Muitas pessoas confundem tudo onde acontece a incorporação como sendo Umbanda. Existe muito terreiro de pura feitiçaria comandado pelo baixo astral; lugares onde se cobra pelo trabalho realizado; casas onde são feitas amarrações, demandas e magias negativas; locais que prometem milagres e comercializam a fé alheia … e para tudo isso é usado o nome da Umbanda! Por esse motivo o povo umbandista é descriminado, ironizado e ridicularizado. Somos julgados e analisados a todo momento pois as pessoas nos olham com medo, insegurança e desconfiança já imaginando “o perigo” que será a convivência com um umbandista.
Tais fatos nos levam, muitas vezes, a negar a Umbanda, afinal, ser “espírita” ou católico é mais fácil e não causa tantos arrepios. Médiuns com grande capacidade espiritual costumam fugir dos centros umbandistas ou quando assumem sua religiosidade dentro da Umbanda enfrentam o medo do novo, a contrariedade da família e ainda precisam estar todo tempo atentos aos ataques do baixo astral que não quer, entre outros motivos, a evolução espiritual do médium.
Precisamos mudar essa imagem negativa da Umbanda e para isso temos todos que ter sempre em mente que a Umbanda é uma religião que prega as mesmas verdades e busca a mesma paz de espírito que todas as outras religiões. Continuar lendo »
Existe uma enorme diferença entre cobrar e pedir ajuda. A Umbanda é uma religião sem preconceitos, mas sofre pelo preconceito. E esse sofrimento se dá pela falta de respeito em todos os sentidos e, claro, a questão mais polêmica é a financeira. Vamos começar salientando que Umbanda é caridade que não se paga, é amor que não se mede e é dedicação que não se discute. Por isso a Umbanda ajuda, mas não cobra e pede, mas não exige. Mas o que mais acontece é que quando um dirigente fala em ajuda material tem consulente que já sente um arrepio e logo pensa: “Estava demorando! Eu sabia que essa coisa de umbanda é macumba mesmo! Imagina, o pai de santo quer que eu pague suas contas!”, e logo vai embora falando horrores do terreiro e da Umbanda. O problema é que este consulente esquece que ele lavou as mãos, que deu descarga no banheiro, que o chão está limpo, que as luzes estão acesas, que há velas no altar, que ele é defumado, que existe um imóvel pelo qual se paga impostos, aluguel, contador, faxineira… Nossa, uma infinidade de coisas! E na próxima semana o Centro estará lá: novamente de portas abertas com o chão limpo, as luzes acesas, velas no altar…
Não se percebe que há necessidades básicas para se realizar um trabalho espiritual e que o consulente também tem o dever de colaborar e não de julgar, afinal de contas ele se aproveita também materialmente do local. O entendimento de que a ajuda financeira também é obrigação da assistência, e não somente do corpo mediúnico, é necessário e deve ser encarado naturalmente sem nenhum tipo de constrangimento, tanto por parte dos dirigentes espirituais, que devem pedir pois se não pedirem poucos colaboram, quanto por parte do corpo mediúnico e da assistência.
Observem: A igreja católica pede e incentiva o dízimo com agradecimentos públicos e visitas particulares e ninguém Continuar lendo »
escrito por Mãe Mônica Caraccio
\\ tags: Pedido, Umbanda
Como é grandiosa a ação de Olorum e dos Orixás! Como podemos, diante de tanta ajuda, de tantos milagres e tamanho acalento, reclamar de algo? Como podemos lamentar diante da grandeza da vida e das oportunidades? Como podemos exigir tanto se ainda fazemos tão pouco a nosso favor e a favor do próximo?
Nossa vida é envolvida por milagres constantemente. Cada Ação nossa é permitida pelo milagre do Livre Arbítrio Divino, assim como cada Reação é permitida pela Verdadeira Lei de Ogum. Só precisamos enxergar isso e perceber intimamente o quanto somos muito privilegiados. Afinal, temos o Amor de Deus, dos Orixás e dos Guias Espirituais atuando em nossas vidas constantemente tentando nos ensinar o caminho, tentando nos mostrar a verdade, a grandeza da compaixão e a beleza da pureza. Só precisamos reconhecer, agradecer e FAZER DIFERENTE…
Muito se fala sobre o UNIVERSALISMO ESPIRITUAL e falam como sendo algo utópico, algo muito além e muito distante de nossa realidade. Mas será que o Universalismo Espiritual está tão distante assim? Para responder a isso precisamos primeiro saber o que é universalismo, então vamos lá! Universalismo: relativo à universal que pertence a todo o universo, ao cosmos; que se estende a tudo ou por toda a parte; comum a todos os homens; que é aplicável a tudo; que advém de todos; que não se atem a uma especialidade; que abrange por inteiro um campo de conhecimento; que
é adaptável ou ajustável de modo que possa atender a diferentes necessidades; ecumênico. E agora, o Universalismo Espiritual está distante de nós? É claro que não! E, na minha opinião, ele é a essência da Umbanda.
A Umbanda é uma religião Universalista, onde não se admite racismo, preconceito ou intolerância religiosa. Ela está, assim como a própria representação de Oxalá, de braços abertos recebendo, agregando e amparando todo e qualquer espírito que queira evoluir e manifestar a Força de Deus. Na Umbanda manifestam-se espíritos vindos de todas as outras religiões e regiões do planeta: são hindus, árabes, judeus, budistas, cristãos, índios brasileiros, negros africanos e até grandes magos ou sacerdotes. Esses espíritos dotam-se de nomes simbólicos e são identificados perante as qualidades dos Orixás. Assim, vemos hoje na Umbanda, por exemplo, um antigo e sábio hindu se manifestando como um Caboclo, ou um renomado doutor se manifestando como um Preto-velho, ou ainda um grande mago ou sacerdote se manifestando como Exu, sem preconceito algum, apenas trabalhando e manifestando as qualidades e atributos específicos da Divindade Suprema – Deus – transcendendo todas as religiões espalhadas no plano material e sustentando a evolução de toda a humanidade de forma única e universalista.
A Umbanda surge aberta a toda e qualquer entidade que queira ou precise se manifestar, independente daquilo o que tenha sido em vida Continuar lendo »
escrito por Mãe Mônica Caraccio
\\ tags: universalismo
A Umbanda deve crescer e ser praticada pelo conhecimento, divulgação e compreensão, tudo com bases sólidas na Lei Divina. Por isso, vamos mostrar a todos que o caminho da Umbanda é o do amor. Vamos fazer entender que não existem Umbandas, existe apenas uma que é a Umbanda da bondade, da caridade, do aprendizado, da seriedade para com a vida, do respeito ao próximo e à natureza. Vamos humildemente evoluir com a eterna busca da verdade pois somente ela pode fazer a mudança da vida, a mudança para o caminho do amor universal.
Vamos conhecer, falar e praticar a Umbanda com amor. Mas, como amar maltratando ou sacrificando animais? Como amar cobrando pela caridade, prejudicando o próximo ou interferindo na evolução? Como amar prejudicando a natureza, não praticando a verdade, abusando da vaidade ou incentivando o preconceito? Essas atitudes não fazem parte da Umbanda. Devemos estar sempre estudando e nos interessando pelos trabalhos espirituais, não devemos nos acomodar nas bases em que crescemos pois elas também mudam e evoluem. Nós devemos seguir essa evolução, mas sempre com os pés no chão e humildade.
A Umbanda não quer fé cega, ela quer fé sustentada pelo amor e só se pode amar aquilo que realmente se conhece. Saiba que tudo é amor: vida é o amor existencial, razão é o amor que pondera, estudo é o amor que analisa, ciência é o amor que investiga, verdade é o amor que se eterniza, ideal é o amor que se eleva, religião é o Continuar lendo »
escrito por Mãe Mônica Caraccio
\\ tags: amor, Umbanda
Estudo aprofundado sobre os fundamentos, motivos e situações de tais procedimentos.
início em 18 de julho
Aprofundado conhecimento sobre as ações, qualidades, vibrações, energias, simbologias, ferramentas e oferendas dos Orixás. Colocará o médium umbandista mais próximo de sua origem e realidade espiritual
início em 29 de agosto
Com grande valor teórico e prático tem o objetivo de Firmar e Fortalecer a Coroa dos médiuns praticantes e atuantes, predestinados ao cargo de Comando de Terreiro ou àqueles que já exercem sua missão na prática sacerdotal da Umbanda.
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