jul 27

Falar, vivenciar e sentir a Umbanda é fascinante, contagiante e envolvente, não é mesmo?

Assistindo a esse vídeo onde Sérgio Loroza canta com o grupo Monobloco a música “Os Orixás” de  Luis Carlos Fritz, fico imaginando o que significa Continuar lendo »

escrito por Mãe Mônica Caraccio \\ tags:

jun 22

Como ultimamente muitas pessoas têm nos escrito em busca respostas para questões fundamentais sobre  mediunidade resolvi colocar aqui, de forma bem didática e enxuta, alguns pontos principais sobre o  tema. Primeiramente quero deixar claro que é natural que nos comuniquemos com os espíritos desencarnados e eles conosco, uma vez que também somos espíritos, embora estejamos encarnados. Sendo assim, todas as pessoas, recebem a influência dos espíritos.

MEDIUNIDADE É UMA FACULDADE NATURAL:

• É uma Faculdade porque permite sentir e transmitir a influência dos Espíritos entre o mundo físico e o espiritual, e pode ou não ser usada.

• É Natural porque se manifesta espontaneamente, mas pode ser exercitada ou desenvolvida. Sua eclosão não depende de lugar, idade, sexo, condição social ou Continuar lendo »

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jun 17

Compartilho hoje com vocês um texto fabuloso onde Leonardo Boff fala sobre a Umbanda. Vejam a beleza das palavras e a grande lição que ele nos proporciona, afinal é um olhar de fora, o olhar de uma pessoa que praticamente não conhece a Umbanda mas que, no entanto, conhece bem mais que muitos umbandistas.

É um olhar de quem, independente do seu Eu, consegue ver o Ser e o seu envolta.

É um olhar de quem consegue ver o Sagrado e perceber Continuar lendo »

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jun 10

Numa atividade de caridade espiritual, com ou sem consulta com as Entidades Espirituais, não é correto a cobrança  ou o pagamento de qualquer quantia em dinheiro, pois não existe o porquê disso. Sou radicalmente contra a cobrança de qualquer tipo de valor relativo ao atendimento espiritual, até porque o exercício é realizado por outro Ser, que pode ser uma Criança, um Caboclo, um Preto Velho, um Exu, ou qualquer Guia Espiritual de Luz, que tem um único propósito: nos ensinar o que é a Caridade. Eu acredito na máxima “daí de graça o que de graça recebeste” e fico indignada com o “comércio” criado através da dor e do desespero alheio ou quando observo a ilusão, a imaginação e a exploração quando se fala em demandas. Tudo para se ter o domínio sobre as pessoas menos esclarecidas e, claro, um rendimento financeiro extra. Assim como fico indignada Continuar lendo »

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abr 16

Axé Pessoal! Fico muito feliz a cada nova edição do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática – e nesse mês, em especial, estamos com matérias especiais como Pontos Riscados na Umbanda; Exu & Bombonjira; Ser Ogã é Ser Responsável; O Prazer de Servir; Ogum; entre outras. Acredito que com esse tipo de material nossas percepções se expandem e saímos da incerteza, do automático, da inconsciência e, porque não dizer, do comodismo. Isso mesmo, do comodismo!

Nossa Umbanda é tão rica, tem tantos simbolismos e fundamentos, tudo é tão claro e evidente, que não devemos deixar passar despercebido, como acontece continuamente. Não devemos acomodar nosso raciocínio e nosso sentido de lógica. Mesmo porque, nossa fé vai até onde Continuar lendo »

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fev 01

Hoje encontrei um texto curtinho mas bastante expressivo que escrevi já tem algum tempo, para a edição número 4 do JUCA que saiu em novembro de 2006. Como acredito que este seja um tema sempre atual e por tratar-se de uma ideia que vale a pena ser transmitida, resolvi colocar aqui, para vocês, este texto. Espero que ele traga avaliações e, mais do que isso, que traga fortalecimento de convicções.

Se você é um médium que, ao terminar os trabalhos, sente uma alegria enorme não se importando se trabalhou incorporado ou se “apenas” ajudou na organização da casa.

Se você sente-se honrado por ter a oportunidade de sentir a presença dos maravilhosos Pretos Velhos que, com sua grande humildade e sabedoria, conseguem recolher as lágrimas mais profundas de nossos irmãos; ou dos Caboclos para quem emprestamos nossos singelos braços para que eles possam abraçar nossos irmãos e Continuar lendo »

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nov 27

Nos meus 46 anos de vida, com mais de vinte anos na Umbanda, tenho observado bem de perto o que é verdadeiramente evoluir perante a espiritualidade e venho adquirindo experiência para poder discernir o certo do errado dentro de meus conceitos espirituais. Nunca fui muito de escrever, mas tenho sido cobrado pela espiritualidade superior a condição de explanar mais sobre minha vivência dentro dos terreiros e, porque não dizer, junto à espiritualidade, sendo que nasci em berço kardecista.

Me deparei estes dias com uma irmã em atendimento de quem, como médium semi-consciente que sou, escutei a seguinte frase: “ouvi dizer pastorque os dirigentes desta casa são linha dura na Umbanda e é isto que estou procurando para minha vida espiritual…”. Calmamente o Pai-Velho que me acompanha lhe respondeu: “Fia, não tem linha dura, mas sim SERIEDADE! Saiba que desses companheiros, aqui neste pedaço de chão de terra, é exigida muita seriedade por nóis lá de cima, afinal, lá por cima, naquele pedaço de chão de estrelas, não tem ‘lero lero que também quero’”. Refletindo sobre essa frase, sobre a Ação Espiritual empregada alí e, claro, sobre a condição e a responsabilidade religiosa dos médiuns, só reafirmo a minha convicção ideológica de que a SERIEDADE É FUNDAMENTAL QUANDO SE TRATA DE Continuar lendo »

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set 15

SER Umbanda é muito diferente de ESTAR Umbanda. Meus filhos espirituais, aos quais oriento e ensino, sabem muito bem que este é um ponto que venho trabalhando há muito tempo dentro do meu Terreiro, pois acredito que só entendendo e, mais do que isso, sentindo essa diferença é que se pode sair da condição de médium e passar para a condição de Instrumento de Deus. Tentarei aqui reproduzir em poucas palavras alguns dos inúmeros ensinamentos  que já ouvi de Guias Espirituais para que possamos refletir e entender o que realmente é Ser Umbanda.

“O trabalho espiritual e de caridade foi gerado para que as pessoas pudessem ter a grande féoportunidade de anular situações cármicas, ou pelo menos aliviá-las. Mas o que se vê é exatamente o contrário: médiuns aumentando seus carmas dentro dos próprios terreiros de Umbanda. Isso acontece devido ao abuso perante a espiritualidade, onde ‘médiuns’ aproveitam as incorporações para discutirem relações pessoais ou para dizerem aquilo que não têm coragem de fazer pessoalmente. Isso acontece devido à priorização de interesses pessoais pois observamos que muitos médiuns estão vestidos de branco realizando um “trabalho de caridade” mas esperando algo em troca, algo como um emprego melhor, um namorado ou quem sabe até a solução de seu casamento. Acontece também, talvez devido à falta de interesse do ‘médium’ pelo Plano Astral ou até descaso, de ouvirmos que “ é o Guia quem trabalha, não eu, por isso não tenho a obrigação nem a necessidade de saber nada”. Outra coisa que cansamos de ver é aquele médium que enche a boca para falar que “sexta-feira é dia de trabalho no Centro, é minha obrigação estar lá”. Quer dizer que entrar para o lado Sagrado da Espiritualidade é OBRIGAÇÃO? Definitivamente não! Continuar lendo »

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jul 31

Muitas pessoas confundem tudo onde acontece a incorporação como sendo Umbanda. Existe muito terreiro de pura feitiçaria comandado pelo baixo astral; lugares onde se cobra pelo trabalho realizado; casas onde são feitas amarrações, demandas e magias negativas; locais que prometem milagres e comercializam a fé alheia … e para tudo isso é usado o nome da Umbanda! Por esse motivo o povo umbandista é descriminado, ironizado eumbandistas ridicularizado. Somos julgados e analisados a todo momento pois as pessoas nos olham com medo, insegurança e desconfiança já imaginando “o perigo” que será a convivência com um umbandista.

Tais fatos nos levam, muitas vezes, a negar a Umbanda, afinal, ser “espírita” ou católico é mais fácil e não causa tantos arrepios. Médiuns com grande capacidade espiritual costumam fugir dos centros umbandistas ou quando assumem sua religiosidade dentro da Umbanda enfrentam o medo do novo, a contrariedade da família e ainda precisam estar todo tempo atentos aos ataques do baixo astral que não quer, entre outros motivos, a evolução espiritual do médium.

Precisamos mudar essa imagem negativa da Umbanda e para isso temos todos que ter sempre em mente que a Umbanda é uma religião que prega as mesmas verdades e busca a mesma paz de espírito que todas as outras religiões. Continuar lendo »

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jul 21

Existe uma enorme diferença entre cobrar e pedir ajuda. A Umbanda é uma religião sem preconceitos, mas sofre pelo preconceito. E esse sofrimento se dá pela falta de respeito em todos os sentidos e, claro, a questão mais polêmica é a financeira. Vamos começar salientando que Umbanda é caridade que não se paga, é amor que não se mede e é dedicação que não se discute. Por isso a Umbanda ajuda, mas não cobra e pede, mas não exige. Mas o que mais acontece é que quando um dirigente fala em ajuda material tem consulente que já sente um arrepio e ajudalogo pensa: “Estava demorando! Eu sabia que essa coisa de umbanda é macumba mesmo! Imagina, o pai de santo quer que eu pague suas contas!”, e logo vai embora falando horrores do terreiro e da Um­banda. O problema é que este consulente esquece que ele lavou as mãos, que deu descarga no banheiro, que o chão está limpo, que as luzes estão acesas, que há velas no altar, que ele é defumado, que existe um imóvel pelo qual se paga impostos, aluguel, contador, faxineira… Nossa, uma infinidade de coisas! E na próxima semana o Centro estará lá: novamente de portas abertas com o chão limpo, as luzes acesas, velas no altar…

Não se percebe que há necessidades básicas para se realizar um trabalho espiritual e que o consulente também tem o dever de colaborar e não de julgar, afinal de contas ele se aproveita também materialmente do local.  O entendimento de que a ajuda financeira também é obrigação da assistência, e não somente do corpo mediúnico, é necessário e deve ser encarado naturalmente sem nenhum tipo de constrangimento, tanto por parte dos dirigentes espirituais, que devem pedir pois se não pedirem poucos colaboram, quanto por parte do corpo mediúnico e da assistência.

Observem: A igreja católica pede e incentiva o dízimo com agradecimentos públicos e visitas particulares  e ninguém Continuar lendo »

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