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	<title>Minha Umbanda &#187; Umbanda</title>
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	<description>Blog sobre Umbanda</description>
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		<title>Axé para quem é de Axé!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 03:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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Falar, vivenciar e sentir a Umbanda é fascinante, contagiante e envolvente, não é mesmo?
Assistindo a esse vídeo onde Sérgio Loroza canta com o grupo Monobloco a música &#8220;Os Orixás&#8221; de  Luis Carlos Fritz, fico imaginando o que significa essas centenas de pessoas gritando “saravá”, dançando na emoção do tambor, vibrando ao canto de Xangô, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nSsvzsWAUSQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/nSsvzsWAUSQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Falar, vivenciar e sentir a Umbanda é fascinante, contagiante e envolvente, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Assistindo a esse vídeo onde Sérgio Loroza canta com o grupo Monobloco a música &#8220;Os Orixás&#8221; de  Luis Carlos Fritz, fico imaginando o que significa<span id="more-2028"></span> essas centenas de pessoas gritando “saravá”, dançando na emoção do tambor, vibrando ao canto de Xangô, de Oiá e de todos os Orixás.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico imaginando que, mesmo não tendo nada de sagrado e algumas pessoas, supostamente, não tendo a menor noção do que é e do que representa cada Orixá, a Umbanda acaba envolvendo e ganhando aceitação popular, mesmo que indiretamente ou inconscientemente, surgindo assim uma relação entre a Umbanda e a população de forma bonita e alegre, bem diferente das inverdades que relacionam a Umbanda com  macumba (pejorativamente falando), com despacho ou com o pronto-socorro que continuamente acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que a mídia muitas vezes denigre a imagem da Umbanda através das ações negativas de pessoas inescrupulosas que se dizem umbandistas. Portanto, quando a Umbanda é relacionada com a alegria que alguns músicos, atores e artistas proporcionam à população, vejo uma esperança de reconhecimento de nosso Sagrado, mesmo sendo de forma profana.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico lisonjeada como umbandista ao ver Zeca Pagodinho, Maria Bethania, Rita Ribeiro, Gilberto Gil, Daniela Mercury, Liz Hermann, Vinícius de Morais, Baden Powell e tantos outros grandes artistas encantando e cantando pelos quatros cantos do mundo nosso Sagrado com tanto amor, carinho, vibração e emoção.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabemos que nossa religião pouco aparece na mídia de forma positiva, nem de longe se comparando ao poder dos neopentecostais  e católicos, portanto, em minha opinião, temos que valorizar aqueles que muitas vezes comungam e propagam a beleza dos Orixás. Particularmente tenho até calafrios só de pensar em assistir determinadas emissoras de televisão que, com minha audiência, crescerão ainda mais seu poder e sua capacidade de denegrir minha religião.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, acredito que mais do que reclamar, nós umbandistas temos que dar o exemplo, mostrar e falar de toda alegria e poder de realização da Umbanda, assim essas ideias errôneas perderão força no imaginário popular e não terão mais relação com a nossa querida Umbanda.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensem o quanto é fabuloso ter tantas pessoas pedindo a Ogum, Orixá guerreiro e vencedor de demandas; a Iemanjá, Mãe da vida e das águas; a Oxum, Orixá da beleza, do ouro, do amor e mãe de todas as Crianças, que representam a pureza, o encantamento e a alegria de viver; para a fé não se perder, sempre olhando para frente e acreditando em Xangô e em Oiá.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, talvez poucos saibam mas Xangô é um Orixá de vibração masculina que determina a justiça, que equilibra nossos impulsos com sensatez e vigor. Orixá poderoso, Senhor do nosso destino e determinador da Lei. Yansã-Oiá é um Orixá de vibração feminina, guerreira, determinada, corajosa e transformadora. É o Orixá que representa a alegria de viver e a certeza da conquista pela força, sabedoria, ação e movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, nada mais Divino, mais encantador e mais fantástico que a vibração desses Orixás em nossas vidas, envolvendo nosso espírito e trazendo para nosso dia a dia toda alegria de viver e de comungar, mesmo que de forma inconsciente, com toda a beleza que é Nossa Umbanda.</p>
<p style="text-align: justify;">Axé para quem é de Axé</p>
<p style="text-align: justify;">Sarava para quem é de Saravá</p>
<p style="text-align: justify;">Amém para quem é de Amém</p>
<p style="text-align: justify;">Aleluia, Shalom, Namastê a todos e MUUUUUUITA UMBANDA pulsando na mente, no coração e no espírito de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Salve a alegria, o envolvimento e a Força Realizadora que é a Nossa Umbanda.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Os Orixás</strong></p>
<p style="text-align: center;">Eu já pedi a Oxalá<br />
Meu pai Ogum e Iemanjá<br />
Mamãe Oxum e todas as crianças<br />
Pra me dizer o que fazer<br />
Pra minha fé eu não perder<br />
Olhar pra frente e sempre acreditar</p>
<p style="text-align: center;">Oiá oo Xangô, Oiá oo Xangô<br />
Oiá oo Xangô, Oiá oo Xangô</p>
<p style="text-align: center;">E lá na mata com Oxóssi<br />
No meio da natureza<br />
Ver o brilho do sol na cachoeira<br />
E na passagem do milênio<br />
Já pedi pro meu Brasil<br />
Saúde, paz, amor e muito axé</p>
<p style="text-align: center;">Oiá oo Xangô, Oiá oo Xangô<br />
Oiá oo Xangô, Oiá oo Xangô</p>
<p style="text-align: center;">A chuva cai fico contente<br />
Um raio forte cai na minha frente<br />
Pra confirmar que ela está aqui<br />
É a guerreira Iansã ieparrei<br />
Ieparrei ieparrei ieparrei<br />
Iansã</p>
<p style="text-align: center;">Oiá oo Xangô, Oiá oo Xangô<br />
Oiá oo Xangô, Oiá oo Xangô</p>
<p style="text-align: right;">música de  Luis Carlos Fritz</p>
<p style="text-align: right;">cantada por Sérgio Loroza com o grupo Monobloco</p>
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		<title>Ser médium é ser instrumento da espiritualidade!</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudo Umbandista]]></category>
		<category><![CDATA[Mediunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Como ultimamente muitas pessoas têm nos escrito em busca respostas para questões fundamentais sobre  mediunidade resolvi colocar aqui, de forma bem didática e enxuta, alguns pontos principais sobre o  tema. Primeiramente quero deixar claro que é natural que nos comuniquemos com os espíritos desencarnados e eles conosco, uma vez que também somos espíritos, embora estejamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como ultimamente muitas pessoas têm nos escrito em busca respostas para questões fundamentais sobre  mediunidade resolvi colocar aqui, de forma bem didática e enxuta, alguns pontos <a href="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/luz.jpg"><img class=" size-full wp-image-1887" title="Luz" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/luz.jpg" alt="" width="227" height="285" align="right" /></a>principais sobre o  tema. Primeiramente quero deixar claro que é natural que nos comuniquemos com os espíritos desencarnados e eles conosco, uma vez que também somos espíritos, embora estejamos encarnados. Sendo assim, todas as pessoas, recebem a influência dos espíritos.</p>
<p style="text-align: justify;">MEDIUNIDADE É UMA FACULDADE NATURAL:</p>
<p style="text-align: justify;">• É uma Faculdade porque permite sentir e transmitir a influência dos Espíritos entre o mundo físico e o espiritual, e pode ou não ser usada.</p>
<p style="text-align: justify;">• É Natural porque se manifesta espontaneamente, mas pode ser exercitada ou desenvolvida. Sua eclosão não depende de lugar, idade, sexo, condição social ou <span id="more-1881"></span>filiação religiosa. A maioria nem percebe o intercâmbio oculto em seu mundo íntimo, na forma de pensamentos, no estado de alma, nos impulsos, nos pressentimentos e etc. Mas há pessoas em quem o intercâmbio é ostensivo. Nelas, os fenômenos são frequentes e marcantes, acentuados e bem característicos (psicofonia, psicografia, efeitos físicos etc.), nesses casos percebemos que a mediunidade está “aberta”, ou seja, a recepção de mensagens espirituais já se manifestou de alguma forma. Essas pessoas denominamos médiuns.</p>
<p style="text-align: justify;">MÉDIUM é uma palavra de origem latina; quer dizer medianeiro, que está no meio. De fato o médium serve de intermediário entre o mundo físico e o espiritual, podendo ser o intérprete ou instrumento para o espírito desencarnado. Para tanto, há requisitos, direitos e deveres a serem cumpridos por todas as pessoas, esteja ela com a mediunidade aberta ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">SAIBA:</p>
<p style="text-align: justify;">• Todas as pessoas que sentem as influências dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade são Médiuns.</p>
<p style="text-align: justify;">• Médium é intermediário, instrumento de que se servem os Espíritos desencarnados superiores ou inferiores;</p>
<p style="text-align: justify;">• Essa manifestação atua na vida espiritual, portanto, atua durante essa vida, atuou na vida anterior, atuará depois da morte e até na próxima reencarnação.</p>
<p style="text-align: justify;">• Ser um bom médium depende única e exclusivamente do poder de DAR e RECEBER , EMITIR e ASSIMILAR FLUIDOS DOS ESPÍRITOS.</p>
<p style="text-align: justify;">• Ser médium não é privilégio no sentido da “vaidade”, mas é privilégio no sentido da grandiosidade que é possuir este Dom e, principalmente, ser médium é ser privilegiado no sentido da oportunidade que temos para aprender, evoluir e resgatar nossos carmas.</p>
<p style="text-align: justify;">QUEM APRESENTA PERTURBAÇÃO É MÉDIUM?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, ao eclodir a mediunidade, a pessoa costuma dar sinais de sofrimento, perturbação, desequilíbrio. Firmou-se até um conceito errado entre o povo: se uma pessoa se mostra perturbada deve ter mediunidade. Entretanto a mediunidade não é doença nem leva à perturbação, pois é uma faculdade natural. Se a pessoa se perturba ante as manifestações mediúnicas é por sua falta de equilíbrio emocional e por sua ignorância do que seja a mediunidade, ou porque está sob a ação de espíritos ignorantes, sofredores ou maus.</p>
<p style="text-align: justify;">ALGUNS SINAIS QUE, SE NÃO TIVEREM CAUSAS ORGÂNICAS, PODEM INDICAR QUE A PESSOA TEM MEDIUNIDADE.</p>
<p style="text-align: justify;">• sensação de “presenças” invisíveis;</p>
<p style="text-align: justify;">• sono profundo demais, desmaios e síncopes inexplicáveis;</p>
<p style="text-align: justify;">• sensações ou ideias estranhas, mudanças repentinas de humor, crises de choro;</p>
<p style="text-align: justify;">• “ballonement” (sensação de inchar, dilatar) nas mãos, pés ou em todo o corpo, como resultado de desdobramento perispiritual;</p>
<p style="text-align: justify;">• adormecimento ou formigamento nos braços e pernas;</p>
<p style="text-align: justify;">• arrepios como os de frio, tremores, calor, palpitações.</p>
<p style="text-align: justify;">O MÉDIUM DEVE SABER QUE:</p>
<p style="text-align: justify;">Cada médium é uma linha de força e a interação dessas linhas irá formar um campo elétrico que será mais forte na medida em que as emissões dos médiuns forem mais elevadas, ou seja as linhas de força dependem da intensidade de pensamentos bons e amoráveis do médium. O professor C. Torres Pastorino na sua obra &#8220;Técnicas de Mediunidade &#8221; compara o médium a um capacitor ou condensador elétrico, ou seja, ele é capaz de emitir e receber ondas eletromagnéticas que podem ser de diferentes comprimentos, o que permite o contato com diferentes espíritos, portanto, quanto maior a capacidade do médium em variar o campo de suas emissões mentais maior será a sua capacidade de comunicar-se com diferentes categorias de espíritos. Para ser um bom médium é preciso ter talento, ou seja, ser bom, saber o que faz e o que é, como se cuidar, o que representa, conhecer a Lei de Ação e Reação, a Lei da Atração, a Lei das Afinidades e seguir o mandamento de Cristo: “ Amar a Deus sob todas as coisas e ao seu irmão como a si mesmo”.</p>
<p style="text-align: justify;">DESENVOLVER A MEDIUNIDADE</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolver a mediunidade não é apenas dar comunicações e incorporar. É apurar e disciplinar a sensibilidade espiritual, a fim de tê-la nas melhores condições possíveis de manifestação, e aprender a empregá-la dentro das melhores técnicas e visando as finalidades mais elevadas.</p>
<p style="text-align: justify;">OBRIGAÇÕES E DEVERES</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento mediúnico abrange obrigações e deveres. Não basta incorporar, é preciso evoluir em espírito e isso só acontece seguindo algumas regras universais de natureza tríplice:</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Doutrinação e Evangelização (DEVER)</p>
<p style="text-align: justify;">• Para doutrinar, basta o conhecimento intelectual. O médium precisa conhecer e compreender o Universo espiritual, a si mesmo e aos outros seres como criaturas evolutivas, regidas pela lei de causa e efeito.</p>
<p style="text-align: justify;">• Deverá compreender: o intercâmbio mediúnico, a ação do pensamento sobre os fluidos emissor e captador,  a  compreensão da natureza como fonte inesgotável de energia, as situações dos espíritos no plano espiritual superior e inferior, perispírito/ espírito (estado de espírito) e suas propriedades na comunicação mediúnica, tipos de mediunidade, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">• Para evangelizar é necessário que se tenha a Luz do Amor no íntimo, é preciso vibrar e sentir o ensinamento de Cristo e as Leis Universais.</p>
<p style="text-align: justify;">2- Técnica (OBRIGAÇÃO) São os exercícios práticos para que o médium saiba:</p>
<p style="text-align: justify;">• distinguir os tipos dos espíritos pelos seus fluidos e energias,</p>
<p style="text-align: justify;">• como concentrar ou desconcentrar,</p>
<p style="text-align: justify;">• como ocorre o desdobramento,</p>
<p style="text-align: justify;">• como controlar-se as manifestações (saber abrir e fechar a mediunidade)  e analisar o resultado delas.</p>
<p style="text-align: justify;">3 &#8211; Moral. (DEVER E OBRIGAÇÃO) É indispensável a reforma íntima para que nos libertemos de espíritos perturbadores e cheguemos a ter sintonia com os bons espíritos. Também vigilância, oração, boa conduta e a caridade para com o próximo são necessárias, o que atrairá para nós assistência espiritual superior.</p>
<p style="text-align: justify;">E aí, consegui dar uma clareada e mostrar a vocês um pouquinho mais sobre esse maravilhoso dom? Espero que sim !!</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ótima semana a todos e muito Axé !!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encanto dos Orixás</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 21:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Boff]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Compartilho hoje com vocês um texto fabuloso onde Leonardo Boff fala sobre a Umbanda. Vejam a beleza das palavras e a grande lição que ele nos proporciona, afinal é um olhar de fora, o olhar de uma pessoa que praticamente não conhece a Umbanda mas que, no entanto, conhece bem mais que muitos umbandistas.
É um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Compartilho hoje com vocês um texto fabuloso onde Leonardo Boff fala sobre a Umbanda. Vejam a beleza das palavras <img class=" size-full wp-image-1870" title="Orixás" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Orixás.jpg" alt="" width="297" height="216" align="left" />e a grande lição que ele nos proporciona, afinal é um olhar de fora, o olhar de uma pessoa que praticamente não conhece a Umbanda mas que, no entanto, conhece bem mais que muitos umbandistas.</p>
<p style="text-align: justify;">É um olhar de quem, independente do seu Eu, consegue ver o Ser e o seu envolta.</p>
<p style="text-align: justify;">É um olhar de quem consegue ver o Sagrado e perceber<span id="more-1864"></span> a Sacralidade de nossa querida Umbanda. Talvez sentidos que, infelizmente, andam faltando em alguns dos médiuns umbandistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena ler e ver com muito carinho.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>O encanto dos Orixás</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Quando atinge grau elevado de complexidade, toda cultura encontra sua expressão artística, literária e espiritual. Mas ao criar uma religião a partir de uma experiência profunda do Mistério do mundo, ela alcança sua maturidade e aponta para valores universais. É o que representa a Umbanda, religião, nascida em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1908, bebendo das matrizes da mais genuína brasilidade, feita de europeus, de africanos e de indígenas. Num contexto de desamparo social, com milhares de pessoas desenraizadas, vindas da selva e dos grotões do Brasil profundo, desempregadas, doentes pela insalubridade notória do Rio nos inícios do século XX, irrompeu uma fortíssima experiência espiritual.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O interiorano Zélio Moraes atesta a comunicação da Divindade sob a figura do Caboclo das Sete Encruzilhadas da tradição indígena e do Preto Velho da dos escravos. Essa revelação tem como destinatários primordiais os humildes e destituídos de todo apoio material e espiritual. Ela quer reforçar neles a percepção da profunda igualdade entre todos, homens e mulheres, se propõe potenciar a caridade e o amor fraterno, mitigar as injustiças, consolar os aflitos e reintegrar o ser humano na natureza sob a égide do Evangelho e da figura sagrada do Divino Mestre Jesus.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O nome Umbanda é carregado de significação. É composto de OM (o som originário do universo nas tradições orientais) e de BANDHA (movimento incessante da força divina). Sincretiza de forma criativa elementos das várias tradições religiosas de nosso país criando um sistema coerente. Privilegia as tradições do Candomblé da Bahia por serem as mais populares e próximas aos seres humanos em suas necessidades. Mas não as considera como entidades, apenas como forças ou espíritos puros que através dos Guias espirituais se acercam das pessoas para ajudá-las. Os Orixás, a Mata Virgem, o Rompe-Mato, o Sete Flechas, a Cachoeira, a Jurema e os Caboclos representam facetas arquetípicas da Divindade. Elas não multiplicam Deus num falso panteísmo mas concretizam, sob os mais diversos nomes, o único e mesmo Deus. Este se sacramentaliza nos elementos da natureza como nas montanhas, nas cachoeiras, nas matas, no mar, no fogo e nas tempestades. Ao confrontar-se com estas realidades, o fiel entra em comunhão com Deus. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A Umbanda é uma religião profundamente ecológica. Devolve ao ser humano o sentido da reverência face às energias cósmicas. Renuncia aos sacrifícios de animais para restringir-se somente às flores e à luz, realidades sutis e espirituais.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Há um diplomata brasileiro, Flávio Perri, que serviu em embaixadas importantes como Paris, Roma, Genebra e Nova York, que se deixou encantar pela religião da Umbanda. Com recursos das ciências comparadas das religiões e dos vários métodos hermenêuticos, elaborou perspicazes reflexões que levam exatamente este título: O Encanto dos Orixás, desvendando-nos a riqueza espiritual da Umbanda. Permeia seu trabalho com poemas próprios de fina percepção espiritual. Ele se inscreve no gênero dos poetas-pensadores e místicos como Alvaro Campos (Fernando Pessoa), Murilo Mendes, T.S. Elliot e o sufi Rumi. Mesmo sob o encanto, seu estilo é contido, sem qualquer exaltação, pois é esse rigor que a natureza do espiritual exige.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Além disso, ajuda a desmontar preconceitos que cercam a Umbanda, por causa de suas origens nos pobres da cultura popular, espontaneamente sincréticos. Que eles tenham produzido significativa espiritualidade e criado uma religião cujos meios de expressão são puros e singelos revela quão profunda e rica é a cultura desses humilhados e ofendidos, nossos irmãos e irmãs. Como se dizia nos primórdios do Cristianismo que, em sua origem, também era uma religião de escravos e de marginalizados, “os pobres são nossos mestres, os humildes, nossos doutores”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Talvez algum leitor/a estranhe que um teólogo como eu diga tudo isso que escrevi. Apenas respondo:<strong> um teólogo que não consegue ver Deus para além dos limites de sua religião ou igreja não é um bom teólogo</strong>. É antes um erudito de doutrinas. Perde a ocasião de se encontrar com Deus que se comunica por outros caminhos e que fala por diferentes mensageiros, seus verdadeiros anjos. Deus desborda de nossas cabeças e dogmas.</em></p>
<p><object id="csSWF" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="415" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/LB/Encanto_dos_Orixas_controller.swf" /><param name="bgcolor" value="#1a1a1a" /><param name="quality" value="best" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="scale" value="showall" /><param name="flashVars" value="autostart=false#&amp;thumb=FirstFrame.png&amp;thumbscale=45&amp;showstartscreen=false&amp;showendscreen=false&amp;color=0x1A1A1A,0x1A1A1A" /><param name="name" value="csSWF" /><param name="flashvars" value="autostart=false&amp;thumb=FirstFrame.png&amp;thumbscale=45&amp;showstartscreen=false&amp;showendscreen=false&amp;color=0x1A1A1A,0x1A1A1A" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="csSWF" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="415" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/LB/Encanto_dos_Orixas_controller.swf" name="csSWF" flashvars="autostart=false&amp;thumb=FirstFrame.png&amp;thumbscale=45&amp;showstartscreen=false&amp;showendscreen=false&amp;color=0x1A1A1A,0x1A1A1A" scale="showall" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" quality="best" bgcolor="#1a1a1a"></embed></object></p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Leonardo Boff cursou Filosofia em Curitiba-PR e Teologia em Petrópolis-RJ. Doutorou-se em Teologia e Filosofia na Universidade de Munique-Alemanha, em 1970. Ingressou na Ordem dos Frades Menores, franciscanos, em 1959. Durante 22 anos, foi professor de Teologia Sistemática e Ecumênica em Petrópolis, no Instituto Teológico Franciscano. Professor de Teologia e Espiritualidade em vários centros de estudo e universidades no Brasil e no exterior, além de professor-visitante nas universidades de Lisboa (Portugal), Salamanca (Espanha), Harvard (EUA), Basel (Suíça) e Heilderberg (Alemanha). Esteve presente nos inícios da reflexão que procura articular o discurso indignado frente à miséria e à marginalização com o discurso promissor da fé cristã gênese da conhecida Teologia da Libertação. Foi sempre um ardoroso defensor da causa dos Direitos Humanos, tendo ajudado a formular uma nova perspectiva dos Direitos Humanos a partir da América Latina, com &#8220;Direitos à Vida e aos meios de mantê-la com dignidade&#8221;. Em 1984, em razão de suas teses ligadas à Teologia da Libertação, apresentadas no livro &#8220;Igreja: Carisma e Poder&#8221;, foi submetido a um processo pela Sagrada Congregação para a Defesa das Fé, ex Santo Ofício, no Vaticano. Em 1985, foi condenado a um ano de &#8220;silêncio obsequioso&#8221; e deposto de todas as suas funções editoriais e de magistério no campo religioso. Dada a pressão mundial sobre o Vaticano, a pena foi suspensa em 1986, podendo retomar algumas de suas atividades. Em 1992, sendo de novo ameaçado com uma segunda punição pelas autoridades de Roma, renunciou às suas atividades de padre e se auto-promoveu ao estado leigo. &#8220;Mudou de trincheira para continuar a mesma luta&#8221;: continua como teólogo da libertação, escritor, professor e conferencista nos mais diferentes auditórios do Brasil e do estrangeiros, assessor de movimentos sociais de cunho popular libertador, como o Movimento dos Sem Terra e as comunidades eclesiais de base (CEB&#8217;s), entre outros. É autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia e Mística. A maioria de sua obra está traduzida nos principais idiomas modernos.</span></h5>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Lei de Salva ???</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 20:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha Umbanda]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Salva]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa atividade de caridade espiritual, com ou sem consulta com as Entidades Espirituais, não é correto a cobrança  ou o pagamento de qualquer quantia em dinheiro, pois não existe o porquê disso. Sou radicalmente contra a cobrança de qualquer tipo de valor relativo ao atendimento espiritual, até porque o exercício é realizado por outro Ser, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Numa atividade de caridade espiritual, com ou sem consulta com as Entidades Espirituais, não é correto a cobrança  <img class=" size-full wp-image-1810" title="Lei de Salva" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/dar_e_receber.jpg" alt="" width="188" height="244" align="left" />ou o pagamento de qualquer quantia em dinheiro, pois não existe o porquê disso. Sou radicalmente contra a cobrança de qualquer tipo de valor relativo ao atendimento espiritual, até porque o exercício é realizado por outro Ser, que pode ser uma Criança, um Caboclo, um Preto Velho, um Exu, ou qualquer Guia Espiritual de Luz, que tem um único propósito: nos ensinar o que é a Caridade. Eu acredito na máxima “daí de graça o que de graça recebeste” e fico indignada com o “comércio” criado através da dor e do desespero alheio ou quando observo a ilusão, a imaginação e a exploração quando se fala em demandas. Tudo para se ter o domínio sobre as pessoas menos esclarecidas e, claro, um rendimento financeiro extra. Assim como fico indignada<span id="more-1807"></span> e envergonhada quando ouço um “pai de santo” dizer que ‘todo trabalho deve ser cobrado, afinal de contas, é trabalho’.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que as compensações só nos fazem bem quando as recebemos do Divino, acredito que a segurança e a sustentabilidade só quem pode nos dar é o Divino, portanto acredito que não há dinheiro que pague a proteção, o amor, a força e as bênçãos que os Guias Espirituais podem nos dar e para isso eles não cobram nada, somente disciplina e amor. No entanto, certa ou errada, existe a chamada &#8220;Lei de Salva&#8221; e cada um terá o discernimento e o livre arbítrio de pagar ou receber. A Lei de Salva é utilizada nos trabalhos que envolvem Magia, exclusivamente voltada às questões que exigem o combate a Magia Negativa e quando se exige do indivíduo o esforço físico ou intelectual. Mas para entendê-la melhor reproduzo em seguida as palavras de Mestre Yapacani, no seu livro <em>“Umbanda e o Poder da Mediunidade”</em> (1987 &#8211; 3a. edição &#8211; Livraria Freitas Bastos p. 77-80), para que cada um possa ter o seu discernimento e, claro, a sua opção de escolha.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Mas o que é, em verdade, a lei de salva? Tentaremos explicar isso direitinho, pondo os pontos nos is, que é para tirarmos a máscara de muitos falsos “chefes-de-terreiros”ou “babás”, ou que outro qualificativo lhes queiram dar, que fazem disso a “galinha dos ovos de ouro”&#8230; Essa lei de salva é tão antiga quanto o uso da magia. Existe desde que a humanidade nasceu. Os magos do passado jamais se descuidavam de sua regra, ou seja, da lei de compensação que rege toda ou qualquer operação mágica, quer seja para empreendimentos de ordem material, quer implique em benefícios humanos de qualquer natureza, especialmente nos casos que são classificados na Umbanda como de demandas, descargas, desmanchos etc. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dessa lei de salva, ou regra de compensação sobre os trabalhos mágicos, nos dão notícia certos ensinamentos esotéricos com a denominação de lei de Amsra&#8230; Nenhum magista pode executar uma operação mágica tão somente com o pensamento e “mãos vazias” &#8211; isto é, sem os elementos materiais indispensáveis e adequados aos fins&#8230; Essa história de pura magia mental é conversa para entreter mentalidades infantis ou não experimentadas nesse mister. Qualquer ato ou ação de magia propriamente dita requer os materiais adequados, sejam eles grosseiros ou não. Vão dos vegetais às flores, aos perfumes, aos incensos, as plantas aromáticas, às águas dessa ou daquela procedência até ao sangue do galo ou bode preto. A questão é definir o lado: &#8211; ou é esquerda, ou é direita, negra ou branca. Ora, como toda ação mágica traz sua reação, um desgaste, uma obrigação ou uma responsabilidade e uma consequência imprevisível (em face do jogo das forças movimentadas) é imprescindível que o médium-magista esteja coberto ou que lhe seja fornecida a necessária cobertura material ou financeira a fim de poder enfrentar a qualquer instante essas possíveis condições&#8230; Então é forçoso que tenha uma compensação. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Aí é que entra a chamada lei de salva, ou simplesmente SALVA&#8230; Mesmo porque, todo aquele que, dentro da manipulação das forças mágicas ou da magia, dá, dá e dá sem receber nada, tende fatalmente a sofrer um desgaste, pela natural reação de uma lei oculta que podemos chamar de vampirização fluídica astral, que acaba por lhe enfraquecer as forças ou as energias psíquicas&#8230; E naturalmente o leitor, se é médium iniciado na Umbanda, nessa altura deve estar interessadíssimo em saber como será essa compensação. Claro, vamos dizer como é a regra, para que você possa extrair dela o que seu senso de honestidade ditar: DE QUEM TEM, PEÇA TRÊS, TIRE DOIS E DÊ UM A QUEM NÃO TEM; E DE QUEM NÃO TEM, NADA PEÇA E DE ATÉ DÊ SEU PRÓPRIO VINTÉM. (&#8230;) É claro que essa lei de salva ou de compensação, própria e de uso exclusivo em determinados trabalhos de magia, não pode ser aplicada em todos os “trabalhinhos” corriqueiros que se pretenda ser de ordem mágica.” </em></p>
<p style="text-align: justify;">Como vimos, a lei de salva está totalmente imbricada com a honestidade de quem a aplica, com o discernimento ético, e principalmente com o uso adequado da regra acima estabelecida. O uso indiscriminado e abusivo, como vemos existir em muitos lugares, de qualquer tipo, já não só de magia, mas para tudo e em qualquer circunstância, inclusive até para se acender uma simples vela, é deplorável, desonesto e voltado exclusivamente para o enriquecimento ilícito do cobrador, que se vale da necessidade alheia, do desespero de causa e da ingenuidade da maioria para explorar e garantir seu sustento e sobrevivência através da Umbanda, que diz praticar e ser médium, chefe-de-terreiro, dirigente de casas abertas, sacerdotes e sacerdotisas “confiáveis” e de “credibilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei de salva é uma regra inviolável, ela também tem a sua contra-parte de retorno para aqueles que dela abusam. Como diz Mestre Yapacani: <em>“É triste vermos como a queda desses verdadeiros médiuns magistas é vergonhosa, desastrosa até&#8230; Começa acontecer cada uma a esses infelizes! Desavenças no lar, separações, amigações, neuroses, bebida, jogo e uma série de “pancadarias” sem fim, inclusive o desastre econômico (&#8230;) e no final de tudo, verdadeiros trapos-humanos (&#8230;).”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Um ótimo final de semana a todos e Muito Axé!</p>
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		<title>Só temos fé naquilo que amamos!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 10:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Axé Pessoal! Fico muito feliz a cada nova edição do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática &#8211; e nesse mês, em especial, estamos com matérias especiais como Pontos Riscados na Umbanda; Exu &#38; Bombonjira; Ser Ogã é Ser Responsável; O Prazer de Servir; Ogum; entre outras. Acredito que com esse tipo de material nossas percepções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Axé Pessoal! Fico muito feliz a cada nova edição do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática &#8211; e ne<a href="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/04/capa_juca44.jpg"><img class=" size-medium wp-image-1502" title="JUCA 44" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/04/capa_juca44-263x300.jpg" alt="" width="249" height="285" align="right" /></a>sse mês, em especial, estamos com matérias especiais como Pontos Riscados na Umbanda; Exu &amp; Bombonjira; Ser Ogã é Ser Responsável; O Prazer de Servir; Ogum; entre outras. Acredito que com esse tipo de material nossas percepções se expandem e saímos da incerteza, do automático, da inconsciência e, porque não dizer, do comodismo. Isso mesmo, do comodismo!</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa Umbanda é tão rica, tem tantos simbolismos e fundamentos, tudo é tão claro e evidente, que não devemos deixar passar despercebido, como acontece continuamente. Não devemos acomodar nosso raciocínio e nosso sentido de lógica. Mesmo porque, nossa fé vai até onde<span id="more-1498"></span> nossa mente permite, vai até onde obtemos respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito ser evidente a todos que quando não sabemos ou não entendemos algo, não acreditamos, portanto fica impossível vivenciar ou compartilhar o seu sentido correto e sincero. Isso é ser prisioneiro de si mesmo, é ser escravo do comodismo e da preguiça. Temos que sair das nossas próprias Senzalas, parar de nos curvar às imposições dos Senhores da Irresponsabilidade que existem dentro de nós e viver, vivenciar a Umbanda na sua plenitude. Conscientes de cada ato, de cada movimento e de cada fundamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que poucas pessoas sabem o que acontece no astral e qual ponto específico está sendo ativado quando um Guia estala os dedos. Acredito que poucos sabem porque um Guia manca ou porque eventualmente é solicitado ao consulente acender uma vela na igreja. Acredito que poucos médiuns sabem porque batemos palmas ou porque batemos a cabeça em nossos rituais.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente é uma pena!</p>
<p>Por isso que o estudo é importante, ele traz lógica para as coisas e quando sabemos o que estamos fazendo fica tudo mais fácil, fica tudo mais claro e simples, afinal, temos medo do desconhecido e isso faz parte de nosso instinto, de nosso ser. Toda mudança, toda dúvida, toda falta de resposta causa insegurança, medo e enfraquece nossas ações conscientes e inconscientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho certeza que quando o médium souber que ao estalar os dedos o Guia está ativando o Monte de Vênus (região da palma da mão próxima ao polegar) que está ligado ao Chacra Frontal trazendo melhor racionalidade e controle sobre as emoções, propiciando uma poderosa descarga etérica, algo parecido com bombas astrais que desimpregnam a aura do consulente, tudo ficará diferente, o sentido mudará, a fé se fortalecerá e os trabalhos espirituais melhorarão muito.</p>
<p>E isso não é invenção minha, isso é LÓGICA. Clara, real e verdadeira. Assim como nossa UMBANDA É, basta buscar sua lógica.</p>
<p style="text-align: justify;">E para que vocês não fiquem sem respostas, seguem pequenas explicações para os “porquês” mencionados acima. Mas esclareço: só irei apontar alguns itens aqui, é importante que estudem, que se esforcem e que se dediquem à Umbanda, afinal só amamos aquilo que conhecemos, só temos fé naquilo que acreditamos e só acreditamos naquilo que conhecemos, portanto só temos fé naquilo que amamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque um Guia manca – assim como as palmas das mãos e as orelhas, nossos pés se comunicam com todas as partes do nosso corpo, neles estão terminais nervosos que se comunicam com nossos chacras e com nosso sistema nervoso, portanto quando o Guia manca ou bate o pé no chão ele está ativando pontos energéticos específicos, está ativando chacras, mandando mensagem para nosso sistema nervoso, além é claro, de ativar a energia da terra para descarregar o próprio médium. O mancar do Guia nada tem a ver com uma deficiência física, mesmo porque Ele não tem corpo físico.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque acender vela na igreja – as Entidades que fazem parte da estrutura religiosa umbandista conseguem atingir, atuar e trabalhar em todas as outras religiões, doutrinas e cultos, portanto quando um Preto Velho, por exemplo, pede para um consulente ir à igreja acender velas para almas, ele está enxergando um espírito que, possivelmente, está incomodando o consulente e que necessita de um direcionamento dentro de sua realidade religiosa, que não é a Umbanda. Assim sendo, esse espírito é “levado” para sua realidade espiritual, nesse caso, para a realidade católica. Não adianta querer doutriná-lo, direcioná-lo ou forçá-lo dentro da Umbanda, ele não entende, não se afiniza e, muitas vezes, não quer essa ajuda e quando ele recebe o amparo dentro de sua realidade, com a reza ou com o auxilio da igreja, com certeza o respeito e o livre arbítrio são exercidos sobre esse espírito.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque batemos palma &#8211; nossas mãos possuem uma quantidade enorme de terminais nervosos, que se comunicam com cada um dos chacras de nosso corpo: Dedo Polegar: Chacra Esplênico (região do baço); Indicador: Cardíaco (coração); Anular: Genésico ou Básico (base da espinha); Médio: Coronal (alto da cabeça); Mínimo: Laríngeo (garganta); na região quase central da mão: Chacra Solar (estômago); próximo ao monte de Vênus: Chacra Frontal (testa), portanto quando batemos palmas ativamos todos esses chacras, portanto ativamos nossa energia interna, nossa capacidade de doar e receber energia, também criamos ondas de energias vibrantes e estimulantes que envolvem todos que estão à nossa volta. Depois de uma sequência de palmas estamos com maior facilidade de percepção espiritual, incorporamos, percebemos e sentimos mais facilmente o plano espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque batemos a cabeça – batemos a cabeça por três motivos: primeiro porque na terra é que foram enterrados os assentamentos dos Orixás quando os negros ainda se encontravam na condição de escravos, tradição essa que continua até nos dias de hoje, ou seja, é na terra que estão assentadas as maiores Forças de um Terreiro, portanto quando batemos a cabeça, estamos sobre os assentamentos, batendo cabeça às tradições, aos Orixás, nos reverenciando e entregando nossa Coroa, nosso coração, nosso corpo e nosso espírito aos nossos ancestrais e aos Orixás; segundo: o elemento terra transmuta, cura e energiza, ou seja, quando batemos cabeça transmutamos nossos pensamentos, curamos nosso emocional e energizamos nosso espírito; terceiro: é na terra que estão enterrados nossos ancestrais e toda a sabedoria de nossos anciãos, portanto ao batermos nossa cabeça todo o conhecimento e sabedoria que ‘mora’ na terra tende a envolver nosso espírito.</p>
<p style="text-align: justify;">Simplesmente Fascinante, Encantador e Divino!</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, CHEGA DE COMODISMO! Estude e mude sua vida. Transforme sua Fé em algo grandioso como é Nossa Umbanda.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Iniciaremos em maio o “Grupo de Estudo Religioso Umbandista”, com aulas presenciais e pela internet (ao vivo) para aqueles que não moram em São Paulo. Com certeza será um divisor de águas pois proporcionará uma maravilhosa mudança de vida, um imensurável fortalecimento de fé. </span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Informem-se estudo@umbandacarismatica.org.br</span></h5>
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		<title>Se você é &#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 21:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mediunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje encontrei um texto curtinho mas bastante expressivo que escrevi já tem algum tempo, para a edição número 4 do JUCA que saiu em novembro de 2006. Como acredito que este seja um tema sempre atual e por tratar-se de uma ideia que vale a pena ser transmitida, resolvi colocar aqui, para vocês, este texto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje encontrei um texto curtinho mas bastante expressivo que escrevi já tem algum tempo, para a edição número 4 do JUCA que saiu em novembro de 2006. Como acredito que este seja um tema sempre atual e por tratar-se de uma ideia que vale a pena ser transmitida, resolvi colocar aqui, para vocês, este texto. Espero que ele traga avaliações e, mais do que isso, que traga fortalecimento de convicções.<a href="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/02/umbanda.jpg"><img class=" size-full wp-image-1254" title="umbanda" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2010/02/umbanda.jpg" alt="" width="252" height="168" align="left" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se você é um médium que, ao terminar os trabalhos, sente uma alegria enorme não se importando se trabalhou incorporado ou se “apenas” ajudou na organização da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você sente-se honrado por ter a oportunidade de sentir a presença dos maravilhosos Pretos Velhos que, com sua grande humildade e sabedoria, conseguem recolher as lágrimas mais profundas de nossos irmãos; ou dos Caboclos para quem emprestamos nossos singelos braços para que eles possam abraçar nossos irmãos e<span id="more-1252"></span> assim torná-los fortes e guerreiros;  ou ainda por poder sentir o Senhor Ogum, “Rei das Demandas”, e segurar sua Espada da Lei em nossas mãos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Se você esforça-se para fazer sua reforma íntima antes de exigí-la dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você acredita no merecimento (não em milagres), na Lei, na Justiça, no carma, na reencarnação e na natureza como sendo a nossa força e o nosso Axé.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você acredita ser responsável pelos trabalhos realizados pelos Guias Espirituais diante de sua condição de intermediário entre nós e o plano superior e se busca o conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você entende a Umbanda como religião com fundamentos, liturgias e doutrinas próprias e trabalha pela evolução e conscientização da “Religião Umbanda” diante de toda a sociedade mostrando como a Umbanda é linda, simples e poderosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Então você  realmente ama a Umbanda, afinal não se pode amar aquilo que não se conhece ou de que se envergonha. Mas se tudo isso e os fundamentos da Umbanda servem para trazer discórdia, desânimo, peso, dúvida, cansaço, obrigação&#8230; então, reavalie sua vida espiritual&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Vestir o branco é um orgulho</p>
<p style="text-align: justify;">É ser filho de Oxalá, é ser puro de alma diante dos Orixás!</p>
<p style="text-align: justify;">Axé ! E uma ótima semana a todos !!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um bom pastor &#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pai Marco Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sacerdócio]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[seriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos meus 46 anos de vida, com mais de vinte anos na Umbanda, tenho observado bem de perto o que é verdadeiramente evoluir perante a espiritualidade e venho adquirindo experiência para poder discernir o certo do errado dentro de meus conceitos espirituais. Nunca fui muito de escrever, mas tenho sido cobrado pela espiritualidade superior a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos meus 46 anos de vida, com mais de vinte anos na Umbanda, tenho observado bem de perto o que é verdadeiramente evoluir perante a espiritualidade e venho adquirindo experiência para poder discernir o certo do errado dentro de meus conceitos espirituais. Nunca fui muito de escrever, mas tenho sido cobrado pela espiritualidade superior a condição de explanar mais sobre minha vivência dentro dos terreiros e, porque não dizer, junto à espiritualidade, sendo que nasci em berço kardecista.</p>
<p style="text-align: justify;">Me deparei estes dias com uma irmã em atendimento de quem, como médium semi-consciente que sou, escutei a seguinte frase: <em>“ouvi dizer </em><img class=" size-full wp-image-1010" title="pastor" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/11/pastor.jpg" alt="pastor" width="265" height="198" align="left" /><em>que os dirigentes desta casa são linha dura na Umbanda e é isto que estou procurando para minha vida espiritua</em><em>l&#8230;”</em>. Calmamente o Pai-Velho que me acompanha lhe respondeu: <em>“Fia, não tem linha dura, mas sim SERIEDADE! Saiba que desses companheiros, aqui neste pedaço de chão de terra, é exigida muita seriedade por nóis lá de cima, afinal, lá por cima, naquele pedaço de chão de estrelas, não tem ‘lero lero que também quero&#8217;&#8221;</em>. Refletindo sobre essa frase, sobre a Ação Espiritual empregada alí e, claro, sobre a condição e a responsabilidade religiosa dos médiuns, só reafirmo a minha convicção ideológica de que a SERIEDADE É FUNDAMENTAL QUANDO SE TRATA DE <span id="more-1008"></span>ASSUNTOS REFERENTES À ESPIRITUALIDADE. É necessária, portanto, a constante moralidade e disciplina espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Umbanda não pode ser diferente, a Seriedade e a Disciplina devem ser praticadas continuamente. Acredito, inclusive, que um bom sacerdote é aquele que deixa de lado seus desejos humanos e mundanos para pensar primeiramente no espiritual. Percebo que, infelizmente, o ser humano anda pouco se importando com isso, porque não entendeu ainda que para poder praticar um trabalho religioso espiritual dentro da Lei da Umbanda não basta apenas ter vontade, é preciso deixar de lado as porcarias dos vícios emocionais e mentais e andar para frente, afinal, é logo “à frente” que encontraremos o significado da tão procurada Evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Pai-velho ainda disse: <em>“Nóis aqui deste lado entendemos perfeitamente as dificurdades do povo dessa terra e tentamos dá o nosso mió perto do pió, porém fia, se o chefe do terreiro não tiver purso firme não há tratamento que resorva e nem jeito que dê jeito, pois primeiro temos que lidá com o Ser encarnado que tem o mardito do livre arbítrio, né fia?</em>”. E é com estas palavras tão abençoadas e simples que chego à conclusão de que estamos no caminho certo e de que para fazer parte da corrente mediúnica de Nossa Umbanda o médium tem que ter joelho marcado de tanto ajoelhar. Como diz um grande amigo: <em>“É Umbandista? Então mostre-me o joelho!” </em></p>
<p style="text-align: justify;">Peço a benção dos mais velhos, aos quais devo muitas das minhas experiências; peço agô a meu Pai Xangô pelos meus erros e peço, principalmente, guarnição ao Guerreiro que comanda Nosso Terreiro e é grande ancestre de minha companheira Mãe Mônica Caraccio.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Um bom pastor é aquele que ajuda, respeita, direciona e cuida do seu rebanho. Para isso é necessário dedicação, conhecimento, regras e muita disciplina, caso contrário haverá desordem e rebeldia, então muitas ovelhas se perderão e o caminho se tornará incerto e perigoso”</em></p>
<p style="text-align: right;">Sob inspiração de um Preto Velho de Angola 23/10/09</p>
<p style="text-align: justify;">Paz e Luz!</p>
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		<title>Ser ou Estar Umbanda?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 02:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[SER Umbanda é muito diferente de ESTAR Umbanda. Meus filhos espirituais, aos quais oriento e ensino, sabem muito bem que este é um ponto que venho trabalhando há muito tempo dentro do meu Terreiro, pois acredito que só entendendo e, mais do que isso, sentindo essa diferença é que se pode sair da condição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SER Umbanda é muito diferente de ESTAR Umbanda. Meus filhos espirituais, aos quais oriento e ensino, sabem muito bem que este é um ponto que venho trabalhando há muito tempo dentro do meu Terreiro, pois acredito que só entendendo e, mais do que isso, sentindo essa diferença é que se pode sair da condição de médium e passar para a condição de Instrumento de Deus. Tentarei aqui reproduzir em poucas palavras alguns dos inúmeros ensinamentos  que já ouvi de Guias Espirituais para que possamos refletir e entender o que realmente é Ser Umbanda.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O trabalho espiritual e de caridade foi gerado para que as pessoas pudessem ter a grande </em><em><img class=" size-medium wp-image-808" title="fé" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/09/fé1-300x207.jpg" alt="fé" width="242" height="167" align="right" /></em><em>oportunidade de anular situações cármicas, ou pelo menos aliviá-las. Mas o que se vê é exatamente o contrário: médiuns aumentando seus carmas dentro dos próprios terreiros de Umbanda. Isso acontece devido ao abuso perante a espiritualidade, onde ‘médiuns’ aproveitam as incorporações para discutirem relações pessoais ou para dizerem aquilo que não têm coragem de fazer pessoalmente. Isso acontece devido à priorização de interesses pessoais pois observamos que muitos médiuns estão vestidos de branco realizando um “trabalho de caridade” mas esperando algo em troca, algo como um emprego melhor, um namorado ou quem sabe até a solução de seu casamento. Acontece também, talvez devido à falta de interesse do ‘médium’ pelo Plano Astral ou até descaso, de ouvirmos que “ é o Guia quem trabalha, não eu, por isso não tenho a obrigação nem a necessidade de saber nada”. Outra coisa que cansamos de ver é aquele médium que enche a boca para falar que “sexta-feira é dia de trabalho no Centro, é minha obrigação estar lá”. Quer dizer que entrar para o lado Sagrado da Espiritualidade é OBRIGAÇÃO? Definitivamente não! <span id="more-804"></span>Isso é uma OPORTUNIDADE ÚNICA, é um momento mágico e Divino onde o Ser tem a permissão de fazer parte e conhecer. Não pode ser encarada como obrigação, mas feito com alegria, amor e satisfação. Observo que muitos médiuns estão perdendo essa oportunidade única para irem à academias, passeios, jantares &#8230; e depois reclamam da vida! É lamentável e triste ver que existem muitos médiuns aumentando seus carmas dentro dos Terreiros de Umbanda ao invés de eliminá-los. É lamentável.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">Sr. Exu Sete Catacumbas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“ Quantos de vocês, médiuns, conseguem sentir o que é verdadeiramente um Orixá? Quantos de vocês conseguem realmente Ser umbandistas a ponto de deixarem de rezar o Pai Nosso para falar com os Orixás? Não que rezar o Pai Nosso seja errado, mas é cômodo e sistemático. A força dos umbandistas são os Orixás, que é o oculto, com energias próprias. SER UMBANDISTA é chegar a esse oculto através da mente e da fé, sem nada palpável ou provado, somente sentido.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">Boiadeiro Quebra no Laço.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Ser umbandista é saber trocar o medo e as preocupações pela Fé.”</em></p>
<p style="text-align: right;">Preto-velho Vô Bento</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Um bom exemplo para entender a vida é imaginar-se dentro de um ônibus onde tudo à sua volta passa, somente o condutor (teu Mentor Espiritual) e o cobrador (a própria Lei) não desceram ou abandonaram os seus postos antes do tempo. As paisagens, as pessoas e as situações, tudo estará sempre em movimento. Às vezes esse ônibus estará cheio e você terá que praticar a tolerância e a paciência até o próximo ponto, e olhe, é melhor não reclamar ou esbravejar, pois se você criar muita confusão o ônibus terá que parar e demorará mais para chegar ao ponto final. Às vezes esse ônibus estará vazio e você só terá o motorista e o cobrador para conversar e aí tem que saber aproveitar e não somente reclamar, caso contrário o desânimo e a solidão vêm e você não vê a vida passar. Entender a vida é saber que a cada partida desse ônibus o ponto final fica mais perto, por isso anime-se a cada movimento e tenha esperança, você nunca sabe o que poderá encontrar lá adiante no próximo ponto.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">Baiano Seu Zé</p>
<p>Que Oxalá abençoe a todos os umbandistas para que consigam realmente abrir suas mentes e seus corações e, assim, sentirem o que é um Orixá, não através da incorporação simplesmente, mas através do Amor verdadeiro.</p>
<p>Muito Axé! E que cada um de nós possa, dia após dia, cada vez mais SER Umbanda !</p>
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		<title>Qual a minha religião? Eu sou UMBANDISTA!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha Umbanda]]></category>
		<category><![CDATA[Medo da Mediunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas confundem tudo onde acontece a incorporação como sendo Umbanda. Existe muito terreiro de pura feitiçaria comandado pelo baixo astral; lugares onde se cobra pelo trabalho realizado; casas onde são feitas amarrações, demandas e magias negativas; locais que prometem milagres e comercializam a fé alheia &#8230; e para tudo isso é usado o nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas confundem tudo onde acontece a incorporação como sendo Umbanda. Existe muito terreiro de pura feitiçaria comandado pelo baixo astral; lugares onde se cobra pelo trabalho realizado; casas onde são feitas amarrações, demandas e magias negativas; locais que prometem milagres e comercializam a fé alheia &#8230; e <strong>para tudo isso é usado o nome da Umbanda!</strong> Por esse motivo o povo umbandista é descriminado, ironizado e<img class="size-full wp-image-601" title="umbandistas" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/07/umbandistas.jpg" alt="umbandistas" width="141" height="138" align="right" /> ridicularizado. Somos julgados e analisados a todo momento pois as pessoas nos olham com medo, insegurança e desconfiança já imaginando &#8220;o perigo&#8221; que será a convivência com um umbandista.</p>
<p style="text-align: justify;">Tais fatos nos levam, muitas vezes, a negar a Umbanda, afinal, ser &#8220;espírita&#8221; ou católico é mais fácil e não causa tantos arrepios. Médiuns com grande capacidade espiritual costumam fugir dos centros umbandistas ou quando assumem sua religiosidade dentro da Umbanda enfrentam o medo do novo, a contrariedade da família e ainda precisam estar todo tempo atentos aos ataques do baixo astral que não quer, entre outros motivos, a evolução espiritual do médium.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos mudar essa imagem negativa da Umbanda e para isso temos todos que ter sempre em mente que a Umbanda é uma religião que prega as mesmas verdades e busca a mesma paz de espírito que todas as outras religiões. <span id="more-598"></span>Umbanda é reforma íntima, respeito, dedicação, disciplina e superação. Umbanda é pureza, simplicidade, força, é a conscientização sobre o Bem e o Mal. <strong>Umbanda não é milagre, mas merecimento</strong>. É estudo e consciência e não comodismo ou achismo. É respeito à natureza, pois Umbanda é natureza. Umbanda é fé, amor, conhecimento, justiça, lei, evolução, geração e a prática da caridade em todas as formas. É a conscientização de que cada pessoa é responsável por suas atitudes, que o ato cometido sempre gera uma reação resultando em um Bem ou um Mal tanto para quem pratica como para quem recebe. Umbanda é a consciência de que o sentido da vida é a busca da perfeição espiritual e material e de que o melhor caminho para alcançarmos essa perfeição é a prática de boas atitudes ao próximo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ser umbandista é para poucos, é para os fortes e determinados!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu me orgulho de ser umbandista e bato no peito com toda a convicção, amor e respeito pois sou filha de Orixá e Eles estão em mim assim como eu estou Neles.</p>
<p style="text-align: justify;">Axé a todos os umbandistas que assumem, amam e respeitam nossa bela religião e os Sagrados Orixás!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Pedir não é cobrar!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 02:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mãe Mônica Caraccio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha Umbanda]]></category>
		<category><![CDATA[Pedido]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma enorme diferença entre cobrar e pedir ajuda. A Umbanda é uma religião sem preconceitos, mas sofre pelo preconceito. E esse sofrimento se dá pela falta de respeito em todos os sentidos e, claro, a questão mais polêmica é a financeira. Vamos começar salientando que Umbanda é caridade que não se paga, é amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Existe uma enorme diferença entre cobrar e pedir ajuda. A Umbanda é uma religião sem preconceitos, mas sofre pelo preconceito. E esse sofrimento se dá pela falta de respeito em todos os sentidos e, claro, a questão mais polêmica é a financeira. Vamos começar salientando que <strong>Umbanda é caridade que não se paga, é amor que não se mede e é dedicação que não se discute</strong>. Por isso a Umbanda ajuda, mas não cobra e pede, mas não exige. Mas o que mais acontece é que quando um dirigente fala em ajuda material tem consulente que já sente um arrepio e <em><img class="size-medium wp-image-571" title="ajuda" src="http://www.minhaumbanda.com.br/wp-content/uploads/2009/07/ajuda-200x300.jpg" alt="ajuda" width="139" height="209" align="right" /></em>logo pensa: <em>&#8220;Estava demorando! Eu sabia que essa coisa de umbanda é macumba mesmo! Imagina, o pai de santo quer que eu pague suas contas!&#8221;</em>, e logo vai embora falando horrores do terreiro e da Um­banda. O problema é que este consulente esquece que ele lavou as mãos, que deu descarga no banheiro, que o chão está limpo, que as luzes estão acesas, que há velas no altar, que ele é defumado, que existe um imóvel pelo qual se paga impostos, aluguel, contador, faxineira&#8230; Nossa, uma infinidade de coisas! E na próxima semana o Centro estará lá: novamente de portas abertas com o chão limpo, as luzes acesas, velas no altar&#8230;</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Não se percebe que <strong>há necessidades básicas para se realizar um trabalho espiritual </strong>e que o consulente também tem o dever de colaborar e não de julgar, afinal de contas ele se aproveita também materialmente do local.  O entendimento de que a ajuda financeira também é obrigação da assistência, e não somente do corpo mediúnico, é necessário e deve ser encarado naturalmente sem nenhum tipo de constrangimento, tanto por parte dos dirigentes espirituais, que devem pedir pois se não pedirem poucos colaboram, quanto por parte do corpo mediúnico e da assistência.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Observem: A igreja católica pede e incentiva o dízimo com agradecimentos públicos e visitas particulares  e ninguém<span id="more-568"></span> xinga o padre. Nos centros kardecistas as pessoas doam com muito orgulho casas, sítios, terrenos, etc. Os pastores desafiam os fiéis a &#8220;dar uma prova de fé&#8221; e as igrejas evangélicas estão aí, tornaram-se uma potência religiosa. Pessoas vendem milagres a preços exorbitantes e prometem rapidez no resultado do trabalho e esses são os bons aos olhos dos clientes, pois nestes casos não existe a Vontade de Deus, nem a religiosidade. Mal sabem os que pagam por isso que realmente conseguem o que querem por terem ativado forças negativas poderosíssimas que aceitam o pagamento, mas que cedo ou tarde se voltam contra o próprio &#8220;cliente&#8221;.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Tudo muito natural, não? Para eles sim, mas para os dirigentes espirituais quando há a necessidade de pedir morrem de vergonha e são taxados de macumbeiros, tram­biqueiros e caras de pau. Conclusão: o dirigente e os médiuns literalmente pagam para abrir as portas do Centro Umbandista, pagam para fazer a caridade e pagam para ajudar o assistido que é o maior beneficiado e também quem mais fala mal da nossa querida Umbanda tão maltratada e tão mal falada. <strong>Essa Umbanda que não cobra nada, mas necessita de tudo</strong>. Necessita de ajuda, amor, dedicação e principalmente de respeito.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">A Umbanda precisa de ajuda, de pagamento não. A Umbanda pede, mas não cobra.</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">Axé a todos!</p>
<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">
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