Axé a todos!
A cada mês, ao preparar textos, selecionar matérias e imagens percebo que, de forma única e divina, sou inspirada, direcionada e conduzida a abordar certos assuntos. Não é um ato psicográfico ou uma determinação espiritual propriamente dita, é algo sutil onde, quando dou conta e leio o jornal na sua totalidade, percebo que as matérias se complementam e que existe uma mensagem essencial. Esse mês, por exemplo, por ser o mês de sua comemoração, falamos de Xangô com todas suas qualidades de Justiça, Equilíbrio, Sabedoria, Ponderação, Verdade, Lealdade e Sensatez entre outros atributos e “coincidentemente”, a maioria dos textos são doutrinadores e direcionados para reflexão do médium, estimulando a boa conduta, o bom senso, a verdade e a reforma íntima.
A capa também nos leva a essa reflexão onde vemos Moisés, um dos mais importantes profetas, que seguiu a Deus e seus desígnios incontestavelmente mesmo na dor e no sofrimento. Moisés, mesmo com seus limites e dúvidas internas, não hesitou em cumprir as Leis Divinas. É uma capa que traz grandiosas mensagens, independente do contexto religioso de cada um.
E nós? Será que nós, hoje, com maiores condições de cultura e estrutura de vida conseguimos entender a atuação sempre justa de Deus? Vejo hoje o quanto o ser humano sofre por falta de dinheiro, pela perda do emprego, pelo fim de um relacionamento, por uma doença incurável, entre tantas outras necessidades e, SEMPRE, a essência desse sofrimento é o de se achar injustiçado, tanto pelo homem como por Deus. E a reação a esse sentimento muitas vezes é a ação de fazer a justiça pelas próprias mãos, origem de nossos desequilíbrios e desejos. A maioria dos nossos sofrimentos são originados pela ideia da injustiça que carregamos em nosso íntimo algumas vezes de forma clara e outras mais sutil. Acredito que essa é a questão principal que precisamos resolver para evoluirmos e entendermos que todas nossas amarguras, queixas e sofrimentos estão assentados na falta de aceitarmos o senso da Justiça de Deus, que é muito Continuar lendo »

lidade umbandista. Acredito que assim os leitores conhecerão um pouco de mim e consequentemente conhecerão a essência e a ideologia do jornal e do meu trabalho junto à Umbanda. Um trabalho sustentado por uma liberdade religiosa e editorial.







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