as verdades Divinas e as respostas dadas pelo seu Divino, tem a função de mostrar onde o fiel deve encontrá-las. Na instituição católica as respostas estão na Bíblia, no judaísmo estão no Torá, no budismo na Sutra e assim por diante, são livros sagrados que direcionam o comportamento humano que deve ser vivenciado e praticado pelos seus fiéis.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, quando falamos em Umbanda as respostas estão mais próximas, o que não quer dizer mais fáceis, elas estão no sentido religioso do ser e não no fenômeno mediúnico, no dom da incorporação ou dentro do Terreiro simplesmente, como muitos pensam e agem. Sabe-se que a Umbanda não tem um livro sagrado que direciona o caminho, e que também não é dedução ou achismo. Ela tem os Orixás e a Fala Sagrada das Entidades de Luz que sempre tentam nos mostrar o caminho nos estimulando a reflexão interior e a compaixão. Portanto, médiuns umbandistas encontrarão respostas quando se tornarem religiosos e não apenas médiuns pertencentes a esse ou aquele terreiro de Umbanda. É importante saber que incorporar é somente uma forma de trabalho mediúnico e que isso não significa ser religioso, portanto não é só incorporando que encontraremos as respostas ou que evoluiremos espiritualmente. É necessário ser religioso e para ser religioso partimos do principio que é necessário se entender, se compreender, se enxergar verdadeiramente, assim como, entender, compreender e enxergar o próximo, mas não de forma manipuladora, dedutiva e pré-conceituosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, vamos aproveitar a reflexão inspirada no texto acima e levá-la para dentro de nossa realidade humana e, principalmente, para dentro de nossa realidade espiritual e religiosa e percebamos que a capacidade de nosso cérebro é imensa, mas que a emoção pode controlá-la, limitá-la ou paralisá-la. Não dá para simplesmente ler um texto, sem observar de fato como ele está composto, sem ler as entrelinhas e a intenção do texto. Não dá para olhar uma situação sem enxergar o que a envolve, assim como nossas ações, nossas palavras, nossas atitudes, nossos pensamentos não devem simplesmente estar ligados à compulsividade emocional gerando deduções, criações, julgamentos e manipulações. É necessário parar, pensar, refletir e dialogar antes de deduzir e criar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um ótimo final de semana a todos e muito Axé !!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Responsabilidade&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 20:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Juca]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde criança ouvimos nossos pais falarem em responsabilidade, crescemos reproduzindo essa palavra e, supostamente, aprendendo e praticando o seu sentido. Buscamos em todos os momentos de nossa vida o “Ser Responsável”. Quando falamos em religião, ou melhor, em Umbanda, essa palavra é quase que um mantra sagrado e, as vezes, ameaçador. Sua verbalização é constante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde criança ouvimos nossos pais falarem em responsabilidade, crescemos reproduzindo essa palavra e, supostamente, aprendendo e praticando o seu sentido. Buscamos em todos os momentos de nossa vida o “Ser Responsável”. Quando falamos em religião, ou melhor, em Umbanda, essa palavra é quase que um mantra sagrado e, as vezes, ameaçador. Sua verbalização é constante e frases do tipo: “A responsabilidade é sua!; Você é responsável!; Seja responsável!; Tenha responsabilidade!” fazem parte de <img class=" size-full wp-image-954" title="capajuca39" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/11/capajuca39.jpg" alt="capajuca39" width="179" height="205" align="right" />nosso cotidiano religioso. Muitas vezes, inclusive, nos colocamos e nos julgamos responsáveis. Responsáveis pela religião, pela Umbanda, pelo médium, pela mediunidade, por vidas e assim por diante. No entanto, será que sabemos o que é responsabilidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Se buscarmos a etimologia da palavra “Responsabilidade” encontraremos a seguinte definição: vem do Latim RESPONSABILITAS, de RESPONSUS; particípio passado de RESPONDERE &#8211; “responder, prometer em retribuição”; formado por RE &#8211; “de volta, para trás”; mais SPONDERE &#8211; “comprometer-se, prometer”. Deriva do Grego SPONDE &#8211; “libação solene”; do Indo-Europeu SPEND &#8211; “fazer uma oferta, cumprir um rito”. Confuso? Se formos ao dicionário Aurélio ele nos diz: 1. Situação de um agente consciente com relação aos atos que ele pratica voluntariamente. 2.Obrigação de reparar o mal que se causou a outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: é muita responsabilidade falar de Responsabilidade!<span id="more-952"></span> Esta é uma palavra dual que pode representar o lado bom ou o lado mal do ser humano.  Responsabilidade expressa consciência absoluta voluntária, erro praticado que é necessário reparar e/ou compromisso acertado. É importante ainda frisar que responsabilidade RESPONDE POR e RESPONDE A, e aí vem o “X” da questão.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito triste ver tanta irresponsabilidade dentro da Umbanda. São médiuns se aproveitando de seus dons mediúnicos, se colocando na frente da Entidade e deixando aflorar o seu querer invejoso, vaidoso e autoritário, ou se recusando a cumprir suas missões espirituais, exteriorizando seu íntimo aproveitador e egoísta. São Pais, Dirigentes e Sacerdotes colocando a nossa Umbanda em situações cada vez mais ridículas e ofensivas, desmerecendo todo o encantamento, beleza e ação divina que a Espiritualidade Superior, incansavelmente, demonstra e realiza em nossas vidas. Falam em responsabilidade social, religiosa, cultural, familiar e política. Falam que são responsáveis por isso ou aquilo, por aquele ou esse e, no entanto, muitas vezes estão manipulando a vida das pessoas, prejudicando todo um conjunto, uma amplitude que vai além de nossos olhos, somente para que sejam feitas as suas vontades, aqui na Terra ou no Céu, imaginando-se deuses na onipresença e onisciência divina.</p>
<p style="text-align: justify;">O que será que estão querendo nos mostrar as Entidades de Luz de nossa querida Umbanda quando dizem aquelas frases acima mencionadas? É responsabilidade as ações dominadoras e ameaçadoras de “pais e mães espirituais” que, sustentados pela falsa ideologia da responsabilidade, usam e abusam de seus médiuns e do próximo sem um pingo de amor ou coerência e com isso ao invés de reparar, erram ainda mais? É responsabilidade os líderes religiosos transformarem o Altar, que é Sagrado e de sua responsabilidade consciente absoluta e voluntária, em comércio, plenários ou palcos, deixando de lado a suas “obrigações” espirituais e religiosas? É responsabilidade os médiuns esquecerem de SEUS compromissos acertados no astral, com o próximo e com eles mesmos, negarem seus dons mediúnicos e estarem na Umbanda querendo apenas receber? Será que Boa Intenção é Responsabilidade? Será que Sensibilidade é Responsabilidade? No meu entender NÃO! Quem já não ouviu aquele ditado: ‘de boa intenção o inferno está cheio’ ou ‘mesmo chorando se vai para o inferno’?</p>
<p style="text-align: justify;">Reflitamos sobre nossas RESPONSABILIDADES, sobre nossas ações e sobre nossas promessas, pois se existe uma certeza nessa vida é a de que teremos, mais dia, menos dia, que responder por&#8230; E responder a&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Axé a todos e boa semana !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Umbanda Funciona Mesmo ?</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 12:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Juca]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Umbandista]]></category>

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		<description><![CDATA[Constantemente me perguntam se a “Umbanda funciona mesmo” e eu, mesmo impressionada com tamanha manifestação de oportunismo e ignorância, respondo que SIM, desde que se trabalhe para isso, afinal nem nosso intestino funciona sem que seja alimentado, sem que haja hábitos saudáveis e contínuos. Umbanda funciona, assim como todas as outras religiões, no entanto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Constantemente me perguntam se a “Umbanda funciona mesmo” e eu, mesmo impressionada com tamanha manifestação de oportunismo e ignorância, respondo que SIM, desde que se trabalhe para isso, afinal nem nosso intestino funciona sem que seja alimentado, sem que haja hábitos saudáveis e contínuos. Umbanda funciona, assim como todas as outras religiões, no entanto é importante que haja algo que impulsione, que faç</span><span style="color: #000000;">a ac</span><span style="color: #000000;"><img class=" size-medium wp-image-873" title="capa_juca38" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/10/capa_juca38-251x300.jpg" alt="capa_juca38" width="213" height="255" align="right" /></span><span style="color: #000000;">ontecer, e esse algo é a FÉ.</span><span style="color: #000000;"> Fé no sentido da esperança, da compreensão e da paciência. Esses são os pontos fundamentais para que a “Umbanda Funcione” em nossas vidas. Esses são os ensinamentos que os Guias Espirituais tentam, incansavelmente, passar para nós em suas sábias palavras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sei que muitas pessoas chegam na Umbanda em busca de Milagres, no entanto é importante ficar bem claro que o milagre só acontece se houver essas três características mencionadas acima. Os próprios Milagres de Jesus não eram espetáculos teatrais e não aconteciam deliberadamente. Jesus exigia que ao buscar o Milagre a pessoa tivesse Fé, exigia a decisão sincera, e mais, requeria a propagação dessa Fé, pois os Milagres aconteciam para que fossem pronunciados aos quatros cantos envolvendo o maior número de pessoas e estimulando mais ainda a esperança e o amor. Jesus também esperava que seus discípulos fizessem milagres, os censurou<span id="more-871"></span>, os ensinou e os estimulou dizendo: <em>“pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá, e ela irá; e nada vos será impossível.” Mateus 17,20.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Jesus não fez milagres para provar sua divindade e sua morte foi prova disso; ele fez milagres para provar que era filho de Deus onipotente, onisciente e onipresente e que tudo podia naquele que o fortalecia. Exatamente o que somos, como também filhos de Deus, e o que podemos como irmãos de Jesus. Sabendo então que a Umbanda é uma religião cristã, pois segue os ensinamentos e os mandamentos de Cristo, fica claro que para a Umbanda funcionar e realizar milagres é preciso que seus adeptos tenham a Fé sincera e que a propaguem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Portanto, não adianta estar na Umbanda se não sentí-la pulsar em seu coração, não adianta querer sem primeiro Dar, não adianta frequentar se não aceitar, se não cultivar, se não trabalhar seu interno, se não fizer força contínua para melhorar, mesmo porque não se abre uma porta sem que antes se tenha feito força para girar a maçaneta. E, aproveitando o exemplo do intestino, vale comentar que se para ele funcionar bem é preciso fazer atividades físicas, consumir líquidos, comer fibras, entre outros cuidados, imagine para resolver sua vida &#8230; Com certeza é preciso MUITO TRABALHO E FÉ. Então fica o convite: quer ver a “Umbanda Funcionar”? Então venha disposto a TRABALHAR!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Que a Luz de Oxalá nos Ilumine e que as Forças de Oxum nos unam na Fé em Olorum!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Axé a todos! Um excelente final de semana e feriado!<br />
</span></p>
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		<title>Editorial Juca &#8211; julho de 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 01:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Juca]]></category>

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		<description><![CDATA[Axé a todos!
Gostaria de chamar atenção esse mês para as matérias sobre o “Mito do Centésimo Macaco” e a “Experiência com macacos” que estão publicadas na página 08. Observem como essas matérias, muitas vezes, se encaixam direitinho em nossa vida, às vezes não passamos de “macacos” agindo por repetição, sem saber o porquê e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 2.85pt; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">Axé a todos!</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">Gostaria de chamar atenção esse mês para as matérias sobre o “Mito do Centésimo Macaco” e a “Experiência com macacos” que estão publicadas na página 08. <strong>Observem como essas matérias, muitas vezes, se encaixam direitinho em nossa vida</strong>, às vezes não passamos de “macacos” agindo por repetição, sem saber o porquê e a real essência e necessidade do ato, fazemos por fazer, em uma rotina sistemática e limitante ou pior, muitas vezes pensamos, <img class="size-medium wp-image-522" title="capajuca35" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/07/capajuca35-257x300.gif" alt="capajuca35" width="180" height="211" align="left" />determinamos e pensamos de novo e de novo e  no entanto, NADA FAZEMOS.</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">Posso dar muitos  exemplos, principalmente dentro do contexto religioso umbandista, pois percebo que a maioria das pessoas não faz a menor idéia ‘do que é’ ou ‘o que representa’, por exemplo, fazer o sinal da cruz, ficar descalço dentro do congá, cruzar o chão, bater cabeça, bater palmas, entre outros atos, fazendo apenas por repetição, perdendo assim, o sentido e a essência do ato, limitando até mesmo o benefício que esses atos religiosos trazem ao seu praticante. O que é, sem dúvida, uma pena.</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">Claro que isso é  falta de conhecimento real, que gera a repetição e a idéia de fazer “por que sempre foi assim&#8230;”. <strong>Percebemos o quanto a falta de estudo, muitas vezes, limita o Ser</strong>, o torna preconceituoso, inclusive o distancia da essência e das bênçãos Divinas. Pode parecer estranho fazer essa ligação: benção Divina com estudo, mas se não existir algo fundamentando as ações religiosas não se cria um laço resistente entre o Ser e a Religião. Santo Agostinho, um dos teólogos mais importantes <span id="more-520"></span>no desenvolvimento do cristianismo no Ocidente, com suas múltiplas funções como bispo, escritor, teólogo, filósofo,  que foi influenciado e influenciou muito pensadores como Tomás de Aquino, diz: “uma fé sem entender suas razões é uma fé de ignorantes”, ou seja, precisamos crer para entender e entender para crer. Isso é imprescindível!</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">Portanto, <strong>não basta só pensar ou criar uma vibração mental e ficarmos, como diz o artigo, “sentados em nossa casa pensando coisas boas”, precisamos AGIR</strong>, “botar a mão na massa”, só assim, melhoraremos nossa realidade. Não adianta reclamar e nada fazer, não adianta querer sem nada dar, não adianta exigir o que não se faz, não adianta falar mal se não conseguirmos fazer melhor. Lembremos daquele ditado muito sábio que diz: “de boa intenção o inferno está cheio” e vamos agir, vamos fazer e não dizer, vamos fazer com sabedoria e consciência, vamos estudar, vamos ler mais, vamos ser coerentes e verdadeiros diante do Sagrado.</p>
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">Que a Luz de Oxalá nos Ilumine e que as Forças de Oxum nos unam na Fé em Olorum!<em></em></p>
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;"><em>Obs: Para ter acesso à versão online do Juca &#8211; Jornal de Umbanda Carismática &#8211; e ler as matérias mencionadas cadastre-se no site <a title="Umbanda Carismática" href="http://www.umbandacarismatica.org.br/" target="_blank">www.umbandacarismatica.org.br</a> .</em></p>
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;"><em><br />
</em></p>
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">
<p style="margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 8.5pt;">
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