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	<title>Minha Umbanda &#187; Pedido</title>
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	<description>Blog sobre Umbanda</description>
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		<title>Pedir não é cobrar!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 02:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha Umbanda]]></category>
		<category><![CDATA[Pedido]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma enorme diferença entre cobrar e pedir ajuda. A Umbanda é uma religião sem preconceitos, mas sofre pelo preconceito. E esse sofrimento se dá pela falta de respeito em todos os sentidos e, claro, a questão mais polêmica é a financeira. Vamos começar salientando que Umbanda é caridade que não se paga, é amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Existe uma enorme diferença entre cobrar e pedir ajuda. A Umbanda é uma religião sem preconceitos, mas sofre pelo preconceito. E esse sofrimento se dá pela falta de respeito em todos os sentidos e, claro, a questão mais polêmica é a financeira. Vamos começar salientando que <strong>Umbanda é caridade que não se paga, é amor que não se mede e é dedicação que não se discute</strong>. Por isso a Umbanda ajuda, mas não cobra e pede, mas não exige. Mas o que mais acontece é que quando um dirigente fala em ajuda material tem consulente que já sente um arrepio e <em><img class="size-medium wp-image-571" title="ajuda" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/07/ajuda-200x300.jpg" alt="ajuda" width="139" height="209" align="right" /></em>logo pensa: <em>&#8220;Estava demorando! Eu sabia que essa coisa de umbanda é macumba mesmo! Imagina, o pai de santo quer que eu pague suas contas!&#8221;</em>, e logo vai embora falando horrores do terreiro e da Um­banda. O problema é que este consulente esquece que ele lavou as mãos, que deu descarga no banheiro, que o chão está limpo, que as luzes estão acesas, que há velas no altar, que ele é defumado, que existe um imóvel pelo qual se paga impostos, aluguel, contador, faxineira&#8230; Nossa, uma infinidade de coisas! E na próxima semana o Centro estará lá: novamente de portas abertas com o chão limpo, as luzes acesas, velas no altar&#8230;</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Não se percebe que <strong>há necessidades básicas para se realizar um trabalho espiritual </strong>e que o consulente também tem o dever de colaborar e não de julgar, afinal de contas ele se aproveita também materialmente do local.  O entendimento de que a ajuda financeira também é obrigação da assistência, e não somente do corpo mediúnico, é necessário e deve ser encarado naturalmente sem nenhum tipo de constrangimento, tanto por parte dos dirigentes espirituais, que devem pedir pois se não pedirem poucos colaboram, quanto por parte do corpo mediúnico e da assistência.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Observem: A igreja católica pede e incentiva o dízimo com agradecimentos públicos e visitas particulares  e ninguém<span id="more-568"></span> xinga o padre. Nos centros kardecistas as pessoas doam com muito orgulho casas, sítios, terrenos, etc. Os pastores desafiam os fiéis a &#8220;dar uma prova de fé&#8221; e as igrejas evangélicas estão aí, tornaram-se uma potência religiosa. Pessoas vendem milagres a preços exorbitantes e prometem rapidez no resultado do trabalho e esses são os bons aos olhos dos clientes, pois nestes casos não existe a Vontade de Deus, nem a religiosidade. Mal sabem os que pagam por isso que realmente conseguem o que querem por terem ativado forças negativas poderosíssimas que aceitam o pagamento, mas que cedo ou tarde se voltam contra o próprio &#8220;cliente&#8221;.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Tudo muito natural, não? Para eles sim, mas para os dirigentes espirituais quando há a necessidade de pedir morrem de vergonha e são taxados de macumbeiros, tram­biqueiros e caras de pau. Conclusão: o dirigente e os médiuns literalmente pagam para abrir as portas do Centro Umbandista, pagam para fazer a caridade e pagam para ajudar o assistido que é o maior beneficiado e também quem mais fala mal da nossa querida Umbanda tão maltratada e tão mal falada. <strong>Essa Umbanda que não cobra nada, mas necessita de tudo</strong>. Necessita de ajuda, amor, dedicação e principalmente de respeito.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">A Umbanda precisa de ajuda, de pagamento não. A Umbanda pede, mas não cobra.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Axé a todos!</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">
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